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Apreciações Musicais - ESC 2019: Hungria

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Joci Pápai - "Az Én Apám"



Andreia Valente: Estou completamente apaixonada pelo instrumental de “Az én apám”. A guitarra, os estalinhos, os violinos, a melodia memorável do refrão… tudo é perfeito! 

Catarina Gouveia:  Olhando para trás, sinto que apoiei “Origo” não por gostar realmente, mas por reconhecer a importância da sua presença na Eurovisão. Em 2019, é exatamente o mesmo que sinto.

Daniel Fidalgo: Um instrumental étnico, cheio de elementos culturais, seguindo o mesmo caminho que a anterior participação de Joci. É uma canção belíssima, que vai ganhando dimensão ao longo dos três minutos da canção. Faz-me querer ficar a ouvir mais e mais e a cada nova audição descobre-se algo novo. Faz-me lembrar o início de uma jornada e a tomada de escolhas que influenciam a nossa vida e a dos outros. Rege-se pela simplicidade sendo um aspeto que joga a favor da canção. 

Jessica Mendes: A proposta de Joci Papai deste ano é claramente inferior à de 2017. Ainda assim, não deixa de ser uma música muito bonita com aquele toque das cordas que a torna mais interessante e memorável.

João Vermelho: E um instrumental simples, com uma melodia despida que fica na cabeça e consegue emocionar.

Neuza Ferreira: “Az én apám” é simplesmente incrível. É simples, mas tem características únicas que fazem com que se distinga da maioria dos instrumentais que também constam na primeira semifinal. É tão agradável de ouvir.

Pedro Anselmo: Dois anos depois, Joci Pápai volta a representar a Hungria. Não sou tão fã desta nova canção quanto da "Origo", contudo acho-a bastante boa, muito bem composta.

Pedro Lopes: Gosto bastante do estilo calmo, tranquilo e tradicional desta música. É uma canção que, apesar da mensagem que passa, é feliz, faz-nos sentir bem à medida que vai crescendo. A parte em que temos apenas o instrumental, acompanhado por um leve assobio, encaixa que nem uma luva. 

Tiago Lopes: Um instrumental em crescendo que não cresce muito, mas que apesar de ser um pouco monótona, torna-se especial quando no coro, há a introdução inesperada do violino.


Andreia Valente: Joci Pápai é uma dádiva para o mundo. Que artista fenomenal!

Catarina Gouveia:  Maravilhosa, no mínimo. 

Daniel Fidalgo: Transmite toda as emoções que a canção tem de transmitir. É de uma sensibilidade enorme. É muito bem utilizada à medida que a canção vai crescendo. 

Jessica Mendes: Joci Papai tem um timbre muito próprio e uma interpretação das músicas muito profunda. É um daqueles artistas que torna mas melodias mais simples em momentos mágicos.

João Vermelho: Joci Pápai volta com a sua grande voz, o que me agrada bastante, a forma étnica que a sua voz é trabalhada nas canções é algo que me cativa bastante.

Neuza Ferreira: O Joci Pápai tem uma voz tão única e diferente. Vai ser um gosto voltar ouvi-lo no palco do ESC.

Pedro Anselmo: Joci tem um estilo muito próprio, destacando-se dos restantes.

Pedro Lopes: O Joci já nos é familiar, portanto podíamos dizer aquilo que foi dito em 2017. É um cantor competente, dentro do seu registo. Simultaneamente, sabemos que, ao vivo, a sua prestação é também muito segura. Não é de estranhar que a Hungria o tenha escolhido de novo…

Tiago Lopes: Joci não tem uma voz para aí além, mas que tem um timbre interessante, talvez por cantar na sua língua de origem. 


Andreia Valente: À semelhança de 2017, o Joci traz uma das minhas letras favoritas. A melhor letra sobre o pai/mãe que já passou na Eurovisão. Fico um bocado emocionada a ler a letra e eu nem sou de choro fácil. 

Catarina Gouveia:  Morro quando escrevem letras com qualidade para familiares. Morro. Magnífico.

Daniel Fidalgo: Um belíssimo poema que trata da saudade que Joci sente do seu pai durante os tempos de infância. É muito tocante e quase que nem é preciso saber a letra da canção para se chegar ao seu conteúdo: basta ouvir a voz de Joci. 

Jessica Mendes: A simplicidade da música contrasta com a complexidade da letra que é um belo elogio a um pai e às memórias criadas com ele.

João Vermelho: Apesar do refrão não ter letra, a restante canção tem uma bonita mensagem e que de certa forma me toca bastante.

