Mostrar mensagens com a etiqueta Linda Martin. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Linda Martin. Mostrar todas as mensagens

Irlanda: Johnny Logan não voltará

Sem comentários

Johnny Logan marcou a história eurovisiva ao se ter tornado no único cantor com duas vitórias no Festival Eurovisão da Canção (ESC). No entanto, o cantor afirmou que nunca mais voltaria a representar a Irlanda no certame europeu.

Depois de ter vencido, por duas vezes, o ESC como cantor e uma como compositor, Johnny Logan anunciou que jurou a si mesmo que não voltaria a representar a Irlanda no certame. "Não voltarei! Eu apareci num especial na Dinamarca, no ano passado, mas foi um trabalho remunerado! Fiz isso apenas para a televisão dinamarquesa e foi divertido, na verdade", referiu o cantor que, posteriormente, confirmou que recusou o pedido da RTÉ (emissora nacional Irlandesa) para representar a Irlanda no ESC de 2009 - "Infelizmente, eles não tinham condições para me pagar".

No presente, Logan tem estado em digressão pela Europa, regressando a casa pelo Natal: "Toda a minha banda é oriunda da Dinamarca e chegámos lá na segunda de manhã. Estivemos em tournée durante seis semanas e estou a precisar de dormir 15 horas num dia" . Com sessenta anos de idade, completos em maio, o cantor mencionou "fiz sessenta anos e decidi que não vou fazer mais! Então a partir de janeiro não contarei mais nenhum aniversário!".

Quem parece não estar em sintonia com as aspirações de Johnny Logan é Linda Martin, uma vez que referiu estar disponível para regressar ao ESC. No entanto, e para tal, a cantora tinha como exigência que Johnny Logan a acompanhasse.

Recorde que Johnny Logan esteve envolvido em três das sete vitórias da Irlanda no ESC: a primeira em Haia, em 1980, com a balada "What's another year?"; a segunda em 1987, com o tema "Hold me now", em Bruxelas; e a última, em 1992, na Suécia, quando Johnny Logan venceu como compositor com a canção "Why me", interpretada por Linda Martin.

Recorde os temas em questão:




Fonte e imagem: ESCPortugal | Vídeos alojados no YouTube
21.12.2014

Irlanda: Linda Martin interessada em participar na Eurovisão

Sem comentários

A cantora que deu à Irlanda uma vitória em 1992 e um segundo lugar em 1984 afirmou estar disposta a voltar a participar na Eurovisão, com a condição de ser acompanhada por Johnny Logan em palco.

   "Acredite ou não, para muitos dos fãs mais ferverosos, o sonho é ter-me a mim e ao Johnny Logan a competir em dueto. É mais fácil dizer do que fazer, mas é claro que eu adoraria cantar com o Johnny. Ele é um grande amigo meu", afirmou a cantora, exigindo que Johnny a acompanhe em palco num possível regresso."Ele teria que aparecer com uma grande canção e teria de aceitar estar ao meu lado", acrescenta.
   Linda Martin  soma um total de nove participações em finais irlandesas e duas idas à Eurovisão, sendo que numa delas saiu vencedora (1992) e noutra o segundo lugar (1984).

Fonte/Imagem: escportugal

15/12/2014


Luxemburgo: Ministra da Cultura diz que o país deve voltar à Eurovisão

Sem comentários

Após 23 anos de ausência, o país poderá estar de volta em 2016.

   Durante a Eurovision Gala Night, no sábado, Linda Martin, vencedora da Eurovisão em 1992, dirigiu-se à Ministra da Cultura, Maggy Nagel, e disse: "Já não é tempo de o Luxemburgo regressar à Eurovisao?" O público começou a aplaudir, e Linda acrescentou: "é tempo de reunir fundos e colocar o Luxemburgo onde ele pertence, na Eurovisão". 
   Após esta afirmação, Maggy Nagel acenou positivamente com a cabeça, o que fez com que toda a sala manifestasse apoio e aplaudisse.

