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ESC 2026: Eurovisão perde 35 milhões de espetadores

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Depois de várias semanas de espera, a EBU revelou o número total de espetadores da Eurovisão 2026: 131 milhões.

Depois de um anunciado boicote, as audiências da Eurovisão 2026 desceram face aos anos anteriores e foram de 131 milhões a nível mundial. Valores como as visualizações únicas do youtube (4,6%) e o número de países votantes (148) subiram face ao ano passado, mas na métrica que mais importa, a Eurovisão perdeu cerca de 35 milhões de espetadores quando comparamos com a edição de 2025. 

Nos últimos anos, as audiências da Eurovisão têm-se situado na casa dos 160 milhões, portanto, esta é uma descida acentuada, sobretudo depois das saídas de cinco países e dos boicotes anunciados por muitos fãs. 

Mas enquanto os islandeses optaram por ficar de fora, os restantes nórdicos estiveram em frente à TV a acompanhar tudo, com shares bastante altos: Finlândia (92.8%), Suécia (85.5%), Noruega (83.4%) e Dinamarca (79%). Pelo contrário, registaram-se grandes descidas em alguns países: Polónia (-3.8 milhões), Reino Unido (-3.7 milhões) e França (-3.3 milhões).

O relatório da EBU destaca ainda a forte presença no digital, com mais interações nas várias plataformas. Pode ler o relatório completo aqui.

Em Portugal, não chegaram a ser meio milhão os acompanhantes da grande final, registando-se um resultado pior do que em 2019, último ano em que não conseguimos qualificar-nos para a final. 

Fonte e imagem: EBU

[PODCAST] EP. 49 - Últimos lamentos da temporada

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É o último episódio da tempora e, por isso mesmo, fazemos uma espécie de balanço do que foi esta Eurovisão, do que fica e do que será o futuro. 

Se quiserem ouvir a nossa opinião, basta seguirem-nos no Spotify e, sempre que publicarmos um episódio novo, receberão a notificação. 



[Crónica] Tragam a Rússia de volta!

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Não sei se estiveram atentos às coisas que nos foram dizendo os organizadores da Eurovisão durante a edição deste ano, mas resume-se tudo numa frase: a Eurovisão não é um concurso político.

Temos reparado nisso ao longo dos anos. Não consigo, assim de repente, lembrar-me de nenhuma música com conteúdo político que tenha pisado o palco eurovisivo. Quando os Homens da Luta, em 2011, falavam do povo andar a gritar nas ruas, referiam-se aos bons tempos em que o Benfica era campeão nacional e o pessoal ia para o Marquês de Pombal festejar. Quando os lituanos de 2010 cantaram "No sir, we're not equal, no, though we're both from the EU" devem ter-se enganado, porque não eram totalmente fluentes em inglês. Quando os Zdob și Zdub voltaram ao concurso em 2022, a música não tinha nada a ver com a união entre Roménia e Moldávia. Podia estar nisto o dia todo. A única música política dos últimos anos era a da Geórgia em 2009 e, como isto não é um festival político, acabou desqualificada.

Se pensarem nas pessoas que vos rodeiam, não há muitas às quais possam dizer "olha, sempre que vejo qualquer coisa sobre isto, lembro-me de ti", mas eu sou uma dessas pessoas (e vocês também devem ser, se estão a ler coisas num site sobre a Eurovisão). Qualquer pessoa que me conheça minimamente há de lembrar-se de mim como "aquela que vê a Eurovisão". Não é necessariamente uma caraterística digna de aplausos, mas é o que temos.

O problema é que eu já não quero ser "aquela que vê a Eurovisão", mas não consigo não a ver. Este ano foi peculiar. Percebi que houve muita gente a "boicotar" o concurso não fazendo conteúdo sobre o mesmo. É engraçado que o boicote seja ficar calado, quando a única pessoa que conseguiu realmente fazer algo relevante pelo concurso nos últimos anos - o Joost - foi precisamente falando. 