Neuza Ferreira: A letra de “Az én apám” é linda e o facto de ser em húngaro ainda a torna mais autêntica e especial. Joci Pápai fala das suas memórias, provavelmente de quando era uma criança, e o poema é todo tão bonito. É impossível ficar indiferente.

Pedro Anselmo: Letra dedicada ao pai. Apenas os húngaros a percebem, mas todos o irão sentir. Uma das melhores no concurso. Excelente!

Pedro Lopes: Uma letra muito bonita que traz uma história também muito interessante. Tocante, seria a palavra-chave para esta bonita dedicatória a uma figura paternal. Podia descrever o ponto que mais me marcou na letra, mas prefiro evidenciar, uma vez mais, que não é preciso levar uma letra em inglês para que a mensagem possa ser passada. 

Tiago Lopes: Dificilmente será passada a mensagem desta música que é sobre o pai e infância do cantor. Uma letra bonita que se vai perder.


Andreia Valente: Outro top 10 para o Joci Pápai.

Catarina Gouveia: Acho que vai floppar.

Daniel Fidalgo: É uma clara finalista e espero que termine, pelo menos, nas 10 primeiras posições. 

Jessica Mendes: Algures entre o 10.º e o 20.º lugares.

João Vermelho: Temo que não consiga um grande resultado como em 2017… Porém, penso que poderá chegar à final.

Neuza Ferreira: Gostava de ouvir esta canção na final, mas não acredito que consiga passar da semifinal.

Pedro Anselmo: Top 20 na Final.

Pedro Lopes: Consegue a qualificação, top 15/20.

Tiago Lopes: Passa à final.


Andreia Valente:  12 pontos.

Catarina Gouveia:  8 pontos.

Daniel Fidalgo: 10 pontos.

Jessica Mendes: 6 pontos.

João Vermelho: 10 pontos.

Neuza Ferreira: 7 pontos.

Pedro Anselmo: 8 pontos.

Pedro Lopes: 7 pontos.

Tiago Lopes: 5 pontos.

Total: 73 pontos





Andreia Valente:  Por canções como esta, todos os dias agradeço pela existência da Eurovisão.

Catarina Gouveia:  Que a Eurovisão nunca deixe de ter estes pequenos tesouros.

Daniel Fidalgo: Joci não falha na Eurovisão, porque mantêm-se fiel a si próprio, cantando assuntos que lhe são familiares. 

Jessica Mendes: Há regressos que não deviam acontecer.

João Vermelho: Das melodias mais bonitas deste ano. 

Neuza Ferreira: Parabéns ao Joci por trazer uma canção tão sentida e bonita.

Pedro Anselmo: Hungria sempre a dar mais qualidade ao Festival.

Pedro Lopes: O que é tradicional é bom.

Tiago Lopes: Depois do ano passado, só pedia uma música com este ritmo.


  1.º Chipre - 74 pontos; 2.º Hungria - 73 pontos; 3.º Eslovénia - 70 pontos; 4.º Bielorrússia - 42 pontos; 5.º Finlândia - 39 pontos; 

Ajude-nos a escolher a melhor canção do ano. Pontue as canções do ESC 2019 AQUI. A votação final (com a junção dos votos da equipa CE e dos votos do público) será revelada a 3 de maio.

Vídeo: Pápai Joci Official

Hungria: Joci Pápai regressa à Eurovisão

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Joci Pápai venceu o A Dal, final nacional húngara para a Eurovisão, e vai representar o seu país pela segunda vez, agora em Telavive.

Ao todo eram oito as músicas a concurso na final nacional húngara. Dessas oito, quatro chegaram à Superfinal escolhidas apenas pelo júri. Na Superfinal o público teve a decisão e escolheu Joci Pápai com "Az én apám" para representar a Hungria no ESC 2019. Pode ver os resultados de seguida (a preto os apurados para a Superfinal).

1º Lugar: Joci Pápai – Az én apám - 26 pontos
2º Lugar: Acoustic Planet – Nyári zápor - 22 pontos
3º Lugar: Vavra Bence  – Szótlanság- 20 pontos
4º Lugar: Bogi Nagy – Holnap - 16 pontos
5º Lugar - Gergő Szekér – Madár, repülj! - 12 pontos
6º Lugar: Fatal Error – Kulcs - 8 pontos
6º Lugar: The Middletonz  – Roses - 8 pontos
8º Lugar: Gergő Oláh – Hozzád bújnék - 0 pontos

Oiça a música que vai representar a Hungria:



A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Fonte:MTVA  /Imagem:eurovisionworld  /Vídeo: A Dal

Hungria: Petruska e "Help Me Out of Here" desclassificados do A Dal 2019

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A MTVA, emissora húngara, desclassificou Petruska do A Dal 2019 devido a acusações de plágio. Gergő Oláh qualificou-se para a final da competição.

