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ESC: estivemos nos 60 anos da Eurovisão

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Eurovision's Greatest Hits, que serviu de celebração aos 60 anos do Festival Eurovisão da Canção, decorreu no passado dia 31 de março em Londres e o Crónicas de Eurofestivais esteve lá!

Ao todo foram 15 os artistas eurovisivos que atuaram no evento, desde Anne-Marie David (representante do Luxemburgo em 1973) a Conchita Wurst (vencedora do ano passado), passando por nomes como Dima Bilan, Johnny Logan, Brotherhood of Man, Lordi ou Dana International.

Veja as fotos [AQUI]!










Em Portugal teremos de esperar até ao dia 26 de abril (domingo) para ver o espetáculo através da RTP1, que é uma das emissoras que irá transmitir o Eurovision's Greatest Hits em diferido. 

Fotos captadas por: 
04/04/2015

ESC 60 anos: mais quatro nomes confirmados

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Foram anunciados, esta quinta-feira, mais quatro vencedores eurovisivos que marcarão presença no aniversário do Festival Eurovisão da Canção (ESC) em março.


Johnny Logan, vencedor do ESC por três vezes (em 1980 com "What's another year", 1987 com "Hold me now" e em 1992 como compositor de "Why me"),  é mais um dos grandes nomes que se juntam ao Eurovision Greatest Hits. Johnny Logan lançou vários singles que foram sucessos na Europa desde as suas vitórias eurovisivas.

The Olsen Brothers, vencedores da edição eurovisiva de 2000 com "Fly on the wings of love", que vendeu mais de 100 mil cópias em apenas um dia na Dinamarca, também se juntam à festa,  assim como Anne-Marie David que levou o troféu eurovisivo para o Luxemburgo em 1973. A Espanha estará representada por Rosa López que representou o país em 2002 e acabou no 7.º lugar.

Fonte: Oikotimes/Imagem: BBC/Vídeo: James Doughty
05/02/2015

Irlanda: Johnny Logan não voltará

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Johnny Logan marcou a história eurovisiva ao se ter tornado no único cantor com duas vitórias no Festival Eurovisão da Canção (ESC). No entanto, o cantor afirmou que nunca mais voltaria a representar a Irlanda no certame europeu.

Depois de ter vencido, por duas vezes, o ESC como cantor e uma como compositor, Johnny Logan anunciou que jurou a si mesmo que não voltaria a representar a Irlanda no certame. "Não voltarei! Eu apareci num especial na Dinamarca, no ano passado, mas foi um trabalho remunerado! Fiz isso apenas para a televisão dinamarquesa e foi divertido, na verdade", referiu o cantor que, posteriormente, confirmou que recusou o pedido da RTÉ (emissora nacional Irlandesa) para representar a Irlanda no ESC de 2009 - "Infelizmente, eles não tinham condições para me pagar".

No presente, Logan tem estado em digressão pela Europa, regressando a casa pelo Natal: "Toda a minha banda é oriunda da Dinamarca e chegámos lá na segunda de manhã. Estivemos em tournée durante seis semanas e estou a precisar de dormir 15 horas num dia" . Com sessenta anos de idade, completos em maio, o cantor mencionou "fiz sessenta anos e decidi que não vou fazer mais! Então a partir de janeiro não contarei mais nenhum aniversário!".

Quem parece não estar em sintonia com as aspirações de Johnny Logan é Linda Martin, uma vez que referiu estar disponível para regressar ao ESC. No entanto, e para tal, a cantora tinha como exigência que Johnny Logan a acompanhasse.

Recorde que Johnny Logan esteve envolvido em três das sete vitórias da Irlanda no ESC: a primeira em Haia, em 1980, com a balada "What's another year?"; a segunda em 1987, com o tema "Hold me now", em Bruxelas; e a última, em 1992, na Suécia, quando Johnny Logan venceu como compositor com a canção "Why me", interpretada por Linda Martin.