Eu vou condenar sempre a maneira como se está a lidar com a situação de Israel, mas isso não vai invalidar que eu veja o concurso para poder dizer mal dele (coisa que, de resto, já fazia antes). E eu não estou mais certa ou mais errada que ninguém, cada um faz o que quer, mas não me venham com moralismos de "não devias ver", "não devias fazer conteúdo", "não devias votar". Certo, mas as finais nacionais já posso ver e comentar, como se não compactuassem com a Eurovisão, é isso? 

Mas indo ao encontro do título deste texto, eu quero que a Rússia volte ao concurso. E quero-o por vários motivos:

  1. Isto não é, como já disse no início, um concurso político, portanto, não há qualquer base para a Rússia ter sido expulsa e para não poder voltar;
  2. O mal do televoto divide-se e as duas nações invasoras anulam-se (ou acabam em 1.º e 2.º lugares, é-me igual);
  3. Os jurados de 2026 da Ucrânia merecem-no depois de darem 10 pontos a Israel;
Além disto, há que dar a mão à palmatória e admitir que a Rússia sempre teve grandes músicas e stagings. Nunca fui particularmente fã, mas sei que é preciso investimento para conseguir levar grandes nomes da música nacional àquele palco e, além da Rússia (e da Itália, por outros motivos), muito poucos países o faziam.

Se querem mais participantes no concurso para colmatar as saídas de Espanha, Países Baixos, Islândia, Irlanda e Eslovénia, tragam a Rússia de volta e, aproveitando a boleia, a Bielorrússia, que sempre nos deu as melhores pérolas nas audições da final nacional. 

Há também outro ponto em que muitos preferem não tocar, mas que é uma realidade: o televoto ucraniano. Eles não têm culpa, mas a verdade é que a Ucrânia, mande o que mandar (veja-se o ano passado), consegue sempre um top 10, muito impulsionado pelo televoto. Como é que isto se ultrapassa? Não sei, mas também não sou eu que tenho de arranjar soluções.

Querer desassociar a música (sendo que a metade do que se ouve na Eurovisão não o chega bem a ser) ou qualquer forma de arte da política é um erro. A Eurovisão foi criada num contexto político europeu péssimo e é assim que está 70 anos depois. Tudo na nossa vida é política, mas a EBU parece não querer ver isso.

A Eurovisão é tão pouco política que a Roménia e a Moldávia entraram numa guerra que acabou no despedimento do diretor da emissora moldava por causa de 3 pontos (e bem, que a Roménia merecia os 12 da Moldávia e dos outros países todos). Reza a lenda que a Hungria pode regressar ao concurso em 2027, decisão que não terá nada a ver com o facto de terem mudado de governo em abril.

Este ano aconteceu o que tinha acontecido há 10 anos: uma das músicas que eu mais odiava ganhou o concurso. Há 10 anos fiquei pior que estragada. Este ano, sabem como é que fiquei? Não quis saber. Podia ser sinal de crescimento emocional, mas é apenas sinal de desinteresse profundo num concurso que foi outrora uma fonte de alegria e vício. Agora, todos os anos quero que acabe e que haja uma vitória israelita para ver como é que a EBU lida com isso. Ainda não foi em 2026, que seja para o ano.

E podem achar que estou a mentir, que não quero realmente que Israel ganhe porque isso pode ditar o fim da Eurovisão, mas a Eurovisão, pelo menos aquela de que éramos fãs, não acabou já há dois anos? Eu não quero a Eurovisão assim. Eu quero a Eurovisão das conferências de imprensa em que podemos conhecer os artistas que cantam as nossas músicas preferidas durante 20 ou 30 minutos e não a Eurovisão dos conteúdos rápidos e supérfluos. Quero a Eurovisão em que se pode falar, em que artistas, imprensa e público não estão condicionados. Quero a Eurovisão em que posso ficar chateada porque os meus favoritos não ganharam, em vez daquela em que fico aliviada porque uma música de que não gosto derrotou o mal maior. Acima de tudo, quero a Eurovisão que foi criada para unir a Europa.

[PODCAST] EP. 48 - A (não) salvação búlgara

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Terminada a Eurovisão 2026, é tempo de olhar, ainda a quente, para os resultados da final e da semifinal e dissecar o que fizeram o público e, sobretudo, o júri. Fazemos também algumas previsões sobre o concurso e a posição de Portugal no mesmo para 2027.