Petruska foi desclassificado do A Dal 2019, seleção da Hungria para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019. O seu tema "Help Me Out Of Here" foi acusado de ser plágio da música "White Sky" da banda Vampire Weekend. Gergo Oláh e a canção "Hozzád bújnék" vão substituir o artista no alinhamento da grande final da competição. Sendo assim, os artistas em competição são: 

Acoustic Planet – "Nyári zápor"
Bence Vavra – "Szótlanság"
Bogi Nagy – "Holnap"
Fatal Error – "Kulcs"
Gergő Oláh – "Hozzád bújnék"
Gergő Szekér – "Madár, repülj!"
Joci Pápai – "Az én apám"
The Middletonz – "Roses"

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát Nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Reveja "Viszlát Nyár":



Fonte: Eurovoix/Imagem: ESCXTRA/Vídeo: Eurovision.tv

Hungria: conheça os resultados da 2ª semifinal do A Dal 2019

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A segunda semifinal do A Dal 2019, final nacional húngara, já chegou ao fim e as canções finalistas já são conhecidas.

Foram quatro as canções que transitaram para a final do concurso, tendo sido 3 canções escolhidas pela combinação dos votos de um painel de jurado e do público e uma escolhida apenas pelos telespetadores. Aceda em baixo aos resultados da semifinal, sendo que os finalistas se encontram destacados a negrito:

Timi Antal feat. Gergo Demko - "Kedves Világ!"
Fatal Error - "Kulcs"
Mocsok 1 Kölykök - "Egyszer"
Nomad - "A remény hídjai"
Gergő Oláh - "Hozzád bújnék"
Joci Pápai - "Az én apám"
Bogi Nagy - "Holnap"
Ruby Harlem - "Forró"
Gergő Szekér - "Madár, repülj!"

Os resultados da primeira semifinal podem ser consultados [AQUI].

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Imagem: escportugal

Hungria: conheça os primeiros finalistas do A Dal

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A primeira senifinal do A Dal, final nacional húngara para a Eurovisão decorreu este sábado.

Das nove músicas a concurso nesta primeira semifinal apenas quatro conseguiram o apuramento para a final. Os votos estiveram a cargo do júri e do público. No próximo sábado ficaremos a conhecer todos os finalistas da competição depois da segunda semifinal. Pode ver os resultados de seguida (a negrito os apurados).

Acoustic Planet – Nyári zápor (45 pontos)
DENIZ – Ide várnak vissza
Konyha – Százszor visszajátszott
Petruska – Help me out of here (42 pontos)
The Middletonz – Roses (41 pontos)
The Sign – Ő
USNK – Posztolj
Vavra Bence – Szótlanság (42 pontos)
yesyes – Incomplete

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Fonte/Imagem: MTVA

Hungria: conheça os resultados do último heat do A Dal

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O A Dal 2019, seleção húngara para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019, continua e já estão definidos os últimos semifinalistas.

De um total de 10 artistas em competição, apenas seis conseguiram reservar um lugar nas semifinais do A Dal 2019, seleção da Hungria para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019. Estes seis juntam-se aos já apurados no primeiro heat e também aos apurados no segundo heat. Pode ver de seguida a votação e os apurados a negrito:

Bogi Nagy – "Holnap" (41 pontos)
Joci Pápai – "Az én apám" (41 pontos)
Kyra – "Maradj még" (28 pontos)
Leander Kills – "Hazavágyom" (38 pontos)
Mocsok 1 Kölykök – "Egyszer" (39 pontos)
Monyo Project – "Run Baby Run" (35 pontos)
Petruska – "Help Me Out Of Here" (40 pontos)
Ruby Harlem – "Forró" (40 pontos)
Salvus – "Barát" (36 pontos)
USNK – "Posztolj" (35 pontos)

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Fonte: MTVA

Hungria: resultados do segundo heat do A Dal

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O A Dal, final nacional húngara para a Eurovisão 2019, continua e já está definido o segundo grupo de semifinalistas.

