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[Especial] ‘Viva, Moldova’: o caos lírico que afinal era genial

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No outro dia apareceu-me um reel de alguém a dissecar a letra da música moldava deste ano, mas numa língua que eu não percebia. Como desocupada que sou, fui fazer a minha pesquisa e trago-a agora até vós.

Foi no dia 28 de março deste ano que foram publicadas as seguintes palavras na rubrica Apreciações Musicais: "Música com toques tradicionais, com um mix ridículo (mas que funciona) de idiomas e frases soltas aleatórias". Podia estar aqui a fazer pouco de um dos meus colegas, mas a verdade é que fui eu a escrever isto sobre a minha música preferida do ano. Volvidos dois meses e um algoritmo minado por coisas moldavas há semanas, descobri que não era bem assim e que "Viva, Moldova" está carregada de significado. 

Isto é um mix entre coisas que li e ouvi e a minha própria interpretação e, portanto, pode estar tudo errado, mas o Satoshi também não há de ver isto e entender português, apesar de nos esquecermos constantemente que o romeno é uma língua muito mais parecida com a nossa do que parece à partida.

Começo já por parabenizar a vírgula a separar o vocativo no título da canção. Se eu estereotipo pessoas e acho que alguém que canta rap não sabe usar pontuação? Sim, mas fui provada errada. O significado da canção é óbvio: uma carta de amor ao seu país. A Moldávia costuma presentear-nos com músicas com toques tradicionais, mas esta elevou isso ao extremo.

"Viva, Moldova" começa com um som que se ouve no aeroporto de Chisinau sempre que um avião parte (para aí de duas em duas horas, que aquilo tem oito portas, se bem me lembro). A canção está escrita em sete línguas, mas prestemos atenção a cinco: romeno, latim, italiano, espanhol e francês. Todas elas são línguas românicas e não creio estarem ali por acaso. Quando pensamos nesta família linguística (e sinto-me ofendida por não haver uma única palavra em português), esquecemo-nos constantemente do romeno, mas há aqui uma tentativa clara de nos lembrar e deixem-me que vos diga que eu tive três anos de francês e acho que consigo perceber mais palavras em romeno.

Soroca, Europa, Palma de Mallorca

Eu achava que estes locais estavam aqui ao acaso. Soroca é uma cidade moldava junto à fronteira com a Ucrânia, um dos pontos mais a leste do país. Por seu lado, Palma de Mallorca é um local que imediatamente identificamos como parte da Europa Ocidental. O próprio autor disse que foi difícil encontrar dois pontos distantes e que tentou com Lisboa, mas não conseguiu rima. Introduzindo a Europa ali no meio, há duas leituras possíveis para o verso:

  1. A Moldávia está há alguns anos a tentar fazer parte da União Europeia e há uma tentativa de aproximação à Europa;
  2. Nós, os ocidentais, temos tendência a achar a Europa de Leste menos que aquela onde vivemos, mas, na verdade, estamos todos no mesmo continente.
Ao colocar as duas cidades na mesma linha que a Europa, Satoshi está visualmente e verbalmente a derrubar fronteiras.

E una e nova, Republica Moldova

Ainda no seguimento do ponto anterior, a Moldávia teve a sua independência da URSS em 1991. Passaram-se apenas 35 anos e, apesar de os anos 90 parecerem já distantes, é muito pouco tempo para um país se consolidar. A arquitetura soviética está por todo o lado, com edifícios enormes e muitos deles abandonados em plena capital e a língua russa ouve-se pelas ruas, mas a Moldávia é um país independente, novo e democrático.

Patria-mamă, te amo, forever ne cheamă (Pátria mãe, amo-te, para sempre nos chama)
La lucru, la zeamă, noi trecem vamă (Ao trabalho, à zeamă, nós passamos a fronteira)
Familia e baza, mi casa es su casa (A família é a base, a minha casa é a tua casa)
Asseyez-vous la masă, şi spune-ne qué pasa (Sentem-se à mesa, e diz-nos o que se passa)

Descobri, há pouco, que o Satoshi é de uma cidade pequena e só nos sítios pequenos é que isto se entende. A casa de uma pessoa é a casa de todas as pessoas e quem cozinha uma zeamă (sopa tradicional moldava) para um, cozinha para a freguesia toda. Mas há também uma forte presença em toda a música da temática da emigração. A Moldávia é o país mais pobre da Europa e, com isso, as pessoas precisam de oportunidades melhores. Nós próprios recebemos tantos moldavos que a companhia aérea moldava tem uma rota Chisinau - Lisboa.