Fonte/Imagem: oikotimes

28/10/2014


Eurofestival em Histórias - Terceiro texto

Sem comentários


   Nul points é, muito possivelmente, o termo eurovisivo mais célebre. Este é sinónimo de um difícil feito: o de, na combinação dos pontos do televoto e júri de todos os países (considerado o sistema de votação actual), uma nação não conseguir ter sequer 1 ponto. 
   Como referimos no momento eurovisivo número 3, existem vários países que receberam 0 pontos – entre eles, Portugal. Mas falar de nul points na Eurovisão, é quase a mesma coisa que falar... da Noruega. E porquê? Bom, à primeira vista pode parecer estranho: a Noruega até é um país com músicas que facilmente nos vêm a memória – o animado “La Det Swinge” em 1985; o clássico “Nocturne”que toda a gente conhece em 1995 ou, mais recentemente, o esmagador “Fairytale”  – que, aliás, até tem o recorde de pontos na história da Eurovisão. 
   No entanto, este país é também o que ficou em último lugar na tabela classificativa mais vezes na História com – preparem-se – um total de onze vezes em último e quatro vezes com nul points. Como e porque é que isto aconteceu? Bom, se olharmos para as músicas com 0 pontos, acabamos por não perceber muito bem. Um mistério eurovisivo muito curioso e, quanto a nós, até bizarro!




   Como sabemos, ao longo dos anos vários artistas têm feito sucesso por todo o mundo após participarem e vencerem o Festival Eurovisão da Canção. Entre eles estão nomes conhecidos como Domenico Modugno, os ABBA, Céline Dion ou Lara Fabian. Mas estes não são, necessariamente, os nomes que mais se notabilizaram dentro do próprio Festival. De facto, dentro deste grupo, existe um nome incontornável dentro da esfera eurovisiva.
   Nascido a 13 de Maio de 1954, Johnny Logan, nascido Seán Patrick Michael Sherrard, mal sabia que seria o nome mais bem sucedido no Festival Eurovisão da Canção. Este venceu com “What’s Another Year”, um hit europeu e no Reino Unido e com outras duas letras suas: a balada “Hold me Now” em 1987 interpretada pelo próprio e “Why Me”, a concurso pela Irlanda com a cantora Linda Martin. Este, que para além das vitórias ainda detém um segundo lugar em 1984, arrecadado pela mesma artista, é considerado pelos fãs como o Senhor da Eurovisão ou o Rei da Eurovisão. 
   Fazendo as contas, Logan contribuiu para três das sete históricas vitórias da Irlanda no Festival. Até hoje, mais ninguém se equiparou a Johnny Logan e verdade seja dita, parece-nos cada vez mais difícil conseguir fazê-lo.





   1981 foi um ano memorável em que o Reino Unido ousa na Eurovisão.
   Por esta altura, este era um dos países mais fortes no Festival. Não sabiam? Olhemos para os factos: dos 27 anos em que participou até ao ano em questão alcançou uns impressionantes 10 segundos lugares e 3 vitórias. 
  Ora, após Johnny Logan vencer em 1980 com uma romântica balada, o Reino Unido faz a Eurovisão mudar de direcção: os alegres Bucks Fizz conseguem vencer a Eurovisão com a música pop “Making your mind up”. Esta é uma das mais conhecidas canções eurovisivas que se notabilizou não só pela própria melodia mas, muito particularmente, pela energética performance que o grupo deu em Dublin. 
   É depois do apropriado verso “But if you wanna see some... more!” que os elementos masculinos retiram as saias às raparigas que ficam com as duas peças – blusa e saia – a condizer. Este é o elemento surpresa que, com toda a certeza, fez a diferença nos míseros 4 pontos que separaram os vencedores e a grande canção “Johnny Blue” que a segunda classificada, a alemã Lena Valaitis, levou nesse ano ao ESC. 
  Bom, mas poderão dizer os leitores que talvez estejamos a exagerar na importância que damos ao impacto da surpresa da roupa arrancada dos corpos em palco. Será essa pequena surpresa assim tão determinante para vencer a Eurovisão? Não será uma ideia que, à partida, poderá parecer disparatada? 
  Aos mais cépticos, retaliamos: mas este Verão, aos Domingos, o ponto alto do programa líder de audiências do prime-time nacional, “Dança com as Estrelas” não era precisamente esse...? 





