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Suécia: conheça os resultados da SF4 do Melodifestivalen

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 Já foi transmitida a 4.ª semifinal do Melodifestivalen 2026, seletiva sueca para a Eurovisão, com mais dois artistas a apurarem-se diretamente para a final.

Ao todo foram seis os artistas que pisaram o palco nesta quarta semifinal e, como é habitual, apenas dois conseguiram qualificar-se para a final: Smash Into Pieces foram os primeiros apurados diretamente, após uma primeira ronda de votações. Seguiu-se Cimberly, também a garantir lugar na final. Meira Omar conseguiu o apuramento para a repescagem. Veja os resultados abaixo.

Apurados para a final

Smash Into Pieces - "Hollow"
Cimberly - "Eternity"


Apurados para a repescagem

Meira Omar - "Dooset Daram"


Eliminados

Timo Räisänen - "Ingenting är efter oss"
Felix Manu - "Hatar att jag älskar dig"
Erika Jonsson - "Fran landet"

A Suécia participou na competição pela primeira vez em 1958, sendo atualmente o país com mais sucesso no concurso deste século, com maior número de presenças na tabela dos primeiros dez classificados. No que toca a vitórias, atualmente, só a Irlanda consegue ter maior número de vitórias do que a Suécia, sendo que este último soma até agora sete vitórias (1974, 1984, 1991, 1999, 2012, 2015 e 2023). Em 2025, o país foi representado pelo grupo KAJ e "Bara Bada Bastu", tendo alcançado, com 321 pontos, o 4.º lugar na Grande Final.

Reveja 'Bara Bada Bastu':



Fonte: STV/ Imagem: Afonbladet

Áustria: COSMÓ representa o país (em casa) em 2026

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COSMÓ venceu o Vienna Calling - Wer singt für Österreich? e vai representar a Áustria em casa em 2026.

No total foram 12 os artistas que vão competir no Vienna Calling - Wer singt für Österreich?, seletiva da Áustria para o Festival Eurovisão da Canção 2026. Cosmó foi o grande vencedor e vai representar o país anfitrião com a canção "TANZSCHEIN". Veja, abaixo, os resultados completos.

Pontuação final (júri + televoto)

1.º Cosmó – "TANZSCHEIN"- 22 pontos (10+12)
2.º Lena Schaur – "Painted Reality" - 20 pontos (12+8)
3.º Bamlak Werner – "We Are Not Just One Thing"- 14 pontos (4+10)
4.º Kayla Krystin – "I brenn" - 14 pontos (8+6)
5.º Nikotin – "Unsterblich" - 11 pontos (7+4)
6.º Anna-Sophie – "Superhuman"- 9 pontos (2+7)
7.º Frevd – "Riddle" - 8 pontos (5+3)
8.º Julia Steen – "Julia" - 8 pontos (6+2)
9.º Sidrit Voskhi - "Wenn Ich Rauche" - 5 pontos (0+5)
10.º Reverend Stomp – "Mescalero Ranger" - 3 pontos (3+0)
11.º Philip Piller – "Das Leben ist Kunst" - 2 pontos (1+1)
12.º David Kurt – "Pockets Full of Snow" - 0 pontos (0+0)


Oiça "TANZSCHEIN":



A Áustria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1957 e já ganhou três vezes: em 1966, com Udo Jürgens e a canção "Mérci, Chérie”, em 2014, com Conchita Wurst e a canção "Rise Like a Phoenix", e em 2025, com JJ e o tema "Wasted Love". Em 2025, o país representado por JJ e "Wasted Love" alcançou a vitória com um total de 436 pontos.


Fonte, Imagem e Vídeo: ORF

Bélgica: ESSYLA e "Dancing on the Ice" defendem país no ESC 2026

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ESSYLA vai defender as cores belgas no Festival Eurovisão 2026 com a canção "Dancing on the Ice".

