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Lançamentos musicais - 11/05 a 17/05/2015

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Estas são as novidades, que foram divulgadas ao longo da última semana, dos últimos lançamentos musicais de artistas eurovisivos.


Os Genealogy, representantes da Arménia no Festival Eurovisão da Canção 2015, lançaram um novo tema chamado "Menq enq Mer Sarery".

Ouça a música: 




Duarte Mendes, representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção 1975, e Pedro Madeira, representante português no Festival da Canção Júnior 2006, gravaram uma nova versão de "Madrugada", a música que Duarte Mendes levou a Estocolmo, celebrando assim os 40 anos da música.

Ouça a música:




Ruth Lorenzo, representante da Espanha no Festival Eurovisão da Canção 2014, lançou o vídeo da sua música "Flamingos".

Veja o vídeo:




Os Anti Social Media, representantes da Dinamarca no Festival Eurovisão da Canção 2015, lançaram um novo EP no Spotify.

Ouça as músicas:




Hari Mata Hari, representante da Bósnia e Herzegovina no Festival Eurovisão da Canção 2006, lançou uma nova música chamada "Stara Lubjavi".

Ouça a música:




Os Manga, representantes da Turquia no Festival Eurovisão da Canção 2010, lançaram uma nova música chamada "Romantik Şizofren".

Ouça a música:




Danny Saucedo, participante do Melodifestivalen, a selecção nacional sueca, em 2011 e 2012, lançou um novo single chamado "Brinner i bröstet".

Ouça a música:


Fonte/Imagem: ESCPortugal, ESCXtra, ESCToday, Eurovisionary, Wiwibloggs/Vídeo: Genealogy Official, PedroMadeiraOfficial, Ruth Lorenzo, GOTIVA PRODUCTION OFFICIAL, maNga, Śpiewaczka Z Internetu
17/05/2015

Da Eurovisão aos Palcos - 27/04 a 03/05/2015

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Estas são as novidades, que foram divulgadas ao longo da última semana, dos anúncios ou das últimas apresentações musicais de artistas eurovisivos.


Bojana Stamenov, representante da Sérvia no Festival Eurovisão da Canção 2015, esteve na Bélgica, onde visitou as cidades de Bruxelas e Genk. A cantora deu muitas entrevistas durante a sua visita.



Leonor Andrade, representante portuguesa no Festival Eurovisão da Canção 2015, esteve no Casino do Estoril para a gala da revista TV7 Dias. Juntamente com ela estiveram Suzy, representante portuguesa no Festival Eurovisão da Canção 2014, Rui Drumond, representante português no Festival Eurovisão da Canção 2005, e Bruno Correia, que integrou a equipa de Luciana Abreu no Festival da Canção 2009.

Leonor Andrade esteve ainda presente no programa "Há Tarde", programa da Rádio e Televisão de Portugal (RTP), onde cantou a versão acústica do tema "Há Um Mar Que Nos Separa".



Michele Perniola e Anita Simoncini, representantes de São Marino no Festival Eurovisão da Canção, começaram a tour para promover o seu tema "Chain of Lights". O primeiro país que os cantores visitaram foi a Rússia, tendo estado na cidade de Moscovo.



Os Genealogy, representantes da Arménia no Festival Eurovisão da Canção 2015, foram convidados para conhecer os Presidente da República da Arménia. 



Pedro Macedo, participante no Festival da Canção 2012, foi ao casting do programa Ídolos, no qual conseguiu o apuramento para a próxima fase com dois votos favoráveis.



Os Electro Velvet, representantes do Reino Unido no Festival Eurovisão da Canção 2015, estarão no dia 8 de Maio no programa The Graham Norton Show para interpretar o tema "Still in LoveWith You".

Fonte/Imagem: ESCToday, Wiwibloggs, Oikotimes, ESCPortugal
03/05/2015

Opiniões Musicais - ESC 2015: Moldávia, Arménia, Bélgica, Holanda e Finlândia

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EDUARD ROMANYUTA - "I WANT YOUR LOVE"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Uma típica canção pop, com uma melodia que fica no ouvido, o que pode beneficiar a canção no certame. Mas não aparenta ser uma novidade em relação ao que a Eurovisão nos tem habituado. Não apresenta qualquer elemento na sua orquestração que nos leve a identificar o país a que pertence. Podia ser um tema de pop de qualquer país. Pela atuação ao vivo, na final nacional, pode-se verificar que o cantor é seguro e competente - embora o tema não seja muito exigente a nível vocal. E tem noção da performance que quer proporcionar.  