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ESC 2026: Pontuação do júri moldavo leva à demissão do diretor da TRM

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A Eurovisão já acabou, mas ainda dá que falar na Moldávia, depois de o júri ter dado apenas 3 pontos aos vizinhos romenos.

Esta segunda-feira, Vlad Țurcanu, diretor-geral da TRM, pediu a sua demissão no seguimento do escândalo gerado no país pelos 3 pontos atribuídos à Roménia, referindo que:

o voto é nossa responsabilidade e, principalmente, minha, como chefe da instituição. Evitei dar instruções aos membros do júri, e o que aconteceu — algo extraordinário e grave, do nosso ponto de vista — foi que o júri não levou em consideração as sensibilidades existentes entre a República da Moldávia e nossos vizinhos.

No sábado, entre muitos votos de países vizinhos, houve um que chamou a atenção de todos os fãs: a Moldávia deu apenas 3 pontos à Roménia no júri, quando a Roménia era, inclusive, uma das favoritas à vitória final. Logo depois da final, a porta-voz do júri moldavo fez um vídeo em lágrimas por ter anunciado aquela pontuação e referindo que, quando a recebeu, se queria recusar a entrar ao vivo no concurso. Mais tarde, recebendo mensagens de ameaça, veio esclarecer que não fazia parte do júri e não concordava com aquela pontuação.

Depois disso, foi Satoshi que publicou no seu instagram uma mensagem de apelo à calma, mencionando que o voto de sete pessoas não representa a Moldávia e que o país, no televoto, atribuiu o 12 pontos à Roménia.

Já na tarde domingo, surgiram notícias de que o Ministro da Cultura da Moldávia, Cristian Jardan, iria averiguar o que se terá passado, envolvendo assim o governo na situação. A TRM, emissora nacional moldava, emitiu um comunicado onde se lia que a "TRM não influenciou de maneira nenhuma a decisão do júri, que foi tomada de forma independente. Além disso, a TRM tentou assegurar que o processo seria totalmente transparente, apontando uma pessoa para monitorizar a votação. O resultado final não representa de forma nenhuma a posição da TRM".

Faziam parte do júri romeno:

  • Andrei Zapșa (maestro e diretor-geral da área televisiva da TRM);
  • Corina Caireac (gestora de artistas e produção audiovisual. Parte da equipa de comunicação dos Zdob și Zdub em 2005 e 2022);
  • Catalina Solomac (cantora. Participou três vezes na final nacional moldava, a última das quais este ano com "Pink Margarita", que ficou no 3.º lugar);
  • Pavel Orlov (compositor e produtor musical. 2.º classificado na final nacional moldava deste ano);
  • Stanislav Goncear (artista pop-jazz e soul/R&B);;
  • Victoria Cușnir (jornalista na Radio Chișinău. Licenciada na Academia de Música, Teatroe  Artes, com especialização em escrita e direção de televisão e cinema. Este no júri nacional em 2018, 2022 e 2024);
  • Ilona Stepan (diretora artística do coro académico "Doina");
Desde que ambos os países participam na Eurovisão, o mínimo de pontos que a Moldávia alguma vez atribuiu (no júri) à Roménia foi 10 (em 2013 e 2022, dando a pontuação máxima à Ucrânia em ambas as ocasiões).

Fonte: Digi24.ro/Imagem: Eurovision.tv

Portugal: cerca de 465 mil telespectadores acompanharam o ESC 2026

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A grande Final do Festival Eurovisão 2026 foi acompanhada na RTP 1 por cerca de 465 mil e 600 telespectadores, tendo chegado aos 11,2% de share.

Já são conhecidos os primeiros dados audiométricos da noite deste sábado, 16 de maio, data da grande final do Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2026. Uma média de 465 mil e 600 telespectadores acompanharam as cerca de quatro horas do espetáculo na RTP 1, com a emissora a conseguir alguns picos de liderança, tendo alcançado com 4,7 de rating e 11,2% de share.

Fonte: Zapping/Imagem: Eurovision.tv

Portugal: saiba como votaram o público e o júri na SF1 do ESC 2026

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Finlândia e Israel foram os favoritos do júri e dos espectadores portugueses, respetivamente, na 1.ª semifinal do Festival Eurovisão 2026.

