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Portugal: Opinião de Pedro Granger e Sílvia Alberto sobre Quero ser tua

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Sílvia Alberto e Pedro Granger deram a sua opinião sobre o tema Quero ser tua, vencedor do Festival da Canção 2014, à revista Notícias TV e ao programa 5 para a meia noite, respetivamente.

Recorde-se que Pedro Granger foi coapresentador do Festival da Canção de 2012 e, nesse mesmo ano, foi o comentador oficial do Festival Eurovisão. Quando convidado pelo programa 5 para a meia noite a dar a sua opinião sobre a canção Quero ser tua, Pedro apenas referiu, "A canção Quero ser tua não é pior que as outras concorrentes".
Sílvia Alberto, como habitual, tem sido muito questionada para opinar sobre este tema. A apresentadora do Festival de 2008 a 2014, e também comentadora de edições do ESC, foi parca em palavras à revista Notícias TV. Sílvia afirmou que Festival "sem apupos não seria a mesma coisa", justificando estas polémicas com a "garra" e dedicação das "claques" de diferentes candidatos "que dão muita animação ao Festival".

Fonte e imagem: ESCPortugal
23/03/2014

Portugal: Sílvia Alberto e Pedro Granger com novos projetos

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Os dois apresentadores do Festival da Canção 2012 estão envolvidos em novos projetos.

          Pedro Granger vai entrar num novo filme português, intitulado "Real Playing Game", de Tino Navarro. O ator, que deu a notícia através da sua página pessoal do Facebook, vai contracenar com nomes como Victória Guerra, Soraia Chaves e Débora Monteiro. A data prevista de lançamento nos cinemas portugueses é a de 29 de agosto.
          Já Sílvia Alberto parece ter sido escolhida pela Direção de Programas do canal público para conduzir um novo magazine social, cujas gravações parecem ter já arrancado. Ao lado da apresentadora estará Joana Teles, a porta voz de Portugal nas últimas duas edições em que o país concorreu. Joana será uma das repórteres envolvidas. 

Fonte: ESCPortugal/Imagem: Google
26/06/2013

Primeiro texto: Pedro Granger faz cobertura do ESC2013

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       Olá a todos,
      Já estou em Malmo há três dias, hoje é a festa de abertura do Eurovision Song Contest 2013, e não pensem que Portugal ficou assim ‘tão de fora’ este ano.
      Claro que não entramos no festival e não temos música nem artista, mas a verdade é que acabou por surgir, aqui na Suécia, uma mini delegação improvisada, constituída por vários fãs do nosso país.
       O que escrevo pode parecer exagero mas os fãs são, de facto, a grande alma deste evento, e não deixa de ser engraçado ver a enorme quantidade de pessoas solidárias e com pena de não estarmos representados este ano.
      No Euroclub (sitio onde se encontram artistas, delegações, fãs e imprensa de todos os países), não há dia em que não se ouça o “Bem bom”, “Conquistador”, “Playback”,... e acreditem que ouvir suecos, islandeses, israelitas e noruegueses a tentar cantar as nossas músicas faz-nos sentir que ainda somos parte disto.
       Estamos num dos países onde se vive com maior intensidade o festival e o ambiente por aqui ainda é de grande descontração, estando os nervos guardados para a semana que se segue.
       Os ensaios correram bem e como é óbvio já se adivinham vencedores, comentam-se desilusões e fazem-se apostas. Não fosse Malmo a dois passos de Copenhaga, muitos são os que dizem que a Dinamarca é a senhora que se segue. 
       As músicas da Holanda e Itália também estão bem cotadas entre a imprensa e os fãs aqui presentes. No que diz respeito à Itália, após um grande interregno eurovisivo, voltou ao concurso há dois anos e conseguiu um segundo lugar há dois anos e um nono em 2012. Quanto à Holanda a coisa pia mais fininho: não conseguem passar à final do festival desde 2004 e as expectativas com Anouk e o seu “Birds” são mais que muitas.
        Outra, mas inesperada, favorita para muitos aqui presentes é a música do Azerbaijão que aposta forte nos efeitos especiais, tentando fazer o festival regressar ao Baku Crystal Hall. “Tomorrow” é a grande surpresa do ano, e por estas bandas tudo cantarola a música de Malta (que, como vão poder ver, é das atuações mais boa onda e descontraídas da competição). Geórgia é um país ao qual ninguém está indiferente, se bem que os ensaios não correram na perfeição. As músicas da Alemanha e Noruega estão também bem cotadas, ao contrário da de Espanha que, para grande tristeza dos fãs espanhóis (e minha também, confesso) é dada como uma das mais fracas dos últimos anos.
       A voz da cantora israelita é considerada a melhor voz feminina do festival e a sala de imprensa foi ao rubro quando Moran Mazor improvisou a sua própria versão de “Euphoria” (vencedora de 2012). Já o titulo de melhor voz masculina pertence a Itália e a Marco Mengoni. 
      Isto é o que se diz por aqui, uma semana após terem começado os ensaios para o maior evento, não desportivo, de televisão a nível mundial. Até às semi finais muita coisa pode acontecer e todas estas opiniões e expectativas podem mudar.
     De Malmo para Portugal um grande abraço em nome da (mini e não oficial) delegação portuguesa.

12/05/2012
Pedro Granger

Imagem disponibilizada pelo comentador.

