O diretor da Eurovisão deu uma entrevista ao canal holandês NPO e, para além de voltar a lamentar a saída de cinco países no ESC 2026, admitiu, pela primeira vez, que "nem sempre" houve "total rigor" quanto ao processo de televoto do Festival.
"Podemos não ter sido suficientemente rigorosos no passado. Se houver interferência política ou quebra das regras na votação, vamos intervir", chegou a afirmar.