Após a realização de uma final nacional, em 2025, por parte da emissora flandres Vlaamse Radio- en Televisieomroeporganisatie (VRT), a Radio Télévision Belge Francophone (RTBF), emissora estatal belga de língua francesa, responsável pela participação da Bélgica na edição de 2026 do Festival Eurovisão da Canção (ESC), voltou a selecionar internamente os representantes do país. Alice Van Eesbeeck, conhecida artisticamente como ESSYLA, com a canção "Dancing on the Ice", vai defender as cores belgas em Viena, capital da Áustria.

Oiça o tema:


A Bélgica estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1956 e já ganhou uma vez: em 1986, com Sandra Kim e a canção "J'aime la vie". Em 2025, o país foi representado por Red Sebastian, com o tema "Strobe Lights", terminando no 14.º lugar da 1.ª semifinal com 23 pontos.

Recorde "Strobe Lights":


Fonte, Imagem e Vídeos: Eurovision.tv

“Quem mais sente que o FC 2026 está frio e sem entusiasmo ponha o dedo no ar!”

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Com uma estratégia que pode até estar definida internamente, mas que cá fora pouco se sente, o Festival da Canção 2026 está prestes a arrancar — e a verdade é que quase ninguém parece ter dado conta! E digo-o como fã atento: não há ambiente. Não há expectativa no horizonte. E se quem acompanha o Festival ao detalhe sente esta frieza, dificilmente o público em geral estará mais entusiasmado. Não devia ser sinal de alarme? Ou se calhar, e este ano em específico, quer-se mesmo isto assim? Quem é como quem diz: no nevoeiro!

Para mim, há só uma pergunta que se impõe: que rumo está a ser traçado? Por que motivo, este ano, estamos assim? É notório que faltam informações básicas para criar antecipação. Não conhecemos alinhamentos completos. A ordem de atuações tarda. Sobre ensaios, silêncio. As redes sociais do FC têm estado discretas ao ponto de parecerem ausentes ou mesmo inexistentes (como é possível!). E quando a comunicação falha em criar narrativa, instala-se inevitavelmente a sensação de vazio...

Agora um preâmbulo: Não é a primeira vez que deixo críticas à forma como o Festival tem sido conduzido nos últimos anos. Não o faço só porque sim. Faço-o porque acredito no formato e porque me recuso a aceitar que questionar seja sinónimo de atacar. E sei que há mais gente a sentir o mesmo — ainda que nem todos tenham coragem de o verbalizar.

Em 2025, antes da Eurovisão, apontei reservas à vitória dos NAPA — não à banda, mas ao modelo de votação do FC que, na minha opinião, continua a precisar de revisão. Reconheci depois o percurso meritório que o grupo fez e continua a fazer. Isso mesmo faz parte, na minha ótica, de uma análise honesta: criticar quando se discorda, reconhecer quando há mérito.

Mas agora falamos de 2026. A primeira semifinal acontece já este sábado (21). E, ainda assim, não existe a sensação de que estamos à porta de um dos momentos centrais da temporada televisiva da RTP.

Num ano com mudanças relevantes — nova abordagem de produção, contexto diferente, um palco novo, Filomena e Vasco a conduzirem tudo... decisões que poderiam gerar conversa — o que temos é contenção. E contenção excessiva raramente gera entusiasmo.

“Quem mais sente que o FC 2026 está frio e sem qualquer entusiasmo ponha o dedo no ar!”

Pergunto, sem dramatismos, mas com frontalidade: Estamos mesmo a sentir o Festival? Quem está a ouvir as canções fora da bolha habitual? Onde está o debate, o buzz, a curiosidade?

O silêncio não é algo neutro. O silêncio, antes, comunica!