Undeva, undeva, între praf și stele (Algures, algures, entre o pó e as estrelas)
Suntem noi, rătăcit stringând spre ele (Estamos nós, perdidos, a gritar para elas)

Talvez isto já seja abusar, mas o pó é um monte de nada e as estrelas o símbolo europeu a que o país aspira enquanto anda perdido a gritar por nós, que já estamos nesta união maravilhosa.

Segue-se a segunda estrofe com referências à Doina, a música tradicional moldava (o nosso fado, portanto), e à Hora, a dança tradicional que vimos no palco eurovisivo em 2009, e a alguns símbolos da cultura moldava que nós não fazemos ideia do que são, mas que a internet conhece:

  • Maria Mirabela, filme musical de animação de 1981, uma coprodução romeno-soviética que marcou gerações e faz parte da nostalgia infanto-juvenil local;
  • Eugen Doga, um dos compositores mais celebrados do espaço pós-soviético;
  • Grigore Vieru, um dos poetas mais importantes da literatura em língua romena, conhecido pelos seus poemas sobre a pátria e a mãe.

A terminar a estrofe, o vine Moldova, talvez aquilo pelo qual o país é mais conhecido. A Moldávia está repleta de caves de vinho e exporta muito. Diz quem provou que é vinho bom. Eu, como sou forreta, não trouxe nenhum.

Dorule, dorule, du-mă, dorule
Dorule, dorule, du-mă, dorule
Dorule, dorule, du-mă, dorule
Dorule, dorule, dor—


Deixem-me dizer-vos uma coisa que há muitos anos ando a tentar dizer: saudade não é uma palavra intraduzível. Não podemos traduzi-la para muitas línguas, mas há pelo menos outro idioma no mundo que sabe exatamente o que é ter saudade e esse idioma é o romeno. A "dor" deles é a nossa saudade e a "dorule" é uma maneira mais carinhosa de expressar o sentimento. Portanto, aquilo que a Aliona Moon canta do alto do seu vestido é a saudade que todos os que deixaram o seu país sentem.

Eu dei 10 pontos na avaliação que fiz desta música e agora parecem-me poucos. Não que seja uma música revolucionária ou que ele seja o melhor cantor de todos os tempos, mas é uma música repleta de significados sociais e políticos. Como já vos disse, o meu algoritmo tem estado estranhíssimo nas últimas semanas (quase não me aparecem reels de gatos, imaginem) e há uns dias dei com um excerto de uma entrevista do Satoshi em que ele falava tão bem sobre tudo que não podia não ter já 50 anos. É uma pena eu não gostar de rap.

A Moldávia nunca é a minha resposta quando me perguntam qual foi o melhor ou o pior sítio onde estive. Em novembro de 2024 estive em Chisinau durante 24 horas. Tinha ido à Roménia em trabalho e a cidade onde estava ficava mais próxima de Chisinau do que de Bucareste para voltar. Não é um destino famoso nem havia muita coisa para ver, mas posso dizer-vos que tinha vindo de uma semana a lidar com as pessoas mais antipáticas que já tinha conhecido, pessoas que nem bom dia eram capazes de dizer. Na minha cabeça, quanto mais nos desviamos para leste, pior isso fica, mas a Moldávia provou que eu estava errada. 

É uma capital muito diferente, zero pensada para o turismo, mas isso torna-a autêntica. As pessoas falavam connosco, ajudavam-nos (um homem ligou ao dono do Airbnb do seu telemóvel porque nós estávamos perdidas e nem roaming, nem dados, nem nada). Comi bem (7€ uma refeição completa no restaurante mais famoso lá do sítio), trouxe lembranças baratas e andei em transportes públicos de fazer inveja a Lisboa (porque funcionavam, imaginem). Depois desta música, tenho genuína vontade de voltar e ver mais do país.

A Moldávia precisa, agora, de descartar o seu antigo hino nacional, "Dragosteia Din Tei", e passar a adotar "Viva, Moldova". Não acredito que um país tão pequeno nos deu dois hinos tão icónicos. Viva a Moldávia, mesmo.

