ESC 2027: RTÉ confirma que Irlanda continuará de fora da Eurovisão

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 A Irlanda vai continuar de fora do Festival da Eurovisão. A RTÉ, emissora nacional, já confirmou que o país não regressará em 2027, depois do boicote feito este ano, pela presença de Israel.


A RTÉ, emissora nacional da Irlanda, confirmou na manhã desta quinta-feira, 17 de setembro, que o país não irá participar no Festival Eurovisão da Canção (ESC), 2027 e que também não irá transmitir a competição.

Em comunicado, a emissora afirmou que a sua posição sobre a participação "mantém-se inalterada", citando a contínua situação vivida em Gaza, e a crise humanitária na região.

A RTÉ declarou ainda estar "profundamente preocupada" com a persistente negação de acesso independente a jornalistas internacionais ao território, acrescenta.

Recorde que a decisão surge na sequência do boicote da RTÉ este ano, depois de a União Europeia de Radiodifusão (EBU/UER) ter confirmado que a emissora pública israelita KAN seria autorizada a participar.

A Irlanda foi um dos cinco países, juntamente com a Islândia, os Países Baixos, a Eslovénia e Espanha, que não participaram no concurso deste ano.

Em 2027, a competição terá lugar em Burgas, na Bulgária, com a Grande Final a ser realizada na Arena Burgas, no dia 15 de maio. As semifinais terão lugar nos dias 11 e 13 de maio.



Fonte: RTÉ/ Imagem: Chronicle Live 

Países Baixos: AVROTROS não participa no ESC 2027. Decisão caberá agora a outras emissoras

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 A AVROTROS, televisão pública dos Países Baixos a participar na Eurovisão, confirmou que não irá regressar ao concurso, 'entregando' a responsabilidade da representação do país à NPO e a outras emissoras.


Ainda não é certo que os Países Baixos estejam representados no próximo Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2027. Para já, a AVROTROS, uma das emissoras públicas do país inscrita na EBU/UER e responsável pela representação da nação já referiu que, depois do boicote em 2026, continuará de fora.

"A AVROTROS não participará [...] porque o evento já não pode ser considerado neutro, com um país participante ainda envolvido num conflito militar de grande escala", salientaram, em comunicado.



Tal quererá dizer, agora, que a decisão do país fica entregue à NPO, do grupo de media do país. O canal poderá selecionar outra televisão que decida pela ida até Burgas, na Bulgária, no próximo ano, ou que se mantenha de fora por mais um ano. 

Os Países Baixos foram os primeiros a anunciar, ainda em 2025, a retirada do ESC 2026 muito à base da possibilidade de presença de Israel. A eles juntaram-se Espanha, Irlanda, Eslovénia e Islândia, cujas decisões sobre 2027 também ainda não são conhecidas.

Nos últimos dias, tinha chegado a surgir, inclusive, rumores de um possível regresso dos Países Baixos no próximo ano.

Fonte: AVROTROS/ Imagem: Euronews

Bulgária: diretora da BNT justifica escolha de Burgas como sede do ESC 2027

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 A decisão sobre a escolha de Burgas como anfitriã da Eurovisão 2027 - em vez da capital, Sófia - continua a deixar muitos surpreendidos, e 'obrigou' a um esclarecimento por parte da diretora da BNT, emissora nacional do país.

Depois de a cidade búlgara de Burgas ter sido anunciada como anfitriã do Festival Eurovisão da Canção do próximo ano, a diretora-geral da televisão pública do país revelou agora alguns dos motivos que fizeram a cidade costeira do Mar Negro levar a melhor sobre as restantes candidatas.

Segundo Milena Milotinova, a candidatura de Burgas destacou-se pela capacidade de apresentar uma proposta integrada para receber não apenas os três espetáculos televisivos, mas toda a experiência Eurovisão.

A organização avaliou vários aspetos, incluindo a infraestrutura disponível, logística, transportes, alojamento e capacidade da cidade para receber milhares de fãs, artistas e profissionais durante vários dias. A localização da cidade junto ao Mar Negro também contribui para uma identidade própria da edição de 2027, é salientado.

Para além disso, a Arena Burgas também levou a melhor contra a Arena 8888, em Sófia, já que foi construída apenas em 2023 foi considerado adequado às exigências técnicas e de produção de um espetáculo desta dimensão. Ainda que, até então, nunca tenha recebido um concerto ou espetáculo musical.

Fonte: Eurovoix

ESC 2027: EBU prepara mudanças no sistema de votação para o próximo ano

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 Os últimos dias têm sido marcados por notícias sobre alegadas alterações para a Eurovisão 2027, que se irá realizar em Burgas, na Bulgária.