Ricardo Soler: Que canção irritante! O vocalista tem um timbre horrível, apesar de se mexer bem em palco. O visual não ajuda fazendo com que a canção tenha todo um ar boysband dos anos 90. O refrão fica no ouvido, mas espero que a Europa tenha melhor gosto que isto.

Suzy: Aqui se encontra um tema que nem aquece nem arrefece.




GENEALOGY - "FACE THE SHADOW"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Até é diferente ter vários cantores a interpretarem o tema, mas acabamos por nos perder um pouco devido aos vários timbres. Acaba por ser um pouco tudo de mais, e algo confuso. Parece que o refrão não conjuga com os versos do tema, os versos são mais interessantes do que o refrão. Será interessante ver como irão os seis cantores interpretar o tema ao vivo, se irá estar tudo conjugado ou algo confuso. 

Ricardo Soler: Se é para se cantar com uma dicção terrível em inglês mais vale cantar-se na língua materna. É mais uma balada de forte componente dramática e a vozes distintas (há inclusive uma voz lírica). Na recta final da canção o instrumental assume algo de tradicional, o que é algo positivo. É capaz de passar à final.

Suzy: Compreende-se o objectivo do grupo Genealogy. De facto, a linha melódica está confusa, as harmonias vocais não estão bastante enquadradas entre elas - apesar de cada elemento individualmente ter grandes capacidades vocais e serem grandes cantores. Mas penso que não será uma canção bem conseguida para o ESC 2015. Porém, é tudo uma incógnita. Esta canção tem um feeling de musicais, e o Festival da Eurovisão, cada vez mais, tem temas mais pop ou étnicos, para depois passarem nas rádios a fim de serem publicitados e incluídos em álbuns.



LOIC NOTTET - "RHYTHM INSIDE"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Um tema diferente dos restantes, com uma substância interessante, mas a verdade é que lembra um pouco a Lorde, sobretudo a batida. Há uma clara noção e sensibilidade artística, até no vídeo do tema - resta ver como irá ser transmitida essa noção artística na performance ao vivo. Loic tem uma excelente extensão vocal e uma musicalidade apurada. 

Ricardo Soler: Canção de atmosfera dark, semelhante a "Royals" de Lorde. O vocalista tem uma voz excepcional e o refrão fica no ouvido graças ao "rapapapa". Consigo ver esta canção na final.

Suzy: No início parece uma cópia do "Royals" da Lorde, é um tema bastante alternativo que, para o ambiente eurovisivo, não sei se se adequa. E saliento que os temas apresentados  na Eurovisão, principalmente em 2015, têm uma componente bastante radiofónica. É uma música "out of the box", comparativamente aos temas que os fºas eurovisivos gostam de ouvir. Mas é um tema atual, eclético com uma vertente pop mas alternativa que me agrada. A voz do intérprete não é comum a nível auditivo, tendo uma extensão vocal, a nível dos agudos, bastante grande - mas, a título pessoal, não me surpreende.



TRIJNTJE OOSTERHUIS - "WALK ALONG"



Luís Sousa & Vânia Fernandes: Um tema com uma musicalidade que a Holanda nos tem habituado, com uma melodia simples e que nos fica no ouvido. Soa a um tema pop, com uma cantora muito competente. Mas é mais um dos temas que se ouvíssemos na rádio podia pertencer a qualquer país, não o associamos à cultura holandesa. Trijntje é uma excelente cantora, pensamos que apenas pode melhorar a sua performance ao vivo, estar mais presente no que diz respeito à expressão corporal. 

Ricardo Soler: Canção muito inferior à do ano passado, no entanto a cantora que a defende é ótima e tem uma das melhores vozes a concurso. O refrão é super orelhudo mas acaba por tornar a canção repetitiva. No geral é uma boa canção tipicamente eurovisiva.

Suzy: O tema "Walk Along" faz jus ao seu título. No início achei o tema bastante agradável, que se pode muito bem ouvir no carro com as janelas abertas a apreciar a paisagem; é um tema que; ao longo dos 3 minutos, se torna bastante repetitivo.




PERTTI KURIKAN NIMIPAIVAT - "AINA MUN PITAA"



Luís Sousa & Vânia Fernandes: A Finlândia traz, uma vez mais, um tema ligado à vertente do rock, mais concretamente ao punk rock. Um aspeto positivo a ressaltar é o facto de o tema ser cantado na língua do seu país. O cantor é competente, faz exatamente o que o tema pede, mas, do que vimos na performance ao vivo, pensamos que pode melhorar a nível da expressão corporal. O tema apenas tem um minuto e meio, o que é algo estranho no certame. Não é um tema que se coadune com o que temos presenciado no certame, e pode pecar pelo facto de já não ser uma “novidade” rock, pois está muito presente na memória das pessoas o facto de um tema finlandês rock ter vencido o certame em 2006.