Com a divulgação dos resultados na íntegra das semifinais do Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2026, é possível saber como votou cada país. Finlândia e Israel foram os favoritos do júri e do público português, respetivamente. Grécia e Estónia estiveram no fim das preferências dos portugueses. Veja de seguida as votações do júri e do público.

Votação do júri português:

1.º Finlândia (12 pontos)
2.º Polónia (10 pontos)
3.º Croácia (8 pontos)
4.º Lituânia (7 pontos)
5.º Sérvia (6 pontos)
6.º Suécia (5 pontos)
7.º Bélgica (4 pontos)
8.º Montenegro (3 pontos)
9.º Israel (2 pontos)
10.º Grécia (1 ponto)

Votação do público português:

1.º Israel (12 pontos)
2.º Moldávia (10 pontos)
3.º Sérvia (8 pontos)
4.º Finlândia (7 pontos)
5.º Polónia (6 pontos)
6.º Croácia (5 pontos)
7.º Montenegro (4 pontos)
8.º Grécia (3 pontos)
9.º Lituânia (2 pontos)
10.º Estónia (1 ponto)

Fonte e Imagem: Eurovision.tv

Portugal: conheça a composição do júri que votou no ESC 2026

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A EBU já revelou a composição dos júris nacionais dos países que competiram na Eurovisão 2026.

O júri português foi composto por: Beatriz Câmara Fonseca, Carolina Pires Gonçalves, Jorge Fernando, Luís Gustavo Paixão, Mário Rui Vieira, Matilde Maria Almeida e Pedro Miguel Mimoso. Estes jurados foram responsáveis por 50% da votação portuguesa na edição deste ano do Festival Eurovisão da Canção (ESC), tendo atribuído a seguinte pontuação:

Final

12 pontos: Albânia
10 pontos: Dinamarca
8 pontos: Croácia
7 pontos: Finlândia
6 pontos: Polónia
5 pontos: França
4 pontos: Alemanha
3 pontos: Ucrânia
2 pontos: Noruega
1 ponto: Roménia

Semifinal

12 pontos: Finlândia
10 pontos: Polónia
8 pontos: Croácia
7 pontos: Lituânia
6 pontos: Sérvia
5 pontos: Suécia
4 pontos: Bélgica
3 pontos: Montenegro
2 pontos: Israel
1 ponto: Grécia

Pode consultar o painel de jurados de todos os países que competiram no ESC 2026, no site oficial do Festival.

Fonte e Imagem: Eurovision.tv

ESC 2026: revelados os resultados das semifinais na íntegra

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Já são conhecidos na íntegra os resultados das duas semifinais do Festival Eurovisão 2026.

A European Broadcasting Union (EBU), organismo máximo de radiofusão, já revelou as classificações das duas semifinais do Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2026, que voltaram a contar com a votação do público e com votação do júri. 

Israel venceu a primeira semifinal e Bulgária venceu a segunda. Por outro lado, Geórgia ficou no último lugar da primeira semifinal e Azerbaijão ficou no último lugar da segunda semifinal. Portugal terminou a primeira semifinal na 12.º posição, com um total de 74 pontos.

Aceda aos resultados na íntegra (júri + público):

1.ª semifinal

1.º Israel (106 + 163 = 269 pontos)
2.º Polónia (137 + 110 = 247 pontos)
3.º Finlândia (127 + 100 = 227 pontos)
4.º Moldávia (62 + 146 = 208 pontos)
5.º Sérvia (56 + 131 = 187 pontos)
6.º Croácia (85 + 90 = 175 pontos)
7.º Grécia (88 + 71 = 159 pontos)
8.º Lituânia (46 + 55 = 101 pontos)
9.º Suécia (79 + 17 = 96 pontos)
10.º Bélgica (81 + 10 = 91 pontos)

11.º Estónia (33 + 46 = 79 pontos)
12.º Portugal (39 + 35 = 74 pontos)
13.º Montenegro (26 + 45 = 71 pontos)
14.º São Marino (18 + 23 = 41 pontos)
15.º Geórgia (3 + 2 = 5 pontos)