Ainda restam confirmações oficiais mas as notícias mais recentes dão conta de várias alterações para a próxima edição do Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2027. Depois das já anunciadas de forma oficial pela EBU/UER, sobre a questão de países envolvidos em conflitos, e também sobre a idade obrigatória à participação, há mais mudanças a caminho.

Agora, relacionadas com a forma como os fãs votam durante o Festival. O órgão máximo do certame estará a estudar novas regras para tentar reduzir a influência do chamado “voto político” e de campanhas organizadas que incentivam os espectadores a votar repetidamente num determinado país.

Segundo a BBC, a EBU apresentou às estações participantes um conjunto de propostas que poderá alterar significativamente o atual sistema de votação.

Uma das principais alterações em estudo passa por acabar com a possibilidade de concentrar vários votos no mesmo país. Em vez de poder votar repetidamente no seu favorito, o espectador teria de escolher pelo menos três países diferentes - algo que já acontece, por exemplo, na Eurovisão Júnior, e que poderá também ser implementado, antes, na Eurovisão Ásia.

A medida pretende tornar os resultados mais equilibrados e reduzir o impacto de campanhas que incentivam grandes grupos de pessoas a votar em massa num único concorrente.

A EBU estará ainda a analisar a possibilidade de transferir todo o processo de votação do público para uma plataforma online.

O objetivo seria reforçar os mecanismos de controlo e tornar mais difícil a utilização de sistemas destinados a multiplicar artificialmente o número de votos.

Fonte: BBC/ Imagem: Getty

Bulgária: Burgas é a cidade anfitriã da Eurovisão 2027

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 A especulação criada nos últimos dias acabou por se confirmar - a EBU e a BNT já revelaram que Burgas é a cidade escolhida para acolher a Eurovisão em 2027.

As últimas semanas foram marcadas por uma enorme especulação e por um 'revés' em termos de apostas sobre qual a cidade que seria escolhida para sediar o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2027 na Bulgária... e eis chegada a confirmação!

Depois de vários rumores, a cidade costeira de Burgas foi mesmo escolhida pela BNT e pela EBU/UER para acolher o Festival do próximo ano, que irá acontecer a 11 e 13 de maio (semifinais), com a grande final agendada para 15 de maio de 2027.

A Arena Burgas será selecionada como palco principal para os espetáculos, uma sala com capacidade normal para 4 mil pessoas, capacidade que pode aumentar para 6 mil - ou até 15 mil para concertos de plateia em pé.



Como apresentado na conferência de imprensa sobre a revelação, na manhã desta quinta-feira, 13 de agosto, a escolha não foi automática. Burgas foi selecionada através de um "processo competitivo que envolveu quatro cidades búlgaras".

Além de Burgas, apresentaram candidaturas Sófia, Plovdiv e Varna. Uma equipa internacional constituída por representantes da EBU e da BNT, especialistas com experiência em anteriores edições da Eurovisão e elementos ligados à organização avaliou as propostas, visitou os recintos e analisou vários aspetos das candidaturas.

Entre os fatores que terão pesado na decisão estiveram a capacidade técnica da Arena Burgas, mas também um "compromisso da autarquia da cidade" em ajustar a oferta de alojamento, transportes, assim como as parcerias com ligações internacionais. Ainda a "visão apresentada para transformar a cidade numa parte integrante da experiência Eurovisão".

A escolha não deixa de surpreender, sobretudo considerando que a capital, Sófia - que já tinha sediado a Eurovisão Júnior em 2015 - e que sempre se apresentou como a grande favorita, dadas as suas facilidades, acaba por ser eliminada apesar de todas as propostas apresentadas.

Fonte: BNT e EBU/UER/ Imagem: Getty Images

ESC 2027: edição vai contar com novas regras

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 A EBU anunciou novas regras para o Festival Eurovisão, que serão aplicadas já na edição de 2027.

Durante a revisão anual da European Broadcasting Union (EBU), organismo máximo de radiodifusão, em relação Festival Eurovisão da Canção, foram aprovadas diversas alterações às regras do certame, a serem implementadas já na edição do próximo ano, que se realizará na Bulgária.

Uma das principais alterações está relacionada com a organização do concurso pelo país vencedor. A partir de 2027, a emissora vencedora ficará automaticamente impedida de sediar o concurso, caso se considere existir no país um conflito armado, uma situação geopolítica sensível ou outra circunstância que afete a segurança ou estabilidade desse país ou das regiões envolventes. Caso seja determinada a não organização pela emissora vencedora, a EBU elegerá uma outra emissora anfitriã que assumirá todos os direitos, obrigações e responsabilidades associados à organização, produção e realização do certame, organizando este em nome próprio e não em representação da emissora vencedora do ano anterior.