[Especial] A Eurovisão é Política

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Se a Eurovisão é a celebração de diferentes culturas e línguas, dar o troféu a um país que está a lutar corajosamente pela conservação da sua cultura e da sua língua não é um acto político, mas sim um ato verdadeiro ao que a Eurovisão sempre foi e sempre será.

Um fã da Eurovisão já está acostumado à exaltação de comentários de Facebook que ditam que o determinismo eurovisivo deve-se sempre, e sem excepção, ao grande bicho papão que é a motivação política. A Alemanha recebe 0 pontos em 2015? Ressentimento à Troika. O Reino Unido recebe 0 pontos em 2021? Brexit.


Não vão ler neste artigo um juramento a pés juntos que não existem motivações políticas na Eurovisão. Na realidade, o que vos digo é que deviam haver mais motivações que vão além de apreciar uma canção num programa de televisão, porque devíamos ter feito tudo para evitar ver Israel a ganhar a Eurovisão num pico do genocidio à Palestina ou a Rússia a alcançar o 2º lugar um ano depois de invadir a Crimeia (com uma canção sobre paz e união!).


Existe um equívoco, caros leitores. Um equívoco que é feito em todos os comentários que pedem que a competição seja justa e que ganhe a melhor canção, independente do país. Um equívoco que pode só ser feito por alguém que não compreende a Eurovisão como um evento com bagagem histórica, pesada o suficiente para acrescentar a taxa extra no aeroporto. Um equívoco feito no discurso de vitória do Salvador Da Música Verdadeira Sobral. Equívoco este que convence as suas vítimas que a Eurovisão é uma simples competição de música e não uma celebração cultural complexa.

 

A verdade é que não existe nada que se assemelhe à Eurovisão (e quem tentar contrapor com o Mundial do Chuto na Bola™ por favor faça a fineza de se retirar da conversa). A Eurovisão é o derradeiro contexto de celebração de diferentes culturas, sons, instrumentos, língua, roupas, religiões, sexualidades e identidades de género. É o único contexto em que realmente damos valor ao que nos faz diferente e onde ouvir línguas ocidentais em formato semi-religioso não despoleta a tua vizinha Arlete a chamar a polícia. Onde uma mulher transgênero pode levar o troféu em 1998 e uma mulher com barba pode levantar outro em 2014. Onde temos satanistas e beatos cristãos a partilhar o mesmo palco. Onde ouvimos pela primeira vez tártaro da Crimeia, bretão ou surinamês. Onde queerness está no seu elemento, longe do teu avô sentado no sofá a dizer que antigamente os homens eram machões.


A Eurovisão não é só sobre música (alguém que passe a mensagem ao vencedor da Eurovisão 2017). A Eurovisão tem de ser sempre mais. Deixemo-nos de rodeios: a Ucrânia não venceu porque tinha a melhor canção ou a melhor atuação ou o melhor vocalista. A Ucrânia venceu porque a audiência da Eurovisão é alimentada pelo o que nos é alienígena, mas que nos é querido. A Ucrânia está a defender mais do que o seu pedaço de terra, defendendo a sua língua, os seus costumes, a sua própria identidade soberana e, devo realçar, a sua música. Os Kalush Orchestra são uma ferramenta para nos relembrar que todos estes sabores ucranianos estão em perigo e seria óbvio para os mais atentos que não há nada que a audiência da Eurovisão preze mais.


Não consigo imaginar um futuro para a Eurovisão sem a Ucrânia e, portanto, o meu voto na final da Eurovisão não foi político, foi uma mensagem para o povo ucraniano, espalhado em terras para eles estranhas, que não se encontram sozinhos na luta pela preservação da cultura ucraniana.

[Especial] As reações dos participantes da Final da Eurovisão 2021

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Itália sagrou-se a grande vencedora da Eurovisão 2021, mas muitos dos participantes da grande final do Festival têm vindo a reagir, nas redes sociais, depois da sua participação no palco da Rotterdam Ahoy.

O Festival Eurovisão da Canção (ESC) ruma à Itália, em 2021, depois da vitória dos Måneskin e "Zitti E Buoni", nos Países Baixos. Mas não foram só os membros da banda a reagirem à sua conquista, depois de receberem o troféu de vencedores. Muitos dos participantes da Grande Final da Eurovisão têm vindo a publicar, em várias redes sociais, as suas principais reações, a maioria em forma de agradecimento pelo o apoio garantido por muitos dos fãs da competição.

