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ESC 2026: reveladas as imagens do palco da Eurovisão em construção

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 O palco da Eurovisão 2026 já está em fase final de construção, e já há novas imagens!

Foram reveladas novas imagens do estado atual em que se encontra a Wiener Stadthalle, local do Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2026.

O palco está já a ser construído, entrando na fase final da transformação da arena para receber os 35 países participantes. Veja, abaixo, mais imagens:



Apreciações Musicais - ESC 2026: Noruega

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Jonas Lovv - "YA YA YA"




OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: esperava que isto fosse um verdadeiro desastre ao vivo. Não é que tenha sido uma boa atuação, mas a prestação vocal surpreendeu-me bastante (no bom sentido). Gosto da música, faz-me lembrar a vibe dos Arctic Monkeys, mas falta-me mais qualquer coisa, na medida em que chega a um certo ponto e fica estagnada. O grande problema desta música e atuação é mesmo o bigode dele. Alguém que lho corte.

João Vermelho: e pensar que poderíamos estar perante a terceira participação do Rybak na Eurovisão. Ainda assim, fiquei feliz que a Noruega decidiu arriscar e levar algo diferente. Gostei muito da postura e presença do Jonas na final nacional, acho que é um dos pontos fortes. A canção não é das mais originais, tem um refrão muito simples e que por vezes se torna repetitivo demais. Gosto muito do instrumental, da sonoridade e melodia da canção. Tenho as minhas dúvidas quanto à qualificação da Noruega para a final, poderá depender da pontuação do júri.

Neuza Ferreira: gosto deste instrumental básico de “YA YA YA”. O Jonas é um ótimo intérprete, é carismático e sabe atuar, e é essa presença em palco que safa esta proposta de ser um aborrecimento; apesar disso, o staging apresentado na final nacional parece-me ser pouco para a Eurovisão e precisa de algumas melhorias. A Noruega poderá ser salva pela boa vibe, mas isto tem tudo para não se qualificar para a final do ESC.

Pedro Lopes: se houve nórdicos que iniciaram a sua fase crescente em termos do que nos apresenta com as suas finais nacionais, isso não se passa com a Noruega. Acho que o MGP está, claramente, em crise, tendo, ainda assim, conseguido safar-se com o Kyle Alessandro o ano passado. Tal não voltará a acontecer. ‘Ya Ya Ya’ não é uma má canção, não o posso dizer, mas tudo ali é cliché, inclusive o aspeto visual do intérprete – que, não criticando, acaba por ser verdadeiramente irritante. Passa bem ao lado, mesmo que não haja nada de mais relevante a apontar. Numa semifinal forte como esta, tenho as minhas dúvidas quanto à passagem à final.



PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 7 pontos

João Vermelho: 5 pontos
 
Neuza Ferreira: 5 pontos

Pedro Lopes: 4 pontos

21 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Chéquia - 29 pontos; 9.º Chipre - 28 pontos; 10.º Suíça - 28 pontos; 11.º Luxemburgo - 27 pontos; 12.º Suécia - 26 pontos; 13.º Sérvia - 26 pontos; 14.º Letónia - 26 pontos; 15.º Croácia - 26 pontos; 16.º Malta - 25 pontos; 17.º Lituânia - 22 pontos; 18.º Noruega - 21 pontos; 19.º Polónia - 19 pontos; 20.º Bélgica - 18 pontos; 21.º Geórgia - 16 pontos; 22.º Portugal - 16 pontos; 23.º Montenegro - 16 pontos; 24.º Arménia - 13 pontos; 25.º Estónia - 13 pontos; 26.º Bulgária - 11 pontos; 27.º Azerbaijão - 11 pontos; 28.º São Marino - 8 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2026: Malta

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Aidan - "Bella"




OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: que aborrecimento. O Aidan já concorreu com músicas melhores e acabou por ganhar este ano por se destacar no meio de tanta mediocridade. Li, algures, que isto parecia uma música do Sanremo, mas já mais ouviríamos tamanha medianidade no Sanremo. Ele não é um grande cantor e o outfit é para lá de ridículo na música em questão (que é o que estraga o staging que até é interessante e acrescenta qualquer coisa). O problema é a música que não é marcante nem vai a lado nenhum. Quando, no final, achamos que vai finalmente haver um crescimento, volta atrás. Creio que a passagem à final está longe de estar assegurada e vai depender da ordem de atuação. Sorte a deles por terem calhado na segunda parte, porque isto grita música número 2.

João Vermelho: gosto muito da canção de Malta, acho um tema belíssimo, com um excelente instrumental, uma boa produção e gosto especialmente da melodia. A canção peca por não ser super original e moderna, mas acho que tem a sua classe. Aidan tem uma excelente voz, gosto do timbre, acho que na final nacional não estava muito seguro, mas acho que tem tudo para correr bem em maio. Talvez o staging e a performance possam ser melhorados para criar um maior impacto que a canção merece. Acho que passa à final, acredito que terá um bom resultado do júri, talvez o problema possa ser o televoto, veremos.