Outra das alterações mais relevante está relacionada com o áudio e com o uso de coros pré gravados. Faixas de apoio e elementos pré gravados podem ser usados de acordo com as regras, mas o vocalista principal deve ser o único elemento que executa a melodia principal, sendo que os coros de apoio e elementos pré-gravados não podem substituir ou auxiliar indevidamente a performance vocal ao vivo.

Uma outra mudança relevante diz respeito à idade mínima dos participantes. A partir da edição de 2027, todos os artistas em palco terão de ter pelo menos 18 anos no dia do primeiro ensaio, sendo que, até à edição de 2026, a idade mínima era 16 anos. De acordo com a EBU, esta regra foi alterada para continuar o trabalho já realizado pelos organizadores, de modo a proteger artistas mais jovens das pressões associadas à competição.

Fonte e Imagem: Eurovoix

JESC 2026: 16 países confirmados

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Estão confirmados quantos e quais os países a concurso na Eurovisão Júnior (JESC) de 2026. São, ao todo, 16 participantes.

Além de Portugal, há mais 15 países a concurso na edição deste ano do JESC, a realizar-se em Ta' Qali, Malta, depois da vitória francesa em 2025. Entre os concorrentes, destaque para as saídas de Azerbaijão e Croácia, que tinham voltado no ano passado.

Malta recebe o concurso pela 3.ª vez, depois de 2014 e 2016. O Festival Eurovisão da Canção Júnior decorre, este ano, mais cedo que o habitual, a 24 de outubro, às 20 horas (hora de Lisboa). 

Fonte/Imagem: eurovision.com


ESC 2027: Burgas e Sófia na corrida para sediar a Eurovisão no próximo ano

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 A EBU/UER já anunciou a lista final de cidades que continuam na corrida para sediar a Eurovisão em 2027: Burgas ou a capital Sófia.

A organização da Eurovisão deu mais um passo na preparação da edição de 2027. A emissora pública búlgara BNT e a União Europeia de Radiodifusão (EBU/UER) anunciaram que Sófia e Burgas são as duas cidades finalistas na corrida para acolher o Festival do próximo ano.

Plovdiv e Varna ficaram pelo caminho e deixaram de fazer parte da corrida, como é deixado em nota num comunicado avançado esta segunda-feira, 13 de julho.

A decisão surge após a conclusão da primeira fase do processo de seleção da cidade anfitriã, que avaliou critérios como as características técnicas dos recintos propostos, a capacidade de organização do evento, a infraestrutura disponível e o cumprimento dos requisitos exigidos pela EBU.


Fonte: EBU/UER/ Imagem: Getty 

ESC 2027: EBU confirma a participação do Canadá na Eurovisão do próximo ano

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A EBU/UER acaba de anunciar que o Canadá irá participar na Eurovisão 2027, depois de a CBC/Radio-Canada, emissora do país, se ter tornado membro-efetivo da União Europeia de Radiodifusão.

Rumores iniciais que não demoraram muito tempo a ficarem confirmados: o Canadá vai mesmo participar na Eurovisão no próximo ano, na Bulgária.

Depois da Austrália ter sido o último país a estrear-se pela primeira vez na competição, em 2015, a EBU/UER confirma agora a entrada do Canadá, depois de a emissora do país CBC7Radio-Canada se ter tornado membro-efetivo da União Europeia de Radiodifusão.

Em comunicado, é salientado: "O interesse e o entusiasmo dos canadianos pela Eurovisão são grandes. Para a 70ª edição do Festival Eurovisão da Canção, em maio, o Canadá ficou entre os 3 países que mais votaram enquanto Resto do Mundo, no televoto", assim como os que mais "compraram bilhetes", para os espetáculos ao vivo.

Marie-Philippe Bouchard, presidente e CEO da CBC/Radio-Canada, afirmou: "Neste que é o Dia do Canadá, enquanto celebramos com os canadianos de todo o país e de todo o mundo a riqueza e a diversidade da cultura canadiana, estamos muito entusiasmados por confirmar que traremos o maior evento de música ao vivo do mundo para a nossa população".

Martin Green CBE, Diretor do Festival Eurovisão da Canção na EBU, acrescentou: "Estamos absolutamente encantados por dar as boas-vindas à CBC/Radio-Canada à família do Festival Eurovisão da Canção – mais um sinal de que, embora tenha nascido na Europa, o Festival continua a acolher o mundo".


Fonte e Imagem: EBU 

ESC 2027: Grécia mantém-se em competição

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A ERT confirmou que pretende competir na edição do próximo ano da Eurovisão.

A emissora pública grega, Ellinikí Radiofonía Tileórasi (ERT), confirmou que se vai manter em competição no Festival Eurovisão da Canção (ESC). Konstantinos Tsolakis, diretor interino de comunicações corporativas da emissora, anunciou ainda que o Sing for Greece se manterá com seletiva para o festival.