Måneskin (Itália)

"O rock'n'roll nunca morre, esta noite fizemos história. Amamos-vos."


VICTORIA (Bulgária)

"Obrigada a todos pelo apoio! 🤎🇧🇬 Esta jornada foi tão emocionante e estou orgulhosa de tudo o que conquistámos juntos!

Quero agradecer À BNT e ao Ligna Group por acreditarem em mim e me darem a oportunidade de representar a Bulgária na Eurovisão, e ao nosso patrocinador oficial iCard pelo forte apoio nos últimos dois anos. 🙏

Também quero agradecer à minha equipa, que também esteve sempre lá para mim e que colocou todo o seu coração, força e energia neste projeto! Sem vocês, isto nunca teria sido uma realidade.

Amem as vossas famílias e apreciem cada momento da vida! 🤎"


Destiny (Malta)

"Acordei em #Rotterdam e percebi como sou abençoada por ter participado no Festival Eurovisão da Canção deste ano! Gostaria de agradecer a todos pelo amor e apoio que demonstraram e à minha equipa por me elevar, estou orgulhosa e feliz por ter-vos comigo e tenho mais do que certezas de que a nossa jornada juntos continuará. Por último, mas não menos importante, um grande obrigada a toda a minha família por me apoiar desde o primeiro dia e ao meu avô que assistiu lá de cima... isto foi para ti!"


Daði Freyr (Islândia)

"Muito obrigado!
@eurovision foi uma jornada!
Agradecimentos especiais a @gagnamagnid: @arnyfjola, @stefanhanness, @johannsigurdurr, @huldaluv & @sigrunnbirnaa por terem vindo comigo nesta caminhada. Sigam-nos porque eles são as melhores pessoas!
Foco no futuro!"


Barbara Pravi (França)

"Que espetáculo, que noite e que aventura!!
OBRIGADA, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada por todas as vossas mensagens de amor, estou tão orgulhosa!!!!! 2 º lugar! (...)

Estou orgulhosa, muito orgulhosa não só de trazer este pódio para a França, mas porque o fiz enquanto fui fiel a mim mesma, à mulher e à artista que sou.
Obrigada a toda a equipa @eurovision, vocês foram INCRÍVEIS e tornaram o meu sonho possível ♥ ️

Isso é histórico, e vou guardar no coração os rostos de todos as equipas que aqui se cruzaram e os gritos do público nestes 10 dias.
Vou lembrar-me de que tudo é possível quando se acredita nisso, quando se trabalha, com fé, honestidade e amor.

(...)

Regresso a casa com um 🥈, mas também com 2 prémios (...)! ♥ ️
🇫🇷🕊M E R C I🕊 🇫🇷"


Tusse (Suécia)

"O quatorze agora é o meu número da sorte.☺️ obrigado pelo amor e apoio😍 divertimo-nos loucamente no palco e esta experiência tem sido incrível em todos os sentidos. desculpa, Suécia, mas não foi o top 10.😬 temos sido mimados com artistas fantásticos nos últimos anos (...) obrigado pela vossa confiança e espero que tenham tido uma noite igualmente maravilhosa (...)!!"


Jendrik (Alemanha)

"Oh, pessoal, obrigado pelas mensagens amáveis!!! Sinceramente, eu já tinha pensado que isto poderia acontecer, mas conseguir uma boa classificação nunca foi o motivo pelo qual eu quis participar no ESC - mas vocês todos sabem disso - eu queria participar para vivenciar este evento pessoalmente - celebrações de música, culturas, e comunidade ♥ ️ ♥ ️ ♥ ️ VAMOS COMEÇAR ESTE NOVO CAPÍTULO"


Stefania (Grécia)

"Senti-me tão bem e tão honrada em segurar esta bela bandeira 🇬🇷 🤍(...)💙 Muito obrigada por todo o apoio!!! Significa o mundo para mim 💙"


Natalia Gordienko (Moldávia)