Recorde os temas em questão:




Fonte e imagem: ESCPortugal | Vídeos alojados no YouTube
21.12.2014

Irlanda: Linda Martin interessada em participar na Eurovisão

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A cantora que deu à Irlanda uma vitória em 1992 e um segundo lugar em 1984 afirmou estar disposta a voltar a participar na Eurovisão, com a condição de ser acompanhada por Johnny Logan em palco.

   "Acredite ou não, para muitos dos fãs mais ferverosos, o sonho é ter-me a mim e ao Johnny Logan a competir em dueto. É mais fácil dizer do que fazer, mas é claro que eu adoraria cantar com o Johnny. Ele é um grande amigo meu", afirmou a cantora, exigindo que Johnny a acompanhe em palco num possível regresso."Ele teria que aparecer com uma grande canção e teria de aceitar estar ao meu lado", acrescenta.
   Linda Martin  soma um total de nove participações em finais irlandesas e duas idas à Eurovisão, sendo que numa delas saiu vencedora (1992) e noutra o segundo lugar (1984).

Fonte/Imagem: escportugal

15/12/2014


Roménia: Johnny Logan mostra a sua disponibilidade

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Johnny Logan, a lenda irlandesa que venceu a Eurovisão por três vezes, duas vezes como cantor e uma como compositor, afirmou que se sentiria honrado por representar a Roménia.

       O cantor tem feito uma tour pela Europa e, antes de chegar a Bucareste, foi questionado sobre a hipótese de representar a Roménia. Johnny Logan afirmou a sua disponibilidade, mas frisou que teria de ser escolhido por selecção interna e não pela selecção nacional romena.
       A TVR, emissora romena, ainda está a preparar os detalhes para a Selectia Nationala.

Fonte: Wiwibloggs/Imagem: Wiwibloggs
02/11/2014

Eurofestival em Histórias - Terceiro texto

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   Nul points é, muito possivelmente, o termo eurovisivo mais célebre. Este é sinónimo de um difícil feito: o de, na combinação dos pontos do televoto e júri de todos os países (considerado o sistema de votação actual), uma nação não conseguir ter sequer 1 ponto. 
   Como referimos no momento eurovisivo número 3, existem vários países que receberam 0 pontos – entre eles, Portugal. Mas falar de nul points na Eurovisão, é quase a mesma coisa que falar... da Noruega. E porquê? Bom, à primeira vista pode parecer estranho: a Noruega até é um país com músicas que facilmente nos vêm a memória – o animado “La Det Swinge” em 1985; o clássico “Nocturne”que toda a gente conhece em 1995 ou, mais recentemente, o esmagador “Fairytale”  – que, aliás, até tem o recorde de pontos na história da Eurovisão. 
   No entanto, este país é também o que ficou em último lugar na tabela classificativa mais vezes na História com – preparem-se – um total de onze vezes em último e quatro vezes com nul points. Como e porque é que isto aconteceu? Bom, se olharmos para as músicas com 0 pontos, acabamos por não perceber muito bem. Um mistério eurovisivo muito curioso e, quanto a nós, até bizarro!




   Como sabemos, ao longo dos anos vários artistas têm feito sucesso por todo o mundo após participarem e vencerem o Festival Eurovisão da Canção. Entre eles estão nomes conhecidos como Domenico Modugno, os ABBA, Céline Dion ou Lara Fabian. Mas estes não são, necessariamente, os nomes que mais se notabilizaram dentro do próprio Festival. De facto, dentro deste grupo, existe um nome incontornável dentro da esfera eurovisiva.
   Nascido a 13 de Maio de 1954, Johnny Logan, nascido Seán Patrick Michael Sherrard, mal sabia que seria o nome mais bem sucedido no Festival Eurovisão da Canção. Este venceu com “What’s Another Year”, um hit europeu e no Reino Unido e com outras duas letras suas: a balada “Hold me Now” em 1987 interpretada pelo próprio e “Why Me”, a concurso pela Irlanda com a cantora Linda Martin. Este, que para além das vitórias ainda detém um segundo lugar em 1984, arrecadado pela mesma artista, é considerado pelos fãs como o Senhor da Eurovisão ou o Rei da Eurovisão. 
   Fazendo as contas, Logan contribuiu para três das sete históricas vitórias da Irlanda no Festival. Até hoje, mais ninguém se equiparou a Johnny Logan e verdade seja dita, parece-nos cada vez mais difícil conseguir fazê-lo.