A Grécia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1974 e já ganhou uma vez: em 2005, com Helena Paparizou e a canção "My Number One". Em 2026, o país foi representado por Akylas, com o tema "Ferto", ficando no 10.º lugar da Final com 220 pontos.

Reveja "Ferto":


Fonte e Imagem: Eurovoix/Vídeo: Eurovision.tv

ESC 2027: Noruega confirma presença

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A emissora estatal da Noruega confirmou que se vai fazer representar no Festival Eurovisão 2027.

Norsk Rikskringkasting (NRK), emissora pública da Noruega confirmou a sua participação no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2027, tendo aberto as inscrições para o Melodi Grand Prix (MGP), famoso festival que será, uma vez mais, usado como método de seleção para o certame eurovisivo.

A Noruega participou pela primeira vez em 1960, tendo vencido o concurso três vezes (1985, 1995 e 2009). Apesar das suas vitórias, a Noruega possui o título de "país que mais vezes atingiu o último lugar na competição", somando ao todo cerca de onze últimos lugares. Em 2026, o país foi representado por JONAS LOVV e "YA YA YA", tendo terminado em 14.º lugar da Final, com 134 pontos.

Recorde "YA YA YA":


Fonte e Imagem: Eurovoix/Vídeo: Eurovision.tv

ESC 2027: Reino Unido confirma participação

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A emissora nacional britânica confirmou a participação do Reino Unido no Festival Eurovisão 2027.

O Reino Unido vai competir no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2027, de acordo com Niall Hay, chefe de imprensa da delegação do país. No entanto, não foram avançados quaisquer detalhes em relação ao método de seleção dos seus participantes.

O Reino Unido participa no concurso desde a edição de 1957, contando já com cinco vitórias no Festival (1967,1969, 1976, 1981 e 1997). Em 2026, o país, representado por LOOK MUM NO COMPUTER, com o tema "Eins, Zwei, Drei", e terminou no 25º (e último) lugar, com 1 ponto.

Recorde "Eins, Zwei, Drei":


Fonte e Imagem: Eurovoix/Vídeo: Eurovision.tv

França: Alec e "Ta' Qali" representam país no JESC 2026

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Alec Burette vai defender as cores de França na Eurovisão Júnior 2025 com o tema "Ta' Qali".

A emissora pública de França, France Télévisions, já deu a conhecer o nome do seu representante para a edição deste ano do Festival Eurovisão da Canção Júnior (JESC), a realizar-se a 24 de outubro em Malta: Alec Burette. O jovem artista subirá ao palco com a canção "Ta' Qali", que será revelada oportunamente.

A França estreou-se no Festival Eurovisão da Canção Júnior em 2004 e já venceu o concurso por quatro vezes: em 2020, com Valentina e "J'imagine", em 2022, com Lissandro e "Oh Maman!", em 2023, com Zoé Clauzure e "Cœur", e em 2025, com Lou Deleuze e "Ce Monde". Em 2025, o país alcançou a vitória tendo arrecadado um total de 248 pontos.

Recorde "Ce Monde":


Fonte e Imagem: That Eurovision Site/Vídeo: JuniorEurovision.tv

EYM 2026: Polónia vence a Eurovisão Jovens Músicos deste ano

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 A Polónia vence a Eurovisão Jovens Músicos 2026, com Michał Stochel, jovem acordionista de 18 anos. A Letónia ficou em segundo e a Arménia, país anfitrião, em terceiro. Portugal esteve representado por Beatriz Li Rosão, violinista, que ficou fora do pódio.

Decorreu este sábado, 6 de junho, a partir de Yerevan, capital da Arménia, a edição de 2026 do Festival Eurovisão de Jovens Músicos, com 11 países a concurso. Avaliados por um painel de quatro jurados, o certame foi vencido pela Polónia, representada por Michał Stochel, jovem acordionista de 18 anos, que interpretou o terceiro andamento de Concerto Classico, de Mikołaj Majkusiak.

Em segundo lugar ficou a Letónia, com Sonja Misiņa e a interpretação, na marimba, de uma peça de Emmanuel Séjourné, e em terceiro ficou a representante da casa, Elen Virabyan, de apenas 15 anos (a mais jovem em competição), a tocar flauta.

Portugal regressou à competição e subiu a palco com a interpretação, ao violiono, com o terceiro andamento do Concerto em Dó Maior, pela parte de Beatriz Li Rosão.

Fonte: EBU/ Imagem: Eurovoix

ESC 2026: Eurovisão perde 35 milhões de espetadores

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Depois de várias semanas de espera, a EBU revelou o número total de espetadores da Eurovisão 2026: 131 milhões.