2.ª semifinal

1.º Bulgária (94 + 184 = 278 pontos)
2.º Roménia (87 + 147 = 234 pontos)
3.º Austrália (137 + 85 = 222 pontos)
4.º Noruega (109 + 97 = 206 pontos)
5.º Dinamarca (124 + 75 = 199 pontos)
6.º Ucrânia (75 + 99 = 174 pontos)
7.º Albânia (45 + 113 = 158 pontos) 
8.º Malta (84 + 59 = 143 pontos)
9.º Chéquia (108 + 34 = 142 pontos)
10.º Chipre (47 + 75 = 122 pontos)

11.º Suíça (48 + 60 = 108 pontos)
12.º Luxemburgo (26 + 34 = 60 pontos)
13.º Letónia (28 + 21 = 49 pontos)
14.º Arménia (30 + 19 = 49 pontos)
15.º Azerbaijão (2 + 0 = 2 pontos)

Fonte e Imagem: Eurovision.tv

ESC 2026: Bulgária é a grande vencedora

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Bulgária é a grande vencedora da Eurovisão 2026, conquistando a sua primeira vitória no festival.

A edição de 2026 do Festival Eurovisão da Canção (ESC) terminou com a vitória da Bulgária, que, representada por DARA, com a canção "Bangaranga", alcançou um total de 516 pontos (204 do júri e 312 do público). No segundo lugar da votação real ficou a Roménia, com um total de 296 pontos arrecadados. A Bulgária venceu tanto o júri quanto o público, com a Roménia no segundo lugar do público e a Moldávia no terceiro.

Resultados finais


Resultados após a votação do júri


Recorde o tema vencedor - "Bangaranga":


Fonte, Imagens e Vídeo: EBU

Portugal: em diferido, assim foram as audiências da SF2 do ESC 2026

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 A RTP voltou a emitir a semifinal da Eurovisão em que não participa em diferido e, por isso, fez números de audiência mais baixos.

A SF2 do Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2026 conquistou números baixos em termos de audiência. Com a emissão em diferido, a gala conquistou apenas 188 mil e 700 espetadores, com um share de 7,3%, e rating de apenas 1.9 pontos.

Fonte: Zapping

[PODCAST] EP. 47 - Rescaldo da segunda semifinal

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Os finalistas da segunda semifinal foram os esperados, mas nem todos ficámos contentes com estes resultados. Os nossos comentários à segunda semifinal e previsões para a grande final deste sábado.


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ESC 2026: Finlândia cresce nas casas de apostas, Austrália sobe e França afunda

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 Com o aproximar da grande final da Eurovisão 2026, eis o que dizem, por agora, as casas de apostas. Quem irá vencer?

Concluídas as duas semifinais do ESC 2026, a final de sábado promete ser quente e, quiçá, surpreendente. Com os apostadores a terem acertado em todos os últimos dez finalistas, há já mexidas nas hipóteses quanto à vitória no certame.

A Finlândia, uma das grandes favoritas da edição, voltou a confirmar essa tendência, tendo crescido nessas probabilidades, estando com 43% de percentagem de hipótese de triunfo.

Ainda assim, com o término da SF2, a Austrália foi também quem mais subiu, alcançando o segundo lugar e, para já, uma percentagem de 15%. A Grécia continua em terceiro, com 7%, mas em tendência decrescente.

Em termos de quedas, regista-se a Dinamarca que desapareceu do TOP 3, estando agora em sexto lugar, ultrapassada pela Roménia. Também em grande queda está França, que só consegue agora 2% de garantias quanto a uma vitória. Outra surpresa pode ser a Suécia, em 14.º lugar (em 25), uma das suas piores marcas dos últimos tempos.

Fonte: EurovisionWorld/ Imagem: GreekTimes

ESC 2026: resultados da 2.ª semifinal

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Estão encontrados todos os 20 finalistas da Eurovisão 2026, com mais dez qualificados na segunda semifinal.

Decorreu esta quinta-feira a segunda semifinal da Eurovisão 2026, em Viena. A concurso estavam 15 canções, das quais apenas dez se juntam aos já apurados da primeira semifinal. Veja, abaixo, os resultados (apurados a negrito).