De um total de 10 artistas a concurso, apenas seis conseguiram reservar um lugar nas semifinais. Estes seis apurados juntam-se ao grupo semifinalista da semana passada. No próximo sábado, serão conhecidos os últimos semifinalistas. Pode ver de seguida a votação e os apurados a negrito:

Acoustic Planet - "Summer Rain" (43 pontos)
Diana - "Little Bird" (34 pontos)
Fatal Error - "Key" (45 pontos) 
Gotthy - "Just 1 Minute" (26 pontos)
Klara Hajdu - "You're Gonna Rise" (32 pontos)
Heatlie David - "La Mama Hotel" (34 pontos)
The Middletonz - "Roses" (41 pontos) 
The Sign - "He" (38 pontos)
Vavra Bence - "Wordlessness" (39 pontos) 
yesyes - "Incomplete" (35 pontos)

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Imagem: CelebMix.com

Hungria: resultados do primeiro heat do A Dal

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O A Dal, final nacional húngara para a Eurovisão 2019, começou este sábado e já estão definidos os primeiros semifinalistas.

De um total de 10 artistas a concurso, apenas seis conseguiram reservar um lugar nas semifinais. A estes seis apurados juntar-se-ão outros 12 que estarão a concurso nos próximos dois fins-de-semana. Pode ver de seguida a votação completa e os apurados.

Antal Tímea feat. Demko Gergő  – Kedves világ! (31 júri + 8 público)
Berkes Olivér – Viágítótorony (25 júri + 8 público)
DENIZ – Ide várnak vissza (25 júri + 9 público)
Hamar Barni – Wasted (22 júri + 7 público)
Konyha – Százszor visszajátszott (30 júri + 8 público)
Nomad – A remény hídjai (27 júri + 8 público)
Oláh Gergő – Hozzád bújnék (33 júri + 8 público)
Pátkai Rozina – Frida (26 júri + 5 público)
Szekér Gergő – Madár, repülj! (33 júri + 8 público)
Váray László – Someone who lives like this (23 júri + 6 público)

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Imagem: oneurope

Hungria: ouça todas as canções do A Dal 2019

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A emissora da Hungria, Médiaszolgáltatás-támogató és Vagyonkezelő (MTVA), já revelou na íntegra as 30 canções a concurso no A Dal 2019.

A emissora estatal da Hungria, Médiaszolgáltatás-támogató és Vagyonkezelő (MTVA), já revelou na íntegra as 30 canções a concurso no A Dal 2019, seleção do país para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019. Recorde-se que a grande final vai decorrer no dia 23 de fevereiro.

Ouça as canções do A Dal 2019:

 Akusztik Planet – "Nyári Zápor"
Olivér Berkes – "Lighthouse"
Timi Antal ft. Gergő Demko – "Álmos Világ"
Fatal Error – "Kulcs"
Dayana – "Little Bird"
Deniz – "Ide Várlak Vissza"
Goti – "Csak Egy Perc"
Klara Hajdu – "You’re Gonna Rise"
Barni Hamar – "Wasted"
David Hirtli – "Alabama Hotel"
Kyra Fedor – "Maradj Még"
Leander Kills – "Hazavágyom"
Mocsok 1 Kölyök – "Egyszer"
Monyó Projekt – "Run Baby Run"
Bogi Nagy – "Holnap"
Nomád – "A Remény Hídjai"
Gergő Oláh – "Hozzád Bújnék"
Joci Pápai – "Az Én Apám"
Petruska – "Help Me Out Of Here"
Rozina Pátkai – "Freedom"
Ruby Harlem – "Forró"
Savus – "Barát"
Gergő Szekér – "Madár, Repülj!"
The Sign – "Ő"
The Middletonz – "Roses"
Laszlái Barai – "Someone Who Lives Like This"
USNK – "Posztolj"
Bence Vara – "Szótlanság"
yesyes – "Incomplete"

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Fonte e Imagem: ESC Portugal

Hungria: ouça os excertos das 30 canções do A Dal 2019

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A emissora da Hungria, Médiaszolgáltatás-támogató és Vagyonkezelő (MTVA), revelou snippets das 30 canções do A Dal 2019, seleção do país para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019.

Após ter revelado os 30 participantes do A Dal 2019, seleção da Hungria para o Festival da Eurovisão da Canção (ESC) 2019, a emissora húngara, Médiaszolgáltatás-támogató és Vagyonkezelő (MTVA), disponibilizou excertos de todas as canções em competição; pode ouvi-los aqui. Contudo, algumas das canções já foram disponibilizadas na íntegra pelos seus intérpretes.

Ouça os temas disponibilizados na íntrega:

Deniz – "Ide Várlak Vissza"
Fatal Error - "Kulcs"
Hamar Barni - "Wasted"
Mocsok 1 Kölyök – "Egyszer"
Nomád – "A Remény Hídjai"
Petruska – "Help Me Out Of Here"
The Middletonz – "Roses"
USNK – "Posztolj"
yesyes – "Incomplete"

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát Nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Reveja "Viszlát Nyár":


Fonte e Imagem: ESC Portugal/Vídeo: Eurovision.tv

Hungria: revelados artistas do A Dal 2019

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Já são conhecidos os 30 participantes do A Dal 2019, seleção húngara para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019.