Neuza Ferreira: parabéns ao AIDAN por conseguir ir à Eurovisão após várias tentativas. Contudo, lamento que a canção que defende, apesar de agradável, acabe por ser um pouco esquecível. Gosto de “Bella”, é uma balada bonita q.b., mas pensando em outras propostas do mesmo género parece que esta fica um pouco aquém. Dois aspetos que me fazem lembrar desta canção são a voz característica do AIDAN e a atuação com as pétalas; fora isso, é só mais uma balada simples e previsível. Acredito que irá ficar no limbo entre passar à final e ficar pela semifinal.

Pedro Lopes: AIDAN entra para o lote dos casos de intérpretes que já tiveram melhores canções noutros anos, mas que, depois de tantas tentativas, lá conseguem o seu lugar na Eurovisão. Não que desgoste deste ‘BELLA’, mas é inferior a outros temas do artista. Acho que a parte final da música é, sem dúvida, a parte mais interessante e forte, numa música que peca, um pouco, por demorar a crescer. Tenho dúvidas a como virá a ser interpretado no voto geral, mas haverá tendência a que o júri possa resgatar isto.


PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 5 pontos

João Vermelho: 8 pontos
 
Neuza Ferreira: 6 pontos

Pedro Lopes: 6 pontos

25 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Chéquia - 29 pontos; 9.º Chipre - 28 pontos; 10.º Suíça - 28 pontos; 11.º Luxemburgo - 27 pontos; 12.º Suécia - 26 pontos; 13.º Sérvia - 26 pontos; 14.º Letónia - 26 pontos; 15.º Croácia - 26 pontos; 16.º Malta - 25 pontos; 17.º Lituânia - 22 pontos; 18.º Polónia - 19 pontos; 19.º Bélgica - 18 pontos; 20.º Geórgia - 16 pontos; 21.º Portugal - 16 pontos; 22.º Montenegro - 16 pontos; 23.º Arménia - 13 pontos; 24.º Estónia - 13 pontos; 25.º Bulgária - 11 pontos; 26.º Azerbaijão - 11 pontos; 27.º São Marino - 8 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2026: Letónia

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Atvara - "Ēnā"



OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: uma das melhores letras da edição (e ainda bem que é em letão, apesar de ninguém a perceber). Ela é uma cantora exímia, cheia de sentimento que consegue expressar através da voz, e a atuação está belíssima. A música dá-nos uma sensação de calma e uma intensidade, tudo ao mesmo tempo, como creio que se pretendia. Se a Letónia, com esta música, não consegue sequer a final, é mais uma prova de que isto não é um concurso de música. 

João Vermelho: a canção é muito bonita, tem uma boa melodia e gosto da voz da Atvara. A atuação na final nacional conseguiu passar a mensagem da canção muito bem. Contudo, algo não me conecta a 100%, acho a canção um pouco monótona. Apesar de um bom instrumental e a produção ser ok, sinto que não tem grandes camadas. Ainda assim, acho que a Letónia pode lutar por um lugar na final, o histórico do país não é de todo positivo, mas talvez com ajuda do júri e com algum televoto de pessoas que conectem com a mensagem, pode muito bem ser, mais uma vez, uma surpresa.

Neuza Ferreira: quando ouvi a versão estúdio desta música pela primeira vez, pensei que seria só mais uma balada chata, mas depois de ver a atuação no Supernova fiquei convencida.  O instrumental é bastante bom, mas quem dá vida a esta proposta é a Atvara, que, com uma uma performance incrível, consegue transmitir a emoção por trás da letra. A encenação está bastante bem conseguida e é só manterem para o palco da Eurovisão. Facilmente consegue a passagem para a final, mas não sei se depois conseguirá um grande resultado.

Pedro Lopes: não tenho grande coisa a apontar ao tema da Letónia deste ano, o que propriamente não será uma boa notícia. Entre o que o ‘Supernova’ nos oferecia este ano, era claramente a escolha mais acertada, já que não só o tema, como a intérprete, mas também a atuação estava pensada ao detalhe, ainda que em nada demasiado exigente. É agradável de se escutar, mas olhando para a forma como se compôs esta segunda semifinal, temo que possa cair no esquecimento.


PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 8 pontos

João Vermelho: 6 pontos
 
Neuza Ferreira: 7 pontos

Pedro Lopes: 5 pontos

26 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Chéquia - 29 pontos; 9.º Chipre - 28 pontos; 10.º Suíça - 28 pontos; 11.º Luxemburgo - 27 pontos; 12.º Suécia - 26 pontos; 13.º Sérvia - 26 pontos; 14.º Letónia - 26 pontos; 15.º Croácia - 26 pontos; 16.º Lituânia - 22 pontos; 17.º Polónia - 19 pontos; 18.º Bélgica - 18 pontos; 19.º Geórgia - 16 pontos; 20.º Portugal - 16 pontos; 21.º Montenegro - 16 pontos; 22.º Arménia - 13 pontos; 23.º Estónia - 13 pontos; 24.º Bulgária - 11 pontos; 25.º Azerbaijão - 11 pontos; 26.º São Marino - 8 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2026: Dinamarca

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Søren Torpegaard Lund - "Før Vi Går Hjem"



OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: há qualquer coisa no ritmo desta música que não combina com a orgia da atuação e da letra. Se eu não tivesse visto esta atuação nem tivesse ido ver a tradução da letra, diria que era uma música de auto-ajuda, de como podemos ser melhores se esforçarmos ou essas tretas que os coach dizem. Se o objetivo dele era fazer uma orgia e cantar sobre ela, devia ter ido com uma música adequada a isso. Pondo essa questão de lado, e não sendo eu, de todo, fã da atuação (que acho tão ridícula quanto a do Olly Alexander), consigo reconhecer que está bem pensada e pronta para o palco eurovisivo e também consigo perceber o porquê do fã eurovisivo comum a adorar.