   1981 foi um ano memorável em que o Reino Unido ousa na Eurovisão.
   Por esta altura, este era um dos países mais fortes no Festival. Não sabiam? Olhemos para os factos: dos 27 anos em que participou até ao ano em questão alcançou uns impressionantes 10 segundos lugares e 3 vitórias. 
  Ora, após Johnny Logan vencer em 1980 com uma romântica balada, o Reino Unido faz a Eurovisão mudar de direcção: os alegres Bucks Fizz conseguem vencer a Eurovisão com a música pop “Making your mind up”. Esta é uma das mais conhecidas canções eurovisivas que se notabilizou não só pela própria melodia mas, muito particularmente, pela energética performance que o grupo deu em Dublin. 
   É depois do apropriado verso “But if you wanna see some... more!” que os elementos masculinos retiram as saias às raparigas que ficam com as duas peças – blusa e saia – a condizer. Este é o elemento surpresa que, com toda a certeza, fez a diferença nos míseros 4 pontos que separaram os vencedores e a grande canção “Johnny Blue” que a segunda classificada, a alemã Lena Valaitis, levou nesse ano ao ESC. 
  Bom, mas poderão dizer os leitores que talvez estejamos a exagerar na importância que damos ao impacto da surpresa da roupa arrancada dos corpos em palco. Será essa pequena surpresa assim tão determinante para vencer a Eurovisão? Não será uma ideia que, à partida, poderá parecer disparatada? 
  Aos mais cépticos, retaliamos: mas este Verão, aos Domingos, o ponto alto do programa líder de audiências do prime-time nacional, “Dança com as Estrelas” não era precisamente esse...? 





   Estávamos em 1985, quando a Suécia teve a honra que apresentar o 30º Festival Eurovisão da Canção. A apresentadora escolhida não era um nome desconhecido do público sueco eurovisivo: Lill Lindfors, a segunda classificada do ESC 1966 (e futura representante norueguesa em 1991) foi a anfitriã do evento televisivo mais esperado do ano.
   Durante todo o espectáculo podemos observar uma apresentadora que conquistou o público pela sua elegância, simpatia, e espírito divertido. Muito mais do que a sua participação em 1966, é precisamente esta sua característica que ficou marcada para sempre na memória dos fãs eurovisivos quando, ao entrar em palco após o intervalo para apresentar as votações, entra graciosamente em palco com um conjunto azul-bebé cuja parte de baixo, “inesperadamente”, se rasga, deixando a apresentadora de roupa interior – para o espanto de todos os que assistiam a emissão em casa e também no público.
    Felizmente, de imediato a apresentadora desloca para baixo duas partes da sua blusa, mostrando um vestido branco e a ousadia em ser a personagem principal de um momento cómico em directo para milhões de pessoas. Mal sabia ela que este seria um dos momentos mais marcantes da história do ESC!





   A sua música dizia que tinha 15 anos. A própria disse aos produtores que tinha 15 anos – foi essa a informação fornecida aos comentadores que a transmitiram em directo, para os espectadores dos seus países. Mas ela não tinha 15 anos embora antes de soltar a voz parecesse mais velha. Tinha 13.
   13 anos é a idade de Sandra Kim, a vencedora mais nova de sempre na Eurovisão – caso as regras não se alterem e a Eurovisão Júnior não desapareça, é claro. Segundo Terry Wogan, era uma das favoritas desse ano: a música era animada, a artista expressiva e boa cantora e por isso não foi de espantar que a Bélgica levasse o 1ºlugar para casa.
   Aparentemente, quem não gostou muito desta mentirinha foi a delegação suiça, que quedando-se em 2ºlugar, a 36 pontos da vencedora com a muito menos apelativa balada “Pas por moi”, pediu para que a sua vitória lhe fosse retirada.
  Os responsáveis pelo Festival não acederam a este pedido e “J’aime la vie”, um tema muito animado e ainda hoje muito querido pelos eurofãs, ficou no lugar que lhe pertencia por direito.