Depois de um anunciado boicote, as audiências da Eurovisão 2026 desceram face aos anos anteriores e foram de 131 milhões a nível mundial. Valores como as visualizações únicas do youtube (4,6%) e o número de países votantes (148) subiram face ao ano passado, mas na métrica que mais importa, a Eurovisão perdeu cerca de 35 milhões de espetadores quando comparamos com a edição de 2025. 

Nos últimos anos, as audiências da Eurovisão têm-se situado na casa dos 160 milhões, portanto, esta é uma descida acentuada, sobretudo depois das saídas de cinco países e dos boicotes anunciados por muitos fãs. 

Mas enquanto os islandeses optaram por ficar de fora, os restantes nórdicos estiveram em frente à TV a acompanhar tudo, com shares bastante altos: Finlândia (92.8%), Suécia (85.5%), Noruega (83.4%) e Dinamarca (79%). Pelo contrário, registaram-se grandes descidas em alguns países: Polónia (-3.8 milhões), Reino Unido (-3.7 milhões) e França (-3.3 milhões).

O relatório da EBU destaca ainda a forte presença no digital, com mais interações nas várias plataformas. Pode ler o relatório completo aqui.

Em Portugal, não chegaram a ser meio milhão os acompanhantes da grande final, registando-se um resultado pior do que em 2019, último ano em que não conseguimos qualificar-nos para a final. 

Fonte e imagem: EBU

[Especial] ‘Viva, Moldova’: o caos lírico que afinal era genial

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No outro dia apareceu-me um reel de alguém a dissecar a letra da música moldava deste ano, mas numa língua que eu não percebia. Como desocupada que sou, fui fazer a minha pesquisa e trago-a agora até vós.

Foi no dia 28 de março deste ano que foram publicadas as seguintes palavras na rubrica Apreciações Musicais: "Música com toques tradicionais, com um mix ridículo (mas que funciona) de idiomas e frases soltas aleatórias". Podia estar aqui a fazer pouco de um dos meus colegas, mas a verdade é que fui eu a escrever isto sobre a minha música preferida do ano. Volvidos dois meses e um algoritmo minado por coisas moldavas há semanas, descobri que não era bem assim e que "Viva, Moldova" está carregada de significado. 

Isto é um mix entre coisas que li e ouvi e a minha própria interpretação e, portanto, pode estar tudo errado, mas o Satoshi também não há de ver isto e entender português, apesar de nos esquecermos constantemente que o romeno é uma língua muito mais parecida com a nossa do que parece à partida.

Começo já por parabenizar a vírgula a separar o vocativo no título da canção. Se eu estereotipo pessoas e acho que alguém que canta rap não sabe usar pontuação? Sim, mas fui provada errada. O significado da canção é óbvio: uma carta de amor ao seu país. A Moldávia costuma presentear-nos com músicas com toques tradicionais, mas esta elevou isso ao extremo.

"Viva, Moldova" começa com um som que se ouve no aeroporto de Chisinau sempre que um avião parte (para aí de duas em duas horas, que aquilo tem oito portas, se bem me lembro). A canção está escrita em sete línguas, mas prestemos atenção a cinco: romeno, latim, italiano, espanhol e francês. Todas elas são línguas românicas e não creio estarem ali por acaso. Quando pensamos nesta família linguística (e sinto-me ofendida por não haver uma única palavra em português), esquecemo-nos constantemente do romeno, mas há aqui uma tentativa clara de nos lembrar e deixem-me que vos diga que eu tive três anos de francês e acho que consigo perceber mais palavras em romeno.

Soroca, Europa, Palma de Mallorca

Eu achava que estes locais estavam aqui ao acaso. Soroca é uma cidade moldava junto à fronteira com a Ucrânia, um dos pontos mais a leste do país. Por seu lado, Palma de Mallorca é um local que imediatamente identificamos como parte da Europa Ocidental. O próprio autor disse que foi difícil encontrar dois pontos distantes e que tentou com Lisboa, mas não conseguiu rima. Introduzindo a Europa ali no meio, há duas leituras possíveis para o verso:

  1. A Moldávia está há alguns anos a tentar fazer parte da União Europeia e há uma tentativa de aproximação à Europa;
  2. Nós, os ocidentais, temos tendência a achar a Europa de Leste menos que aquela onde vivemos, mas, na verdade, estamos todos no mesmo continente.
Ao colocar as duas cidades na mesma linha que a Europa, Satoshi está visualmente e verbalmente a derrubar fronteiras.