Já foram revelados os 30 artistas que vão competir no A Dal 2019, seleção da Hungria para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019. O anúncio foi feito numa conferência de imprensa que decorreu em Budapeste, capital da Hungria. Joci Pápai, representante do país no ESC 2017 e András Kállay-Saunders, representante do país no ESC 2014, estão na corrida para vencer a competição, este último integrando o grupo The Middletonz. 

Miklós Both, Misi Mezö e os cantores Lilla Vincze e Feró Nagy vão ser os jurados da competição, e Freddie, representante do país no ESC 2016, será novamente o apresentador, juntamente com a cantora Bogi Dallos.

Os 30 participantes do A Dal 2019 são:

Akusztik Planet – "Nyári Zápor"
Olivér Berkes – "Lighthouse"
Timi Antal ft. Gergő Demko – "Álmos Világ"
Fatal Error – "Kulcs"
Dayana – "Little Bird"
Deniz – "Ide Várlak Vissza"
Goti – "Csak Egy Perc"
Klara Hajdu – "You’re Gonna Rise"
Barni Hamar – "Wasted"
David Hirtli – "Alabama Hotel"
Konyha – "Szászor Visszajátszott"
Kyra Fedor – "Maradj Még"
Leander Kills – "Hazavágyom"
Mocsok 1 Kölyök – "Egyszer"
Monyó Projekt – "Run Baby Run"
Bogi Nagy – "Holnap"
Nomád – "A Remény Hídjai"
Gergő Oláh – "Hozzád Bújnék"
Joci Pápai – "Az Én Apám"
Petruska – "Help Me Out Of Here"
Rozina Pátkai – "Freedom"
Ruby Harlem – "Forró"
Savus – "Barát"
Gergő Szekér – "Madár, Repülj!"
The Sign – "Ő"
The Middletonz – "Roses"
Laszlái Barai – "Someone Who Lives Like This"
USNK – "Posztolj"
Bence Vara – "Szótlanság"
yesyes – "Incomplete"

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát Nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Reveja "Viszlát Nyár":


Fonte: Eurovoix/Vídeo: Eurovision.tv

ESC 2019: Hungria confirma presença em Telaviv 2019

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Ao confirmar mais uma edição do A Dal, em 2019, a emissora nacional húngara assume a participação do país na Eurovisão 2019.

Foi divulgado todo o regulamento do próximo A Dal, a final nacional da Hungria em que, uma vez mais, o vencedor representará o país no Festival Eurovisão da Canção (ESC). Com a confirmação da seletiva, o país junta-se à lista de confirmados em Israel, que até ao momento conta com 37 pré-confirmações asseguradas.

Com formatos semelhantes, a final nacional húngara obriga a que todos os participantes sejam originários da Hungria ou que falem a língua do país, assim como a publicação prévia de algum trabalho discográfico ou contratos com agências da área. Sem restrições para o idioma das canções, a emissora recomenda, no entanto, o uso do húngaro. O prazo de submissão de canções termina a 8 de novembro.

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2018 o país foi representado pela banda AWS e a canção "Viszlát nyár", alcançando o 21.º lugar na final com um total de 93 pontos.

Recorde a participação em Lisboa [AQUI].

Fonte: Escbubble/ Imagem: fulelo.blog.hu/ Vídeo: Eurovision.tv

ESC 2018: Hungria é a favorito da Press Centre do Jury Show da 2ª semifinal

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A atuação do grupo húngaro AWS foi a que mais convenceu a imprensa acreditada no Jury Show da 2ª Semifinal do Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2018.

AWS, representantes da Hungria na 63ª edição do Festival Eurovisão da Canção (ESC) com a canção "Viszlát Nyár", venceu a votação da Press Centre no Jury Show da segunda semifinal. Suécia e Malta seguiram-se, ocupando o segundo e o terceiro lugares, respetivamente, do pódio de preferências. 