Ricardo Soler: Não é assim tão surpreendente esta escolha da Finlândia, visto que sempre foi o país mais metaleiro - e isso já lhes valeu uma vitória. O género faz-me lembrar Motörhead mas muito mais fraco. A condição dos elementos da banda pode ser uma boa chamada de atenção para uma Europa atenta.

Suzy: ??? NO COMMENTS! Compreendo a tentativa ou a mensagem que querem transmitir, mas...



Vídeos: Eurovision.tv
29/04/2015

Apreciações Musicais - ESC 2015: Arménia

1 comentário



GENEALOGY – “FACE THE SHADOW”




André Sousa: O instrumental revela uma melodia bastante agradável com o apontamento do piano, que embeleza toda a música. Parece que, por momentos na parte inicial, estamos perante um musical bem ao jeito da Disney.

Andreia Fonseca: Os primeiros 50 segundos são muito aborrecidos, no entanto depois o instrumental acaba por ser minimamente interessante, ainda que com momentos confusos. O melhor é mesmo o final, e não estou a ser irónica.

Catarina Gouveia: Muita parra e pouca uva. Muito se prometeu, com esta ideia de reunir artistas de continentes diferentes, mas a colaboração acabou por resultar numa canção nada marcante e de baixíssima qualidade. Eu ouço esta canção mas nunca me consigo lembrar dela!

Cláudia Peres de Matos: Este é o instrumental mais complexo da edição. É uma mistura de estilos e timbres que poderão não agradar aos eurofãs. As mudanças instrumentais dão a sensação de que se trata de uma canção “feita em cima do joelho”. Apesar disso tudo, é uma canção agradável e que desperta a atenção ao ouvi-la, por ser tão multifacetada musicalmente.

Diogo Canudo: De todo, não gosto. Juntaram vários estilos musicais e composições diferentes que soam demasiado estranho à primeira audição. O refrão também pouco ou nada é interessante. Das propostas mais fracas por parte da Arménia!

Elizabete Cruz: Com tanto que se ouviu falar da música da Arménia, achava que ia sair daqui algo espetacular, mas a verdade é que isso não aconteceu. É um instrumental agradável, mas demasiado esquecível de tão linear que é.

Jessica Mendes: Parece-me um aglomerado de canções sem grande nexo.

Joana Martins: Gosto tanto especialmente no último minuto da música.

Rita Pereira: Um instrumental com muitas variações e que acaba por se tornar desinteressante e cansativo.


André Sousa: Uma mistura de vozes que nem sempre combina da melhor forma. Existem timbres vocais bastante fortes que não se coadunam com outros, que não se destacam e que precisam de apoio de uma segunda pessoa.

Andreia Fonseca: Competentes, mas não estão todos ao mesmo nível.

Catarina Gouveia: Adorei a ideia da Arménia, reunindo cantores de todos os continentes. Foi uma excelente ideia, tendo em conta o mote da Eurovisão deste ano, e uma excelente jogada para a angariação de votos. São competentes, todos eles – vejamos que a música também não exige um vozeirão.

Cláudia Peres de Matos: Os artistas foram escolhidos “a dedo” e são todos excelentes.

Diogo Canudo: Ao menos todos têm um ótimo poder vocal, e nota-se o cuidado da emissora na escolha destes mesmos cantores. E acredito, sinceramente, que façam um grande espetáculo vocal na Eurovisão - principalmente, no último minutos.

Elizabete Cruz: Apesar de ser um conjunto de vozes, acho que elas não estão bem aproveitadas. Apesar de elas serem diferentes, não se destacam, cantam a música praticamente toda no mesmo tom, parecem realmente todas uma só. Seria uma coisa bonita se fosse uma música para a união, neste caso é só não aproveitar algo que podia ser uma mais-valia.

Jessica Mendes: As vozes são muito diferentes umas das outras. Acredito que seja complicado escolher pessoas em continentes diferentes e com vozes que combinem, mas a tarefa não foi conseguida!

Joana Martins: Seis vozes muito boas, mas pode dar confusão.

Rita Pereira: Todas as seis – excelentes, diga-se de passagem – vozes misturadas não foi a melhor opção para a canção.


André Sousa: Apesar de ainda não existir nenhuma apresentação ao vivo, pode observar-se uma garra acrescida em dois membros, comparativamente com os restantes quatro.