E una e nova, Republica Moldova

Ainda no seguimento do ponto anterior, a Moldávia teve a sua independência da URSS em 1991. Passaram-se apenas 35 anos e, apesar de os anos 90 parecerem já distantes, é muito pouco tempo para um país se consolidar. A arquitetura soviética está por todo o lado, com edifícios enormes e muitos deles abandonados em plena capital e a língua russa ouve-se pelas ruas, mas a Moldávia é um país independente, novo e democrático.

Patria-mamă, te amo, forever ne cheamă (Pátria mãe, amo-te, para sempre nos chama)
La lucru, la zeamă, noi trecem vamă (Ao trabalho, à zeamă, nós passamos a fronteira)
Familia e baza, mi casa es su casa (A família é a base, a minha casa é a tua casa)
Asseyez-vous la masă, şi spune-ne qué pasa (Sentem-se à mesa, e diz-nos o que se passa)

Descobri, há pouco, que o Satoshi é de uma cidade pequena e só nos sítios pequenos é que isto se entende. A casa de uma pessoa é a casa de todas as pessoas e quem cozinha uma zeamă (sopa tradicional moldava) para um, cozinha para a freguesia toda. Mas há também uma forte presença em toda a música da temática da emigração. A Moldávia é o país mais pobre da Europa e, com isso, as pessoas precisam de oportunidades melhores. Nós próprios recebemos tantos moldavos que a companhia aérea moldava tem uma rota Chisinau - Lisboa.

Undeva, undeva, între praf și stele (Algures, algures, entre o pó e as estrelas)
Suntem noi, rătăcit stringând spre ele (Estamos nós, perdidos, a gritar para elas)

Talvez isto já seja abusar, mas o pó é um monte de nada e as estrelas o símbolo europeu a que o país aspira enquanto anda perdido a gritar por nós, que já estamos nesta união maravilhosa.

Segue-se a segunda estrofe com referências à Doina, a música tradicional moldava (o nosso fado, portanto), e à Hora, a dança tradicional que vimos no palco eurovisivo em 2009, e a alguns símbolos da cultura moldava que nós não fazemos ideia do que são, mas que a internet conhece:

  • Maria Mirabela, filme musical de animação de 1981, uma coprodução romeno-soviética que marcou gerações e faz parte da nostalgia infanto-juvenil local;
  • Eugen Doga, um dos compositores mais celebrados do espaço pós-soviético;
  • Grigore Vieru, um dos poetas mais importantes da literatura em língua romena, conhecido pelos seus poemas sobre a pátria e a mãe.

A terminar a estrofe, o vine Moldova, talvez aquilo pelo qual o país é mais conhecido. A Moldávia está repleta de caves de vinho e exporta muito. Diz quem provou que é vinho bom. Eu, como sou forreta, não trouxe nenhum.

Dorule, dorule, du-mă, dorule
Dorule, dorule, du-mă, dorule
Dorule, dorule, du-mă, dorule
Dorule, dorule, dor—


Deixem-me dizer-vos uma coisa que há muitos anos ando a tentar dizer: saudade não é uma palavra intraduzível. Não podemos traduzi-la para muitas línguas, mas há pelo menos outro idioma no mundo que sabe exatamente o que é ter saudade e esse idioma é o romeno. A "dor" deles é a nossa saudade e a "dorule" é uma maneira mais carinhosa de expressar o sentimento. Portanto, aquilo que a Aliona Moon canta do alto do seu vestido é a saudade que todos os que deixaram o seu país sentem.

Eu dei 10 pontos na avaliação que fiz desta música e agora parecem-me poucos. Não que seja uma música revolucionária ou que ele seja o melhor cantor de todos os tempos, mas é uma música repleta de significados sociais e políticos. Como já vos disse, o meu algoritmo tem estado estranhíssimo nas últimas semanas (quase não me aparecem reels de gatos, imaginem) e há uns dias dei com um excerto de uma entrevista do Satoshi em que ele falava tão bem sobre tudo que não podia não ter já 50 anos. É uma pena eu não gostar de rap.

A Moldávia nunca é a minha resposta quando me perguntam qual foi o melhor ou o pior sítio onde estive. Em novembro de 2024 estive em Chisinau durante 24 horas. Tinha ido à Roménia em trabalho e a cidade onde estava ficava mais próxima de Chisinau do que de Bucareste para voltar. Não é um destino famoso nem havia muita coisa para ver, mas posso dizer-vos que tinha vindo de uma semana a lidar com as pessoas mais antipáticas que já tinha conhecido, pessoas que nem bom dia eram capazes de dizer. Na minha cabeça, quanto mais nos desviamos para leste, pior isso fica, mas a Moldávia provou que eu estava errada. 