O que pode estar a motivar toda a contenção este ano — Portugal na Eurovisão

Há ainda o tema sensível da posição do canal público no ESC, e das declarações de vários dos participantes no Festival sobre o boicote, em caso de vitória. É um assunto mais que delicado, naturalmente. Mas ignorá-lo não o faz desaparecer. Se existe um elefante na sala, fingir que ele não está lá dificilmente será estratégia sustentável. Nem tão pouco sacrificar tudo o resto para se poupar do que possa aí vir...

Por outro lado, também nós, fãs, parecemos mais conformados. Talvez pela gratidão pelo investimento feito nos últimos anos no Festival. E esse reconhecimento é justo. O trabalho da equipa que tem feito “das tripas coração” merece ser valorizado.

Mas a gratidão não pode significar silêncio absoluto.

Este ano sente-se menos impacto fora da “bolha eurovisiva”. Menos números. Menos comentários. Menos discussão. E quando não há reação — nem positiva nem negativa — instala-se algo mais preocupante do que a crítica: a indiferença!

Ser fã não é bater palmas a tudo. Também não é declarar derrotas antecipadas. É ter capacidade crítica e exigir que uma competição que já provou ser relevante continue a ambicionar mais. E não custa assumir que isso não está a acontecer, ou, melhor — está a desaparecer.

“Não tem mal nenhum ser fã do Festival e conseguir ter a capacidade de escutar e dizer — não temos canções competitivas. Não compro as opiniões de quem consegue ir para a frente de um ecrã elogiar todas as canções — nem os próprios acreditam nisso”

Portugal pode perfeitamente voltar a alcançar uma final da Eurovisão. Isso não está em causa. O que está em causa é o caminho até lá. Porque o Festival deveria ser um momento de mobilização coletiva, de conversa entre os pares, de um entusiasmo visível — e não um evento que parece voltar a passar mais despercebido.

Não trago fórmulas mágicas. Trago, talvez assim o diga, uma certa inquietação. E acredito que não estou sozinho. Ou pelo menos assim o espero.

Porque, se há algo que permanece, é isto: os fãs continuam aqui. Continuam atentos. Continuam exigentes. E continuam a querer que o Festival cresça — ou, melhor: que não se acomode.

E é precisamente por isso que vale a pena falar. E sim: nós, os fãs, nunca vos abandonaremos, RTP!

Opinião de Pedro Damasceno Lopes (ESC 38N)

[PODCAST] EP. 36 - A maldição do país anfitrião

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Depois da revisão dos escolhidos do passado fim de semana, antevemos as finais nacionais da Áustria, o país anfitrião que parece estar a esforçar-se para não voltar a sê-lo tão depressa, e da Finlândia, que lidera atualmente as casas de apostas.

Se quiserem ouvir a nossa opinião, basta seguirem-nos no Spotify e, sempre que publicarmos um episódio novo, receberão a notificação.


Reino Unido: LOOK MUM NO COMPUTER é escolhido pela BBC para a Eurovisão

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 Apresentado como cantor/compositor experimental, LOOK MUM NO COMPUTER é também um YouTuber de sucesso, somando milhões de visualizações na plataforma.

O Reino Unido parece voltar a surpreender com uma escolha para o Festival Eurovisão da Canção (ESC). Em 2026, a BBC, emissora do país, será representada por LOOK MUM NO COMPUTER, o nome artístico de um jovem cantor/compositor experimental que fez carreira enquanto YouTuber, sendo seguido por alguns milhões.

O artista é também "inventor de máquinas musicais únicas", segundo é dito, e um grande fã da Eurovisão. Muito ligado à eletrónica, a canção que irá apresentar no palco de Viena só será conhecida daqui a umas semanas.

O Reino Unido participa no concurso desde a edição de 1957, contando já com cinco vitórias no Festival (1967,1969, 1976, 1981 e 1997). Em 2025, o país, representado pelo grupo Remember Monday, com o tema "What The Hell Just Happened?", e terminou no 19.º lugar, com 88 pontos.

Recorde "What The Hell Just Happened?":


Fonte e Imagem: BBC
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