Andreia Fonseca: Não tenho muitas expetativas e até já imagino um álbum de fotos a passar de fundo durante a atuação.

Catarina Gouveia: Vai ser uma seca. A música é tão secante que nem dá vontade de imaginar uma boa atuação em palco. Podem ficar estáticos, a canção nunca vai deixar de ser má.

Cláudia Peres de Matos: Esta canção tem margem para ser uma grande atuação, ainda por cima com esta forma tão êxtase como termina.

Diogo Canudo: Imagino-os todos numa linha horizontal em palco e a cantarem, cada um na sua vez. Não mais que isso.

Elizabete Cruz: Não espero grande coisa da presença em palco. Eles os seis a ocupar o palco, a cantar como estátuas, eventualmente talvez se virem uns para os outros, mas não espero mais que isso.

Jessica Mendes: Espero que não se fiquem pela presença estática dos seis elementos em palco.

Joana Martins: Não devem ter problemas em palco mas tenho receio de como vão funcionar todas estas vozes juntas ao vivo.

Rita Pereira: A canção necessita, desesperadamente, de seis artistas completamente entregues à interpretação da mesma.


André Sousa: É por si um apelo à família, à união e sobretudo ao amor – que tantas vezes é remetido para segundo plano. Gosto da mensagem.

Andreia Fonseca: O inglês do intérprete masculino está longe de ser perfeito. Não se pode negar que esta letra não acrescenta nada de novo ao certame.

Catarina Gouveia: Mais um tema encorajador, igual a tantos outros. Não é péssima mas não é extraordinária. 

Cláudia Peres de Matos: A letra pode ser interpretada de várias formas, daí terem havido rumores do seu cariz político.

Diogo Canudo: Letras destas já a Eurovisão está cheia. Não traz nada de novo, e fala dos mesmo clichés e apelos que costumam aparecer a concurso.

Elizabete Cruz: Acho que este é das letras com refrões mais pobres. Basicamente, o refrão não diz absolutamente nada. O resto da letra é um pouco mais composta mas, verdade seja dita, não me entusiasma por aí além.

Jessica Mendes: Talvez seja a parte menos má de toda a proposta com uma mensagem bonita.

Joana Martins: A meio da música parece que repetiram “Don’t Deny” 300 mil vezes.

Rita Pereira: Uma boa letra que perde muito por o refrão ser tão pobre e repetitivo. O instrumental também não ajuda a que a mesma seja apelativa.


André Sousa: Fico na dúvida se passará à final. É aguardar para ver.

Andreia Fonseca: Pode ser que passe à final, mas não acredito que repita a classificação de 2014.

Catarina Gouveia: Não merece a final, ainda que possa passar por ser o país que é e pelo conceito.

Cláudia Peres de Matos: Está na final, mas não tenho certezas quanto ao seu sucesso.

Diogo Canudo: Pode ser que passe, mas não merece a final.

Elizabete Cruz: Por mim, ficaria na semifinal

Jessica Mendes: Talvez consiga um bom resultado, mas não tão bom como o do ano passado.

Joana Martins: Passa à final, mas possivelmente não deve chegar ao top 10.

Rita Pereira: Se se qualificar será graças a uma grande apresentação de palco e performance vocal; sem isso penso que não terá hipótese no meio de tantas canções mais interessantes.

André Sousa: 2 pontos

Andreia Fonseca: 5 pontos

Catarina Gouveia: 3 pontos

Cláudia Peres de Matos: 6 pontos

Diogo Canudo: 3 pontos

Elizabete Cruz: 2 pontos

Jessica Mendes: 2 pontos

Joana Martins: 7 pontos

Rita Pereira: 5 pontos

Total: 35 pontos


André Sousa: Uma autêntica Salada de Frutas.

Andreia Fonseca: Se isto é uma árvore genealógica, eu não quero fazer parte desta família.

Catarina Gouveia: Queremos a Sirusho! Onde está a Sirusho, pelo amor da santa!

Cláudia Peres de Matos: A Arménia decidiu apostar tudo… Agora ou vai, ou racha.

Diogo Canudo: Por mais que se esprema, a fruta não dá sumo!

Elizabete Cruz: Já te vi a fazer melhor, Arménia!

Jessica Mendes: Não neguem que a vossa música é uma mixórdia! 

Joana Martins: Não vou negar que gosto disto apesar de serem três músicas numa só.

Rita Pereira: Não nego... que esta canção é chata.


1º Arménia - 35 pontos; 2º Moldávia - 23 pontos.


Vídeo: Eurovision.tv
26/03/2015
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