Bulgária - "Bangaranga"
Azerbaijão - "Just Go"
Roménia - "Choke Me"
Luxemburgo - "Mother Nature" 
Chéquia - "Crossroads"
Arménia - "Paloma Rumba" 
Suíça - "Alice"
Chipre - "Jalla"
Letónia - "Ēnā"
Dinamarca - "Før vi går hjem" 
Austrália - "Eclipse"
Ucrânia - "Ridnym"
Albânia - "Nân"
Malta - "Bella"
Noruega - "Ya ya ya"

A final, que contará com os finalistas apurados nas semifinais e decorre este sábado, pelas 20 horas (hora de Lisboa), com transmissão em direto na RTP1.

Fonte: Eurovision/Imagem: Eurovisionworld

[PODCAST] EP. 46 - A rosa murchou

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Depois da primeira semifinal, e ainda com as emoções à flor da pele, falamos da não qualificação dos Bandidos do Cante e do futuro que podemos ter na Eurovisão. Tempo também, claro, para falar dos restantes qualificados, das surpresas e da organização do concurso.


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Portugal: 747 mil telespectadores acompanharam a SF1 da Eurovisão 2026

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 A primeira semifinal da Eurovisão 2026 garantiu uma média de 747 mil telespectadores para a RTP, colocando a emissora nacional em segundo lugar no horário.

Eis os dados audiométricos da transmissão da primeira semifinal do Festival Eurovisão 2026. O evento internacional garantiu a vice-liderança das audiências em média. A SIC liderou no período, com a TVI em terceiro lugar.

Em termos médios, a SF1 do ESC conseguiu 7.5 de audiência média a que correspondeu um share de 15.7%.

Com 747.800 espectadores fidelizados, a primeira semifinal do concurso que une vários países da Europa (e Austrália) teve ainda um pico de 9.9/20.5%.

O ano passado, a primeira semifinal do Festival, também com Portugal, tinha alcançado 752 mil telespectadores, com share de 15,5%, o que se traduz em números muito semelhantes a este ano.

Fonte: Zapping/ Imagem: Eurovision

ESC 2026: Portugal fora da final. Conheça os resultados da SF1 da Eurovisão

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Depois de cinco anos consecutivos, Portugal volta a falhar a final da Eurovisão. Os Bandidos do Cante não conseguiram a qualificação para a final. 

Decorreu esta terça-feira a primeira semifinal da Eurovisão 2026, em Viena, na Áustria. A concurso estavam 15 canções, entre elas "Rosa", dos Bandidos do Cante, que não conseguiu o apuramento para a grande final do próximo sábado. Veja, abaixo, os resultados (apurados a negrito).

Moldávia - "Viva Moldova"
Suécia - "My System"
Croácia - "Andromeda"
Grécia - "Ferto"
Portugal - "Rosa"
Geórgia - "On Replay"
Finlândia - "Liekinheitin"
Montenegro - "Nova Zora"
Estonia - "Too Epic To Be True"
Israel - "Michelle"
Bélgica - "Dancing on the Ice"
Lituânia - "Solo Quiero Más"
São Marino - "Superstar"
Polónia - "Pray"
Sérvia - "Kraj Mene"

Ao todo, foram dez os países apurados e a estes juntar-se-ão outros dez (na segunda semifinal, de quinta-feira) e os BIG 4 e país anfitrião. A final decorre este sábado, pelas 20 horas (hora de Lisboa), com transmissão em direto na RTP1.

Fonte: Eurovision/ Imagem: Aftonbladet

ESC 2026: Portugal volta a subir nas apostas e entra nos lugares de qualificação

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 Voltam a ser boas notícias para os Bandidos do Cante! Portugal subiu novamente nas casas de apostas, e está já entre os 10 países com mais hipóteses de passar à final da Eurovisão.

Depois de semanas de várias oscilações, com subidas mas também descidas, os últimos ensaios dos Bandidos do Cante no palco da Eurovisão 2026 parecem ter sido decisivos para que os apostadores tivessem 'fé' de que o grupo português consiga um lugar na final de sábado.