   Estávamos em 1985, quando a Suécia teve a honra que apresentar o 30º Festival Eurovisão da Canção. A apresentadora escolhida não era um nome desconhecido do público sueco eurovisivo: Lill Lindfors, a segunda classificada do ESC 1966 (e futura representante norueguesa em 1991) foi a anfitriã do evento televisivo mais esperado do ano.
   Durante todo o espectáculo podemos observar uma apresentadora que conquistou o público pela sua elegância, simpatia, e espírito divertido. Muito mais do que a sua participação em 1966, é precisamente esta sua característica que ficou marcada para sempre na memória dos fãs eurovisivos quando, ao entrar em palco após o intervalo para apresentar as votações, entra graciosamente em palco com um conjunto azul-bebé cuja parte de baixo, “inesperadamente”, se rasga, deixando a apresentadora de roupa interior – para o espanto de todos os que assistiam a emissão em casa e também no público.
    Felizmente, de imediato a apresentadora desloca para baixo duas partes da sua blusa, mostrando um vestido branco e a ousadia em ser a personagem principal de um momento cómico em directo para milhões de pessoas. Mal sabia ela que este seria um dos momentos mais marcantes da história do ESC!





   A sua música dizia que tinha 15 anos. A própria disse aos produtores que tinha 15 anos – foi essa a informação fornecida aos comentadores que a transmitiram em directo, para os espectadores dos seus países. Mas ela não tinha 15 anos embora antes de soltar a voz parecesse mais velha. Tinha 13.
   13 anos é a idade de Sandra Kim, a vencedora mais nova de sempre na Eurovisão – caso as regras não se alterem e a Eurovisão Júnior não desapareça, é claro. Segundo Terry Wogan, era uma das favoritas desse ano: a música era animada, a artista expressiva e boa cantora e por isso não foi de espantar que a Bélgica levasse o 1ºlugar para casa.
   Aparentemente, quem não gostou muito desta mentirinha foi a delegação suiça, que quedando-se em 2ºlugar, a 36 pontos da vencedora com a muito menos apelativa balada “Pas por moi”, pediu para que a sua vitória lhe fosse retirada.
  Os responsáveis pelo Festival não acederam a este pedido e “J’aime la vie”, um tema muito animado e ainda hoje muito querido pelos eurofãs, ficou no lugar que lhe pertencia por direito.



Fontes: eurovision.tv; en.wikipedia/ Imagem: Google /Vídeos: Youtube
15/10/2014


Alemanha: encontro de fãs com artistas eurovisivos

Sem comentários

O encontro anual do Eurovision Club Germany vai ter lugar em novembro e alguns artistas bem conhecidos dos fãs vão marcar presença.

        A festa, que vai decorrer a 23 de novembro, vai juntar membros do referido clube e de outras OGAE. Como é tradição, vários cantores eurovisivos vão interpretar os seus temas para a plateia.
          Este ano os convidados são Natália Kelly (Áustria 2013), Ryan Dolan (Irlanda 2013), Linda Martin (vencedora da Eurovisão 1992, pela Irlanda) e Eldar Gasimov (vencedor da Eurovisão em 2011, pelo Azerbaijão).
          Os bilhetes custam entre 29 e 34 euros, sendo que o limite de pagamento é o dia 30 de setembro.

Fonte: Oikotimes/Imagem: Crónicas de eurofestivais
03/08/2013

Irlanda: Linda Martin diz não à Eurovisão 2014

Sem comentários


Linda Martin, vencedora da Eurovisão em 1992, sente-se injustiçada por ter sido comparada com Johnny Logan na Grande Final 2013 e diz não voltar à Eurovisão no próximo ano. 

       "Não, eu não vou voltar", disse ela, quando foi interpelada sobre se estaria presente no evento eurovisivo a realizar-se na Dinamarca em 2014. A polémica gerou-se quando foram passadas umas imagens na grande final 2013 que diziam que Johnny Logan tinha ganho três vezes o certame, incluindo a vez em que Linda Martin venceu com uma música sua. Assim, a cantora foi chamada de travesti. A apresentadora Petra Mede disse na gala, no momento em que apareceram imagens de Linda no televisor: "Conheço um homem travesti quando vejo um".
       Além disso, a cantora sente-se frustrada por Ryan Dolan ter ficado em último lugar este ano: "É frustrante porque eu não consigo ver outra equipa trabalhadora com uma canção e um cantor brilhantes, e que não recebem o reconhecimento que merecem na fase de votação. Quero dizer, é absolutamente ridículo o Ryan ficar em último".

Fonte: Oikotimes/Imagem: Google
24/05/2013
A não perder
© all rights reserved