Veja a votação na íntegra:

1º Hungria - 79 pontos
2º Suécia - 38 pontos
3º Malta - 30 pontos
4º Ucrânia - 30 pontos
5º Eslovénia - 27 pontos
6º Noruega - 25 pontos
7º Dinamarca - 19 pontos
8º Moldávia - 17 pontos
9º Austrália - 16 pontos
10º Rússia - 8 pontos
11º Geórgia - 7 pontos
12º Letónia - 6 pontos
13º Polónia - 5 pontos
14º Montenegro - 5 pontos
15º Sérvia - 4 pontos
16º São Marino - 4 pontos
17º Holanda - 3 pontos
18º Roménia - 0 pontos

Fonte: ESCXtra/Imagem: Eurovision.tv

Apreciações Musicais - ESC 2018: Hungria

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AWS - "Viszlát nyár"



André Sousa: Não vou negar que para o estilo deles estão muito bem, mas eu não gosto mesmo nada deste estilo. Por isso digo que foi uma péssima escolha da Hungria. 

Andreia Valente: Os amantes de metal têm aqui o seu presente anual. Já fazia falta metal que não fosse um pop mainstream sem vergonha.

Catarina Gouveia: O meu eu de há 10 anos atrás ficou com convulsões com isto. Que nostalgia do bem, que throwback incrível. Já não consigo vibrar com isto como vibraria nessa altura, mas muito obrigada, Hungria!

Daniel Fidalgo: Variedade! Uma canção Metal, muito bem produzida e com uma muito potencial. E aquela mudança de tom no final? É divinal! 

Diogo Canudo: “Viszlát Nyár” deve ser uma lufada de ar fresco para os admiradores deste tipo de música. Eu não sou de todo fã e não consigo apreciar qualquer beleza na proposta que a banda apresenta. 

Elizabete Cruz: MEU DEUS QUE INSTRUMENTAL É ESTE EU ESTOU MORTA! Nunca na minha vida eu estava à espera de dar play na música e ter heavy metal nos meus ouvidos. E que felicidade que foi ouvir de novo este género musical no festival! Ouvir isto trouxe tamanha nostalgia que foi amor à primeira vista.

Jessica Mendes: Sou fã de rock mas não sou de extremos. Assim sendo, gosto de metade desta música e abomino a parte que é só gritaria. Ainda assim, este género é sempre bem-vindo.


João Vermelho: Rock! Era isto que era preciso! Um rock como deve ser, instrumental impecável, ao contrário do que muitos dizem não é só baralho!

Neuza Ferreira: Quem não gosta de um bom thrash metal?! Pessoalmente adoro este instrumental.

Patrícia Leite: Rock ‘n roll! A canção mais metálica deste festival está aqui! Uma mudança radicalíssima de um ano para o outro. Será que querem seguir o mesmo caminho dos “Lordi”?

Pedro Anselmo: Que saudades de ouvir metal na Eurovisão. O facto de ser raro, torna-a ainda mais especial e espetacular. Tem um ritmo e uma energia inigualáveis. E aquele último minuto da canção é o melhor minuto de música do ESC 2018.

Pedro Lopes: Gosto de música rock, e até ‘sinto’ o instrumental desta. Mas acho sempre que há algo de bastante exagerado no arranjo, o que acaba por saturar a audição da mesma.

Tiago Lopes: Típica música hard rock.   


André Sousa: A voz está bem gritada – nada mais. 

Andreia Valente: Adoro um homem com raiva na voz, de vez em quando. A voz do Örs nunca se torna incomodativa. 

Catarina Gouveia: Adequadíssima e impressionante.

Daniel Fidalgo: A indicada para este género de canção. Sempre que ouço, sinto que lhe vão saltar pela boca as cordas vocais, mas tudo bem! É mesmo assim que funciona. 

Diogo Canudo: O vocalista tem uma excelente voz, adoro a garra na voz que ele tem principalmente no refrão. Acredito que seja o homem com melhor voz e projeção desta edição eurovisiva. Parabéns por isso.

Elizabete Cruz: Mesmo sendo uma música heavy metal, a verdade é que o vocalista dos AWS é até bastante soft na maneira que canta. A voz sai naturalmente, não parece que vai rebentar uma corda vocal a qualquer instante. Acredito que o fato de ele não ser tão agressivo na maneira de cantar vai ser uma mais-valia.

Jessica Mendes: Estava tudo ótimo até ele começar a gritar como se lhe estivessem a dar umas facadas no lombo. 


João Vermelho: O Örs Siklósi tem das vozes mais expressivas deste ano! A forma louca e perfeita como ele canta (sim é cantar não é gritar) é algo do outro mundo.

Neuza Ferreira: O intérprete tem uma voz completamente adequada ao estilo. É competente e de certeza que no palco eurovisivo vai estar on point.

Patrícia Leite: A típica voz metálica e esganiçada. Ideal para este instrumental. 

Pedro Anselmo: É preciso ter boa capacidade vocal para algo assim. O cantor dá tudo, nem sei como não fica sem voz. É possível sentir a emoção e a angústia que ele transmite.