Fontes: eurovision.tv; en.wikipedia/ Imagem: Google /Vídeos: Youtube
15/10/2014


Luxemburgo: Eurovision Gala Night com Johnny Logan e Alexander Rybak,

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Para muitos, a ausência do Luxemburgo no ESC deixa um vazio, esperando que um dia a RTL, a emissora nacional, regresse ao certame. No entanto, isto não significa que o ESC não continua vivo por terras luxemburguesas - bem pelo contrário, a sétima edição da Eurovision Gala Night irá decorrer este ano.

A seleção dos participantes começou logo após o ESC 2014 ter ocorrido. Os membros da OGAE, organizadores do evento, realizaram audições nos dias 24 e 25 de maio, de forma a escolher os intérpretes. Na noite da Gala, uma equipa de jurados internacionais, em conjunto com a audiência, escolherão o vencedor.  A audiência será animada por Johnny Logan, vencedor eurovisivo por duas vezes como intérprete e outra como compositor (1980 What’s another year, 1987 Hold me now, 1992 Why me). O segundo artista convidado será Alexander Rybak, vencedor do ESC 2009 com o tema Fairytale.

Johnny Logan - What’s another year

Johnny Logan - Hold me now

Alexander Rybak - Fairytale


Fonte e imagem: esctoday | Vídeos alojados no YouTube

18/08/2014

Eurovisão d'Ouro - Quarto texto: Jugoslávia, Portugal, Irlanda, Malta e Israel

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(leia o texto [AQUI])

PASTORA SOLER - " QUÉDATE CONMIGO" (ESPANHA)


RESULTADOS COMPLETOS

1º Pastora Soler – “Quédate Conmigo” (Espanha): 39% - 35 votos
2º ABBA – “Waterloo” (Suécia): 24% - 22 votos
3º Secret Garden – “Nocturne” (Noruega): 20% - 18 votos
4º Lordi – “Hard Rock Hallelujah” (Finlândia): 10% - 9 votos
5º Séverine – “Un banc, une arbre, une rue” (Mónaco): 7% - 6 votos
90 VOTOS


  Baby Doll e o tema "Brazil" representarão a Jugoslávia no Festival Eurovisão da Canção em 1991. Tudo funcionou naquele palco, finalmente começa-se a ver movimento nas atuações eurovisivas. A voz de Baby Doll não foi perfeita mas cantou e dançou como se não houvesse amanhã. Nota-se que ela estava feliz e realizada e apesar da música ter ficado em penúltimo lugar, rapidamente se tornou uma música de culto entre os fãs do ESC, vendendo direitos de autor para países como a Itália ou Grécia.
  Baby Doll apresentou-se em palco rodeada por três bailarinos e dois apoios vocais que interagiram através do canto e da dança ao longo de toda a atuação. Destaco particularmente a dança, as senhoras de vestidos compridos a dançar energicamente tem a sua piada. Ritmos latino-americanos não faltaram na atuação de Baby Doll mas a melodia da música não ficou atrás, "Brazil" é uma música bastante ritmada “Samba , rumba, cha cha cha" como diz a letra, baseando-se num jogo de sedução e de desejo de entrega do amado.



   "Senhora do Mar (Negras Águas)" foi a canção interpretada por Vânia Fernandes no ano de 2008 no maior festival de música do mundo. Lembro-me como se fosse hoje, que atuação incrível e arrepiante, que orgulho em ser português. A voz de Vânia esteve no ponto, nunca decepcionou nem um bocadinho. O instrumental é algo de muito bom e envolvente. Uma fortíssima balada apresentada por Portugal com uma letra também já de si muito forte e bem construída. Vânia Fernandes canta a perda de um homem no mar e do desgosto e sofrimento da sua mulher, a sua amada, tema muito relacionado com o nosso país pela tradição que temos com a pesca/pescadores e o mar, “Ó mar alto, traz pr'a mim/Amor meu sem fim”.Tudo indica que Vânia veste a pele dessa senhora do mar, que canta a trágica perda, principalmente pelo traje preto que enverga, sinónimo de sofrimento, perda e tristeza.  Em palco estiveram 5 apoios vocais que deram ainda mais vida e força à canção. "Senhora do Mar" foi e será lembrada pelos fãs do ESC como uma das melhores entradas do nosso país. A canção de Vânia Fernandes ganhou versões em inglês e sérvio.