É uma capital muito diferente, zero pensada para o turismo, mas isso torna-a autêntica. As pessoas falavam connosco, ajudavam-nos (um homem ligou ao dono do Airbnb do seu telemóvel porque nós estávamos perdidas e nem roaming, nem dados, nem nada). Comi bem (7€ uma refeição completa no restaurante mais famoso lá do sítio), trouxe lembranças baratas e andei em transportes públicos de fazer inveja a Lisboa (porque funcionavam, imaginem). Depois desta música, tenho genuína vontade de voltar e ver mais do país.

A Moldávia precisa, agora, de descartar o seu antigo hino nacional, "Dragosteia Din Tei", e passar a adotar "Viva, Moldova". Não acredito que um país tão pequeno nos deu dois hinos tão icónicos. Viva a Moldávia, mesmo.

[PODCAST] EP. 49 - Últimos lamentos da temporada

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É o último episódio da tempora e, por isso mesmo, fazemos uma espécie de balanço do que foi esta Eurovisão, do que fica e do que será o futuro. 

Se quiserem ouvir a nossa opinião, basta seguirem-nos no Spotify e, sempre que publicarmos um episódio novo, receberão a notificação. 



Portugal: Salvador Rio representa o país na Eurovisão Júnior 2026

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Salvador Rio é o grande vencedor da edição portuguesa do The Voice Kids e vai representar o país na Eurovisão Júnior 2025.


Pela sexta vez consecutiva, o The Voice Portugal Kids voltou a selecionar o representante de Portugal para o Festival Eurovisão da Canção Júnior (JESC). O jovem artista Salvador Rio foi o vencedor da mais recente edição do formato e vai defender as cores portuguesas no certame infantojuvenil, em Valleta, Malta, em outubro deste ano.

Salvador pertencia à equipa do mentor Diogo Piçarra. A canção a defender no JESC será conhecida mais perto da data da competição internacional, tal como tem acontecido nos últimos anos.

Portugal estreou-se no Festival Eurovisão da Canção Júnior em 2006, sendo que a melhor posição que conseguiu atingir foi um 2.º lugar, em 2024, com a canção "Esperança", interpretada por Victoria Nicole. Em 2025, o país, representado por Inês Gonçalves e "Para Onde Vai o Amor", alcançando o 13.º lugar, com um total de 73 pontos.

Recorde a prestação de Inês Gonçalves:


Fonte e Imagem: RTP

[Crónica] Tragam a Rússia de volta!

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Não sei se estiveram atentos às coisas que nos foram dizendo os organizadores da Eurovisão durante a edição deste ano, mas resume-se tudo numa frase: a Eurovisão não é um concurso político.

Temos reparado nisso ao longo dos anos. Não consigo, assim de repente, lembrar-me de nenhuma música com conteúdo político que tenha pisado o palco eurovisivo. Quando os Homens da Luta, em 2011, falavam do povo andar a gritar nas ruas, referiam-se aos bons tempos em que o Benfica era campeão nacional e o pessoal ia para o Marquês de Pombal festejar. Quando os lituanos de 2010 cantaram "No sir, we're not equal, no, though we're both from the EU" devem ter-se enganado, porque não eram totalmente fluentes em inglês. Quando os Zdob și Zdub voltaram ao concurso em 2022, a música não tinha nada a ver com a união entre Roménia e Moldávia. Podia estar nisto o dia todo. A única música política dos últimos anos era a da Geórgia em 2009 e, como isto não é um festival político, acabou desqualificada.

Se pensarem nas pessoas que vos rodeiam, não há muitas às quais possam dizer "olha, sempre que vejo qualquer coisa sobre isto, lembro-me de ti", mas eu sou uma dessas pessoas (e vocês também devem ser, se estão a ler coisas num site sobre a Eurovisão). Qualquer pessoa que me conheça minimamente há de lembrar-se de mim como "aquela que vê a Eurovisão". Não é necessariamente uma caraterística digna de aplausos, mas é o que temos.

O problema é que eu já não quero ser "aquela que vê a Eurovisão", mas não consigo não a ver. Este ano foi peculiar. Percebi que houve muita gente a "boicotar" o concurso não fazendo conteúdo sobre o mesmo. É engraçado que o boicote seja ficar calado, quando a única pessoa que conseguiu realmente fazer algo relevante pelo concurso nos últimos anos - o Joost - foi precisamente falando. 

Eu vou condenar sempre a maneira como se está a lidar com a situação de Israel, mas isso não vai invalidar que eu veja o concurso para poder dizer mal dele (coisa que, de resto, já fazia antes). E eu não estou mais certa ou mais errada que ninguém, cada um faz o que quer, mas não me venham com moralismos de "não devias ver", "não devias fazer conteúdo", "não devias votar". Certo, mas as finais nacionais já posso ver e comentar, como se não compactuassem com a Eurovisão, é isso? 