Pedro Lopes: Qual a necessidade de o intérprete se por a berrar tanto na música? É essa a verdadeira intenção? Então perto do final da canção, é uma coisa que já perdeu a piada toda. Só assim naquela, destruíram qualquer possibilidade de eu elogiar a voz ou mesmo a música como um todo. Continuo sem perceber se a intenção era mesmo aquilo e pergunto se não havia a hipótese de não parecerem tão exagerados.

Tiago Lopes: Não consigo avaliar, à minha maneira, as qualidades deste intérprete.


André Sousa: Uma presença pujante que se torna no ponto forte de toda a composição. Parece que estou num bar de motards no meio da loucura dos copos espalhados pelo chão e dos gritos descontrolados. 

Andreia Valente: Só espero que eles deixem o palco em pedaços no final da atuação.

Catarina Gouveia: Ponham isto a fechar a semifinal, para não haver o risco de haver alguém sem palco para pisar. Ah, e exijo um moshpit na plateia em pé, no mínimo.

Daniel Fidalgo: Quero ver guitarras partidas no chão e o vocalista a saltar para cima do público, esmagando assim aqueles que dizem que esta canção é má.

Diogo Canudo: É preciso um ambiente mais rockeiro, um cenário que mais se enquadre na mensagem que o grupo quer transmitir. No entanto, como banda, têm uma atitude exemplar e impecável.

Elizabete Cruz: Típica presença de banda rock/metal, com um belo ar de “não quero saber, só estou aqui para tocar”. Nada a ser mudado, portanto.

Jessica Mendes: O que é que se espera de uma banda? Nada mais que ser uma banda.

João Vermelho: Eles dão tudo em palco, partem a loiça toda!

Neuza Ferreira: Os AWS vão arrasar no palco. Só espero uns bons planos de câmara, de resto eles vão dar conta do recado.

Patrícia Leite: Quando estão em palco dão tudo o que tem e o que não têm. Por vezes até exageram, com alguns momentos que sugerem algum distúrbio mental. Fora disso, têm muito boa energia, usam os efeitos apropriados e recomendados ao tipo de música.

Pedro Anselmo: O pavilhão vai ser demasiado pequeno para esta banda.

Pedro Lopes: É notório o sentimento e a entrega da banda em palco. Apesar de não apreciar muito a música, por agora, a atuação ao vivo será o seu ponto forte. Poderá resultar mal, na mesma…

Tiago Lopes: AWS têm o estilo de uma banda do seu estilo de música, não deverão mudar muito.


André Sousa: Nada a acrescentar a algo que não é nada positivo. 

Andreia Valente: Uma letra de raiva contra o verão? Contra o sonho? Se fosse uma letra kumbaya era um plotwist genial.

Catarina Gouveia: Eu não sei o que é que eles andam a tomar para ter estas revoltas alucinantes mas eu quero experimentar.

Daniel Fidalgo: Canção cantada em húngaro! Não poderia ser melhor! 

Diogo Canudo: Uma letra de despedida, de um amor verdadeiro que teve de acabar. Gosto da forma como o tema é explorado nesta canção, num tom mais frio e duro. É uma maneira diferente de apresentar uma letra de amor. 

Elizabete Cruz: A única coisa má de as músicas serem cantadas nas línguas maternas é que muita gente não vai ter acesso a boas letras como esta. Esta é uma letra de despedida, sobre seguir em frente, mas que na realidade é asbtrata o suficiente para que possa significar várias coisas.

Jessica Mendes: Fiquei desiludida quando vi a tradução a vi que era só ais uma música cujo tema é o amor. Esperava melhor.

João Vermelho: Partilho do mesmo sentimento de tristeza da despedida do verão.

Neuza Ferreira: Thrash metal em húngaro?! Melhor ainda! A letra traduzida para inglês é boa, sim, mas em húngaro tem muito mais poder. Letras na língua materna, regra geral, são sempre boas.

Patrícia Leite: Uma letra muito depressiva e revoltante. Quando lemos o título (“Adeus Verão”), dá a ideia da falta dos dias de sol, praia, etc., coisas que se repetem todos os anos. No entanto, ao analisar a letra com maior profundidade, ela passa-nos uma mensagem de revolta, isolamento e um certo isolamento em relação ao seu intérprete. Algo que percebemos através do instrumental. Tem o ponto positivo de ser cantada na língua materna. Será o suficiente para conquistar a Europa?

Pedro Anselmo: Das melhores letras do festival. Fala acerca da perda de alguém querido e da falta que lhe faz. Húngaro nesta canção parece uma língua tão bonita.