    Johnny Logan é o cantor que sobe ao primeiro lugar do pódio da Eurovisão d’Ouro pela Irlanda. "What’s Another Year" é o título da balada brilhantemente cantada por Johnny. A música fala da espera de um homem, neste caso Johnny, que ansiava encontrar a rapariga dos seus sonhos, uma rapariga que morresse de amor por ele mas Johnny também sabia que esse dia talvez nunca chegasse e que é importante esperar o tempo que for preciso. Esta música não nos fica indiferente, e isso deve-se muito ao fato de estar presente o som de um saxofone ao longo da balada, o que lhe dá um toque especial. Na atuação em palco Johnny esteve exímio, junto a ele estiveram três apoios vocais e um saxofonista, que marcaram pela positiva esta canção, o tom de voz do coro juntamente com o de Logan encaixaram perfeitamente. "What’s another year" deu a segunda vitória na Eurovisão à Irlanda, tendo chegado posteriormente ao primeiro lugar do top britânico. A música ganhou ainda uma versão em alemão.



   Falamos aqui de um país pequenino, Malta, que lá tem conquistado a Europa, tendo até vencido o Festival Eurovisão da Canção Júnior no ano passado. E quem fala de Malta tem de falar de... Chiara Siracusa.
  Chiara é sem dúvida, uma das vozes mais poderosas que já passou no ESC. Em 2005, em Kiev, cantou “Angel”. Destacou-se das outras canções “mais festivas” com uma balada, em que aconteça o que acontecer, ela será o seu anjo da guarda. O público europeu rendeu-se e deu-lhe uma melhor posição do que o terceiro lugar conquistado em 1998: o segundo. Se não houvesse Helena Paparizou, seria ela a vencedora mais que justa do festival. Curiosamente, apesar de ter terminado em segundo, apenas a Rússia lhe atribuiu os 12 pontos, enquanto que a terceira classificada, a Roménia, viu por três vezes atribuída a pontuação máxima, incluindo por Portugal. Nunca uma segunda classificada tinha tido tão poucas vezes os 12 pontos como neste ano. Após isso, a Chiara ainda participou uma terceira vez no concurso em 2009 com “What If We”, alcançando um modesto 22.º lugar e é uma das cantoras por quem os eurofãs têm um carinho muito especial.


   
  Dana International é um nome que não podia passar despercebido nesta Eurovisão d’Ouro. A história da Eurovisão ficou marcada com a vitória de Dana e foi ela que muito contribuiu para a Eurovisão a que vamos assistindo hoje em dia, uma Eurovisão livre. A seleção de Dana esteve no meio de várias controvérsias devido á sua transgeneridade, chegando mesmo a ser preciso escolta policial em vários momentos. A música que Dana interpretou chama-se "Diva" e é uma ode a todas as mulheres poderosas da história. Em vários momentos da música podemos ouvir o nome de Cleópatra, Victória, deusa romana da vitória e Afrodite, deusa grega da beleza. Em palco a diva esteve acompanhada por três apoios vocais femininos e vestida de uma forma bastante simples.
  Dana cantou e encantou e acabou por ganhar o Festival Eurovisão da Canção com 174 pontos, arrecadando assim a terceira vitória neste certame para Israel.
   Dana e a sua música fizeram um enorme sucesso e ainda hoje são lembradas pelos fãs do ESC tendo sido eleita através de uma votação online como uma das 14 músicas mais populares da história da Eurovisão.
  "Diva" marcou presença em tops de países como Áustria, Bélgica, Finlândia, Alemanha, Franca, Espanha, Irlanda, Holanda, Noruega, Suécia, Suíça e Reino Unido. 


QUAL DESTES 5 ESCOLHIDOS É O VOSSO PREFERIDO?
(vote na sondagem que se encontra no lado direito do site)



12/07/2014

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