Mas indo ao encontro do título deste texto, eu quero que a Rússia volte ao concurso. E quero-o por vários motivos:

  1. Isto não é, como já disse no início, um concurso político, portanto, não há qualquer base para a Rússia ter sido expulsa e para não poder voltar;
  2. O mal do televoto divide-se e as duas nações invasoras anulam-se (ou acabam em 1.º e 2.º lugares, é-me igual);
  3. Os jurados de 2026 da Ucrânia merecem-no depois de darem 10 pontos a Israel;
Além disto, há que dar a mão à palmatória e admitir que a Rússia sempre teve grandes músicas e stagings. Nunca fui particularmente fã, mas sei que é preciso investimento para conseguir levar grandes nomes da música nacional àquele palco e, além da Rússia (e da Itália, por outros motivos), muito poucos países o faziam.

Se querem mais participantes no concurso para colmatar as saídas de Espanha, Países Baixos, Islândia, Irlanda e Eslovénia, tragam a Rússia de volta e, aproveitando a boleia, a Bielorrússia, que sempre nos deu as melhores pérolas nas audições da final nacional. 

Há também outro ponto em que muitos preferem não tocar, mas que é uma realidade: o televoto ucraniano. Eles não têm culpa, mas a verdade é que a Ucrânia, mande o que mandar (veja-se o ano passado), consegue sempre um top 10, muito impulsionado pelo televoto. Como é que isto se ultrapassa? Não sei, mas também não sou eu que tenho de arranjar soluções.

Querer desassociar a música (sendo que a metade do que se ouve na Eurovisão não o chega bem a ser) ou qualquer forma de arte da política é um erro. A Eurovisão foi criada num contexto político europeu péssimo e é assim que está 70 anos depois. Tudo na nossa vida é política, mas a EBU parece não querer ver isso.

A Eurovisão é tão pouco política que a Roménia e a Moldávia entraram numa guerra que acabou no despedimento do diretor da emissora moldava por causa de 3 pontos (e bem, que a Roménia merecia os 12 da Moldávia e dos outros países todos). Reza a lenda que a Hungria pode regressar ao concurso em 2027, decisão que não terá nada a ver com o facto de terem mudado de governo em abril.

Este ano aconteceu o que tinha acontecido há 10 anos: uma das músicas que eu mais odiava ganhou o concurso. Há 10 anos fiquei pior que estragada. Este ano, sabem como é que fiquei? Não quis saber. Podia ser sinal de crescimento emocional, mas é apenas sinal de desinteresse profundo num concurso que foi outrora uma fonte de alegria e vício. Agora, todos os anos quero que acabe e que haja uma vitória israelita para ver como é que a EBU lida com isso. Ainda não foi em 2026, que seja para o ano.

E podem achar que estou a mentir, que não quero realmente que Israel ganhe porque isso pode ditar o fim da Eurovisão, mas a Eurovisão, pelo menos aquela de que éramos fãs, não acabou já há dois anos? Eu não quero a Eurovisão assim. Eu quero a Eurovisão das conferências de imprensa em que podemos conhecer os artistas que cantam as nossas músicas preferidas durante 20 ou 30 minutos e não a Eurovisão dos conteúdos rápidos e supérfluos. Quero a Eurovisão em que se pode falar, em que artistas, imprensa e público não estão condicionados. Quero a Eurovisão em que posso ficar chateada porque os meus favoritos não ganharam, em vez daquela em que fico aliviada porque uma música de que não gosto derrotou o mal maior. Acima de tudo, quero a Eurovisão que foi criada para unir a Europa.

ESC 2027: Macedónia do Norte de regresso

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Após quatro anos de ausência, a Macedónia do Norte está de regresso ao Festival Eurovisão em 2027.

Zoran Ristoski, diretor da emissora estatal da Macedónia do Norte, Macedonian Radio Television (MRT), confirmou que o país se vai fazer representar na edição de 2027 do Festival Eurovisão da Canção (ESC), revelando que conta com apoio da European Broadcasting Union (EBU), organismo máximo de radiodifusão, na promoção de valores culturais e espera que a emissora receba um pacote mais favorável para regressar ao certame.

A Macedónia participa no concurso desde a edição de 1998, tendo falhado as edições de 1999, 2001, 2003, 2023, 2024, 2025 e 2026. Em todas as suas participações, o país apenas conseguiu chegar à final nove vezes, sendo a melhor pontuação conseguida em 2019, com a canção "Proud", de Tamara, alcançando o 7º lugar. Em 2022, o país foi representado por Andrea, com o tema "Circles", e terminou, com 76 pontos, em 11.º lugar da sua semifinal.

Fonte: Eurovoix/Imagem: That Eurovision Site/Vídeo: Eurovision.tv
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