Pedro Granger irá fazer a cobertura do ESC 2013 no site!

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       Pedro Granger, apresentador do Festival da Canção 2012, irá fazer a cobertura do Festival Eurovisão da Canção 2013 no Crónicas de Eurofestivais, como colaborador especial.

Pedro está na Suécia a convite da EBU. O primeiro texto será publicado hoje às 19h00. Podem esperar por mais textos até ao ESC terminar - depende sempre da disponibilidade do comentador. A equipa do CE quer, desde já, agradecer a disponibilidade do Pedro em colaborar connosco. 

12/05/2013

As opiniões sobre a nossa desistência ... Pedro Granger

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      Pedro Granger, apresentador do Festival da Canção e do Eurovision Live Concert 2012 e assumido fã eurovisivo, disse ao Crónicas o que achava sobre a nossa desistência do Festival Eurovisão da Canção. As principais razões da desistência, soluções que o próprio aponta, etc. Pode ler na íntegra as declarações do apresentador e ator de seguida:

"É com pena que vejo a nossa ausência em Malmö no Festival Eurovisão da Canção 2013. Sei que não foi uma decisão fácil para o Hugo Andrade (diretor de programas da RTP), ele próprio que gosta e é um defensor do Festival da Canção, mas a situação da RTP e do país não é de facto a melhor, economicamente falando.
      Se penso que se poderia tentar dar a volta e arranjar maneira de ir, a resposta é talvez. Acho que excecionalmente poderíamos tentar escolher internamente um artista (à semelhança da Holanda que escolheu a Anouk, Espanha o ano passado que escolheu Pastora Soler, e tantos outros países) e convidar alguns compositores de maneira a termos uma gala onde depois durante a semana  o público poderia votar através de televoto para escolher o seu tema preferido, arranjar patrocinadores ....
      Acho que os próprios fãs eurovisivos se deviam ou poderiam mobilizar e propor à RTP maneiras de angariar fundos de maneira a garantir a nossa presença.
      Penso que foi uma decisão difícil de tomar e que deve ter custado muito ao Hugo Andrade e acredito que no futuro próximo voltaremos a marcar presença e aí fica o apelo à comunidade eurovisiva portuguesa para que nos juntemos já, agora, de maneira a pensar em maneiras de arranjar fundos e quem sabe até patrocinadores caso o problema financeiro se mantenha em 2014.
     Acho triste países que ainda estão piores que nós financeiramente marcarem presença como o Chipre, Espanha e, pelo que tudo indica, a Grécia também. Acho que mandamos a imagem errada para o exterior. Devemos mandar a mensagem de que estamos a poupar e a fazer um esforço mas que estamos vivos e de boa saúde. 
    Para além disso, este  é um programa importantíssimo para a enorme e querida comunidade emigrante que temos por essa Europa fora, e é de facto uma pena não podermos estar mais próximos este ano através do festival. 
        Quanto aos pessimistas e destrutivos do costume: Músicas boas e más sempre ouve ao longo da nossa história no festival, acho que algumas músicas dos últimos tempos como a da Vânia Fernandes, Filipa Azevedo, Filipa Sousa não nos envergonham nada, muito pelo contrário, e com melhor ou pior pontuação fizeram e fazem sucesso lá fora; e que independentemente das classificações o importante é marcar presença neste evento cultural europeu. Se fossemos ver as coisas pelo prisma de entrar só para ganhar, então a comitiva olímpica portuguesa tinha sido 1% da que foi, deixávamos de ir a Europeus e Mundiais de futebol coisa que não quero que aconteça, também claro, logo eu que sou um aficionado de futebol e acho que é importantíssimo marcar presença em eventos internacionais sejam eles culturais, desportivos, ...).
      O que há a fazer é basicamente ver como ir gastando menos dinheiro, como angariar dinheiro e como fazer o festival dar lucro (coisa que penso ser possível);
     Há que ter orgulho nas comitivas portuguesas que têm ido e sido conscientes e bastante poupadas a nível de custos, agora é ver o que se pode fazer para optimizar ainda mais isso. 
     Estamos a falar de um evento que se goste ou não, faz parte da história da nossa televisão e é sem dúvida serviço público, factor de união com a comunidade emigrante, importante para a classe dos músicos portugueses e é um dos 10 programas mais vistos do mundo. Os óscares no ano passado foram vistos por 39 milhões de pessoas, o Eurofestival por mais 120 milhões.
      Respeito a decisão da RTP porque sei que foi difícil de tomar e muito ponderado, mas quero acreditar que com o tempo (temos um ano até ao próximo) todos juntos, RTP, artistas, fãs, podem, devem e vão trabalhar em maneiras para tornar o festival viável, lucrativo e ainda com mais qualidade".
      
Mais uma vez agradecemos ao Pedro Granger pela rápida resposta e pela simpatia!

Debate sobre a desistência da RTP em 2013

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    O Diário de Notícias uniu Simone de Oliveira, Pedro Granger, Luís Jardim e Nuno Galopim para comentar a desistência da RTP do Festival Eurovisão da Canção em 2013. O debate foi moderado por Ana Filipa Silveira e Márcia Gurgel.

Veja a notícia original e o vídeo da discussão: [AQUI]!

Fonte/Imagem: Diário de Notícias
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