"Quero expressar a minha imensa gratidão a todos os que me apoiaram e votaram! Senti o vosso apoio (...)! 🇲🇩🙏🏻
⠀
Obrigada à minha equipa fantástica - vocês são a minha grande e talentosa família!
Amo-vos muito!
Nada aconteceria sem vocês! Obrigada, meus amores Philipp Kirkorov, Dimitris Kontopoulos, @fokasevagelinos, Gutserievmedia por acreditarem em mim, confiarem em mim, pela experiência inestimável e por tornarem o meu sonho realidade! Tudo se realizou apenas graças a vocês!
(...)
Em breve estarei em casa a abraçar o meu filho. Estamos muito cansados mas nunca vou esquecer estes dias maravilhosos! Foram os mais difíceis da minha vida dada a situação e as medidas anti-Covid. (...) Fizemos tudo para representear a Moldávia com honra e orgulho. E sinceramente acredito que tudo correu bem! Amo-vos! ❤️"


The Roop (Lituânia)

"Foi uma honra enorme representar a Lituânia em um dos maiores programas de TV do mundo. Fomos vistos por muitos olhos. Obrigado por um fluxo interminável de saudações! Agradecimentos especiais a todos os telespectadores. Vocês são a razão de termos ido à Eurovisão. É apenas o começo da nossa jornada musical. Let's discoteque! 🖖💜"


Blind Channel (Finlândia)

"Obrigado por uma viagem inesquecível Eurovisão e todos ao redor do mundo que assistiram 🖤 Para todos os novos seguidores, bem-vindos ao #violentpoprevolution. (...)"


Elena Tsagrinou (Chipre)

"Amo-vos muito!!!! ❤️‍🔥 obrigada por nos apoiarem!!! Vou manter-vos no meu coração... Vejo-vos em breve... (...)"


Hooverphonic (Bélgica)

"Foi uma jornada louca, mas valeu a pena!
Espero ver-vos novamente em breve! ❤️🎶🇧🇪"


Anxhela Peristeri (Albânia)

"Obrigada do fundo do coração por cada mensagem que enviada e por cada cêntimo gasto para votar a favor da Albânia na Eurovisão! Estou muito grata e sinceramente é a sensação mais linda que experimentei ao longo da minha carreira! Foi uma super experiência que com certeza faria de novo e de novo, e vou sentir falta desta sensação (...)! Amo-vos muito ! ❤️ (...) Para todos os que escreveram que é tudo político, não fiquem chateados, garanto que não estou chateada de forma alguma! Gostei muito da noite passada e o resultado não me afetou, sei quem eu sou, o que estou a apresentar e o que mereço (...) Obrigada por estarem orgulhosos de mim 🙏🙏🙏🇦🇱🇦🇱🇦🇱"


Blas Cantó (Espanha)

"Transformei a dor em música e a música fez o meu coração bater novamente. Esta viagem pelo Eurovisão ensinou-me que a disciplina é a única ferramenta para manter uma carreira.

(...) Representei a Espanha, o meu país, por dois anos consecutivos. É algo com o qual sonhei quando era criança e, mais uma vez, o Universo quis realizar-me esse desejo.

Provavelmente foi o desafio mais difícil de toda a minha vida. Já me mostrei ao mundo quando me sentia mais vulnerável, tentando conter as emoções a cada momento; desde o momento em que saí da cama até à hora de dormir.

Sempre fui um livro aberto e se minha história ajudou alguém em algum canto do planeta, estou mais do que satisfeito.

Mãe da minha alma, mãe da minha vida, mãe do meu coração... nós conseguimos. E nada nem ninguém pode apagá-lo.

✨"


Senhit (São Marino)

"Ainda tenho o coração a sair do peito com ALEGRIA🙏🏾❤️
Estou tão FELIZ e ABENÇOADA que ainda sinto o vosso amor, apoio e entusiasmo forte.
Para todos os meus fãs pelo mundo VOCÊS são a minha ADRENALINA💪🏽❤️
(...)
À paixão, dedicação e paciência nestes dias muito complicados e difíceis em Roterdão (...) OBRIGADA🙏🏾
À equipe social e de imprensa (...)
A @biondaphne e @anne_georgine, os melhores voluntários do #eurovision!
Por último mas não menos importante
Um grandeee OBRIGADA a @official_flo
Nós incendiámos o palco🙌🏾🤟🏽❤️
Pessoal, continuem loucos e mantenham a adrenalina alta🙏🏾"


Jeangu Macrooy (Países Baixos)

"Que equipa, que equipa! Estou profundamente grato pela  jornada. Nas últimas semanas, partilhámos tantos momentos lindos. Todas os risos, as boas conversas, as lágrimas, os abraços, a dança: nunca vou esquecê-los. Lobi, lobi, lobi! ❤️"


Imagem: Eurovision.tv
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