Pedro Lopes: Bad… não lhe encontro significância de maior.

Tiago Lopes: Se com este género de música se avizinhava uma difícil compreensão da letra, em húngaro poucos entenderão o que é cantado.


André Sousa: Competiram para o último lugar, e eu acho que vão conseguir. 

Andreia Valente: Vai passar à final. Na final ficará à porta do Top 15.

Catarina Gouveia: O potencial desta canção é o seu factor nostalgia, que não garante assim tantos votos quanto isso. Deve passar, mas ficará no lado direito da tabela. A não passagem também não me surpreendia de todo.

Daniel Fidalgo: É algo a que o povo eurovisivo não está acostumado a escutar, pelo que temo um pouco pelo futuro desta canção. Penso que é impactante o suficiente para passar à final. O resultado na final parece-me muito incerto. 

Diogo Canudo: Duvido que vá à final.

Elizabete Cruz: Esta música claramente veio para surpreender. Estou a aguardar um efeito Lordi.

Jessica Mendes: Se a Ucrânia teve o resultado que teve no ano passado, esta música vai ficar ainda pior.

João Vermelho: Infelizmente penso que se passar à final será com alguma dificuldade, e na final não sei bem. Porém rock costuma dar-se muito bem na Eurovisão, é uma grande incógnita.

Neuza Ferreira: Espero que passem à final.

Patrícia Leite: Não sei se passarão da semifinal, demasiado psicadélico, demasiado exagerado. 

Pedro Anselmo: Acredito num top 20 na final. 

Pedro Lopes: Hungria fora da final.

Tiago Lopes: Ou correrá muito bem, ou será péssimo. Imprevisível.


André Sousa: 0 pontos.

Andreia Valente: 7 pontos.

Catarina Gouveia: 6 pontos.

Daniel Fidalgo: 8 pontos.

Diogo Canudo: 0 pontos.

Elizabete Cruz: 12 pontos.

Jessica Mendes: 7 pontos.

João Vermelho: 12 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Patrícia Leite: 4 pontos.

Pedro Anselmo: 12 pontos.

Pedro Lopes: 4 pontos.

Tiago Lopes: 1 pontos.

Total: 81 pontos


André Sousa: Os meus ouvidos sangram com isto.

Andreia Valente: Os que gostavam de “Alter Ego” por ser “rock” devem achar que “Viszlát Nyár” é demasiado hardcore.

Catarina Gouveia: Eu também ficava revoltada com o fim do verão, mas depois descobri as maravilhas do autobronzeador.

Daniel Fidalgo: Berrei!

Diogo Canudo: A Hungria tem tiros muito certeiros. Este foi apenas um tiro ao lado.

Elizabete Cruz: Esta não é a música que a Eurovisão queria, mas é a música que a Eurovisão precisava.

Jessica Mendes: Para a próxima deixem de fora os gritos, sim?

João Vermelho: Nunca pensei ouvir uma musica de metal com uma letra sobre as saudades do verão.

Neuza Ferreira: Quero justiça para este tema húngaro!

Patrícia Leite: É quase até cuspir sangue!

Pedro Anselmo: Budapeste 2019, por favor!

Pedro Lopes: Preciso de levar proteção para os ouvidos?

Tiago Lopes: Abrir uma banca de tampões para os ouvidos em frente à Arena deverá ser um bom negócio.


1.º Estónia - 144 pontos; 2.º Finlândia - 117 pontos; 3.º Bélgica - 115 pontos;  4.º Israel - 112 pontos; 5.º Áustria - 107 pontos; 6.º Dinamarca - 106 pontos; 7.º Bulgária - 105 pontos; 8.º Grécia - 103 pontos; 9.º Arménia - 100 pontos; 10.º Holanda - 88 pontos; 11.º República Checa - 86 pontos; 12.º Suíça - 83 pontos; 13.º Austrália - 82 pontos; 14.º Hungria - 81 pontos; 15.º Noruega - 79 pontos; 16.º Lituânia - 77 pontos; 17.º Albânia - 76 pontos; 18.º Chipre - 75 pontos; 19.º Macedónia - 70 pontos; 20.º Azerbaijão - 69 pontos; 21.º Sérvia - 68 pontos; 22.º Croácia - 66 pontos; 23.º Roménia - 65 pontos; 24.º Irlanda - 61 pontos; 25.º Eslovénia - 57 pontos; 26 Rússia - 56 pontos; 27.º Geórgia - 49 pontos; 28.º Bielorrússia - 48 pontos; 29.º Moldávia - 43 pontos; 30.º São Marino - 42 pontos; 31 Islândia - 31 pontos. 

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