A menos de 24 horas da emissão da primeira semifinal do certame, Portugal volta a subir nas casas de apostas e, pela primeira vez, alcança um lugar de qualificação - o 10.º lugar, com 48% de hipóteses de passagem à final.

Se, já antes, o país tinha ultrapassado propostas como a Bélgica ou sobretudo Geórgia, agora foi também a queda das tendências de Montenegro que justificou esta subida.


No entanto, recordar que, nas apostas sobre o vencedor, Portugal não tem mexido, encontrando-se em 33.º lugar entre os 35 países a concurso.

Os Bandidos do Cante sobem a palco, em direto, esta terça-feira, 12 de maio, a partir da Arena de Viena, na Áustria, e com transmissão na RTP.

Fonte: EurovisionWorld/ Imagem: ESC

ESC 2026: o comentário completo à performance dos Bandidos do Cante

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Decorreu, esta segunda-feira, o ensaio da primeira semifinal aberto à imprensa e o ESC 38N esteve no mesmo a acompanhar a performance dos Bandidos do Cante.

"Depois de quatro músicas e atuações muito fortes e candidatas à passagem à final, Portugal sobe a palco. Os Bandidos do Cante não estão no palco central, mas sim no semicírculo que preenche a arena. Primeiro no lado direito, todos juntos, mas depois vão-se separando, começando uma espécie de dueto entre dois dos intérpretes (os da primeira parte da canção).

O cenário, de princípio, é muito estrelado, dando início uma rosa que começa a florescer. Sim, garantimos que há movimento e vários planos de câmara que vão mostrando os cinco intérpretes. Sara, a violista, surge sozinha a tocar o violino na sua parte, a meio da passarelle do palco.

No final, a tal “muralha” de que a organização já tinha dado conta, com todos juntos, para um toque muito especial. A reação da arena não foi a mais efusiva, mas talvez haja algo de destaque. Há um break no alinhamento a seguir à nossa canção, mas apenas de cerca de 30 segundos. O intervalo "a sério" vem depois da Geórgia.

A nossa música destaca-se por ser a única balada e terá certamente o seu público, resta saber se muito ou pouco. A atuação está bonita, mas pode-se perder. Se conseguirmos a qualificação, será por muito pouco".

Imagem: Eurovision.tv

Portugal: trabalhadores da RTP voltam a exigir que canal não participe nem transmita a Eurovisão 2026

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 A uma semana da Eurovisão, o jornal Expresso noticia que os trabalhadores da RTP voltaram a exigir que a estação pública boicote o ESC 2026, não participando nem emitindo o certame internacional.

Os trabalhadores da RTP estão a exigir, uma vez mais, que o canal de televisão público não participe nem transmita o Festival Eurovisão da Canção 2026 perante o agravamento da situação no Médio Oriente.

Em nova carta aberta dirigida ao presidente do Conselho de Administração da RTP, Nicolau Santos, ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e à ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes, os trabalhadores apelam ao boicote do evento que tem lugar na próxima semana, em Viena (Áustria), devido à participação de Israel no festival.

Segundo o jornal Expresso, os trabalhadores da RTP, citados pela agência Lusa, sublinham que não podem compactuar com práticas de normalização cultural que contrariem valores fundamentais da dignidade humana, dos direitos humanos e direito internacional, 

Permitir a participação de Israel num evento que se apresenta como celebração da paz, diversidade e união entre povos representa uma afronta às vítimas, uma tentativa de branquear crimes e uma instrumentalização cultural que o Serviço Público português não deve, não pode e não irá legitimar”.

Lembram ainda que em dezembro do ano passado expressaram por escrito o repúdio pela posição assumida pelo presidente do Conselho de Administração da RTP, na Assembleia Geral da EBU/UER ao aceitar a manutenção da participação de Israel no festival.

Recorde que a Eurovisão 2026 fica marcada pelo boicote de Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia, devido à participação de Israel no concurso, contando com 35 os países a competir.

Portugal participa na SF1 a decorrer a 12 de maio, em Viena, com representação pelos Bandidos do Cante e o tema 'Rosa'.

Fonte: Expresso/ Imagem: Eurovision

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