João Vermelho: eu li bem? Dinamarca? Na sua língua mãe e com uma canção competitiva, sendo uma das favoritas dos fãs? Realmente não estava no meu bingo, pessoalmente não é das minhas favoritas, mas gosto da canção. É um instrumental muito cheio e pesado em certas partes, mas de uma forma geral é bem produzido. Gosto da melodia e do refrão, fica na cabeça e funciona mesmo em dinamarquês (defendo que qualquer língua pode funcionar na Eurovisão e aqui está uma das provas). A performance é eletrizante e vocalmente irrepreensível por parte do Søren, tem tudo para arrasar em maio, e colocar a Dinamarca na final e lutar até por um lugar interessante na final.

Neuza Ferreira: quanto mais oiço “Før Vi Går Hjem” mais gosto; para não passar vergonha, nem digo quantas vezes já vi no YouTube a atuação na final nacional dinamarquesa, mas já não dá para contar pelos dedos das mãos. Estou conquistada por esta vibe intensa e enérgica, e dá-me vontade de ir saltar com o Søren. A atuação é bastante sólida, se bem que podiam aprimorar um ou outro aspecto em termos de cenário para o palco de Viena. Não estava à espera que ele conseguisse interpretar tão bem e performar tão bem. Se isto não dá o melhor lugar de sempre à Dinamarca após a vitória da Emmelie de Forest, não sei o que dará.

Pedro Lopes: basta dizer-vos que é a minha canção favorita deste ano, e por quem mais torço por um excelente resultado. Não vence, não sei se fica perto, mas merece um resultado à altura, como há muito a Dinamarca não consegue. Sempre fui um fiel defensor da final nacional do país, mesmo quando não nos apresentava nada competitivo. Este ano parece terem encontrado a pólvora, com várias propostas competitivas, mas com um tema vencedor de excelência. Uma música eletrizante, mega contagiante, com um crescendo poderoso, incapaz de deixar quem quer que seja, pelo menos, curioso com o que se passa. Isto para não falar num intérprete exímio, com uma prestação segura, à qual se junta uma apresentação em palco que pouca afinação precisa. Para mim, tudo aqui é bom. Vou estar a torcer muito!


PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 5 pontos

João Vermelho: 6 pontos
 
Neuza Ferreira: 8 pontos

Pedro Lopes: 12 pontos

31 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Chéquia - 29 pontos; 9.º Chipre - 28 pontos; 10.º Suíça - 28 pontos; 11.º Luxemburgo - 27 pontos; 12.º Suécia - 26 pontos; 13.º Sérvia - 26 pontos; 14.º Croácia - 26 pontos; 15.º Lituânia - 22 pontos; 16.º Polónia - 19 pontos; 17.º Bélgica - 18 pontos; 18.º Geórgia - 16 pontos; 19.º Portugal - 16 pontos; 20.º Montenegro - 16 pontos; 21.º Arménia - 13 pontos; 22.º Estónia - 13 pontos; 23.º Bulgária - 11 pontos; 24..º Azerbaijão - 11 pontos; 25.º São Marino - 8 pontos.


Vídeo: Eurovision Song Contest

Portugal: morreu Mário Marta, participante do Festival da Canção 2026

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 O cantor cabo-verdiano Mário Marta morreu, na quinta-feira, aos 53 anos, em Lisboa, disse esta sexta-feira à Lusa fonte familiar do artista que participou no Festival da Canção deste ano.


Morreu Mário Marta, cantor cabo-verdiano que este ano pôde ser visto no Festival da Canção (FC) 2026, com o tema "Pertencer", composto por Djodje.

A informação foi confirmada à agência Lusa por fonte familiar.

"Mário Marta destacou-se como um artista de grande sensibilidade e dedicação à música cabo-verdiana, conquistando o respeito do público, dentro e fora do país", referiu a família, numa mensagem em que classifica a morte como "uma perda irreparável para a música e cultura nacional".

Conhecido pela sua ligação às mornas e coladeiras, géneros da música tradicional cabo-verdiana, Mário Marta nasceu a 30 de agosto de 1972, na Guiné-Bissau, filho de pai guineense e mãe cabo-verdiana.

Viveu na Guiné-Bissau e em Angola, antes de se fixar em Portugal. A RTP também já reagiu à morte, através de uma partilha na página do Festival da Canção, lamentando esta permatura perda.


Fonte: Lusa/ Imagem: RTP

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