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Apreciações Musicais - ESC 2026: Itália

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Sal Da Vinci - "Per sempre Sì"


OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: “Per sempre si” está, inevitavelmente, entre as piores músicas que Itália enviou desde o seu regresso, em 2011. O problema é que as propostas italianas são sempre excelentes e, por isso, qualquer coisa mediana nos parece má em comparação. É, para mim, a pior proposta desta década à parte de “Brividi” (que ainda não percebi como ficou tão bem classificada depois de tanto berredo), mas não é péssima. A letra é má (básica, ainda por cima com referências religiosas), a música é datada e a atuação é o que se espera sempre de Itália. Ainda assim, tornou-se viral em poucos dias por alguma razão. É diferente, ele é um querido e está vestido como uma pessoa normal (e eu andei a pedir isto durante tanto tempo, que nem posso dizer mal). Concordo com o argumento de muitos de que se fosse outro país a mandar isto seria uma flop, mas, sendo Itália, vai ser top 10.

João Vermelho: que épico! Ter o Tony Carreira italiano a ganhar o Sanremo e ir à Eurovisão não estava no meu bingo para 2026, mas é muito bem-vindo. Não é a minha favorita, longe disso, mas gosto muito da canção, que hino maravilhoso. A melodia, o refrão, a estrutura da canção são claramente os pontos fortes, e de certeza que vai criar impacto no palco da Eurovisão. Não me surpreenderia que ficasse no top 10, mas não sei como o júri, nem como o televoto irá lidar com esta canção em maio.

Neuza Ferreira: “Per Sempre Si” é capaz de ser, a nível de produção, uma das canções menos impactante que a Itália levou à Eurovisão nos últimos anos, mas é provavelmente uma das mais encantadoras. O instrumental é um pouco datado, mas a entrega e o carisma de Sal Da Vinci são qualquer coisa e isso eleva logo uma canção. Sabemos que isto no palco em Viena será o Sal, um microfone e nada mais. Talvez essa simplicidade possa jogar a favor, permitindo que a presença de palco do Sal conquiste o público de forma natural e genuína, tal e qual ele conquistou o público no Sanremo.

Pedro Lopes: não vale a pena negar que este tema também é relativamente ‘parolo’. Mas por isso é que é tão bom. E o que mais gosto nas escolhas da Itália, pelo menos, é isto: diversidade e zero medo em arriscar em coisas diferentes. Pelo menos assim tem sido nos últimos anos. Fiquei a apreciar esta música a cada nova audição, e como não ficar encantado com a personalidade do Sal da Vinci? Isto vai agradar às gerações mais antigas que ainda acompanham o ESC, mas também vejo a arrancar sorrisos à malta mais nova. Pressinto, com alguma potencialidade, o júri a boicotar isto, mas o televoto vai estar ao lado de Itália.


PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 8 pontos

João Vermelho: 8 pontos
 
Neuza Ferreira: 6 pontos

Pedro Lopes: 7 pontos

29 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Itália - 29 pontos; 9.º Chéquia - 29 pontos; 10.º Chipre - 28 pontos; 11.º Suíça - 28 pontos; 12.º Luxemburgo - 27 pontos; 13.º França - 27 pontos; 14.º Suécia - 26 pontos; 15.º Sérvia - 26 pontos; 16.º Letónia - 26 pontos; 17.º Croácia - 26 pontos; 18.º Malta - 25 pontos; 19.º Ucrânia - 24 pontos; 20.º Lituânia - 22 pontos; 21.º Noruega - 21 pontos; 22.º Polónia - 19 pontos; 23.º Bélgica - 18 pontos; 24.º Alemanha - 17 pontos; 25.º Geórgia - 16 pontos; 26.º Portugal - 16 pontos; 27.º Montenegro - 16 pontos; 28.º Arménia - 13 pontos; 29.º Áustria - 13 pontos; 30.º Estónia - 13 pontos; 31.º Bulgária - 11 pontos; 32.º Azerbaijão - 11 pontos; 33.º São Marino - 8 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2026: França

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Monroe - "Regarde!"



OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: a França está tão desesperada por uma vitória que decidiu fazer o mesmo que faz no JESC: enviar uma criança. Ótima decisão, porque o ESC, nos últimos dois anos, tem sido uma diversão tremenda e certamente não proporcionou traumas a ninguém. Esta “Regarde” é uma tentativa que me enoja de usar a fórmula dos dois últimos vencedores da ópera pop. O problema é que quase ninguém queria que os dois últimos vencedores fossem de facto vencedores e ninguém vai querer que a França ganhe com isto. Deviam ter ganhado em 2021, mas desde aí que não enviaram mais nada genuíno, seguem uma fórmula manhosa que tem vindo, progressivamente, a trazer-lhes piores resultados. A música nem é má, pelo contrário, mas é demasiado pretensiosa.

João Vermelho: tem sido tendência não me conectar com as canções francesas nos últimos anos. Acho que a canção tenta demais ser uma canção para ganhar, parece os filmes que são feitos com os Óscares em mente, com uma fotografia, atuações e cenas específicas para ganhar votos. Um sentimento semelhante ao que senti com a canção vencedora do ano passado, tem um bom instrumental, uma excelente voz, alta produção, mas não me consigo conectar, não acho que haja sentimento, nem criatividade aqui. Posto isto, acho que se posicionará bem na final, possivelmente estará na luta pelo top 5.

Neuza Ferreira: 1 minuto de música e pareceu-me logo uma mistura de “Voilà” com outra coisa qualquer, mas não me chateio porque a música é boa. Acho que esta é uma fórmula que a França vai tentar espremer ao máximo para tentar vencer o ESC, correndo o risco de saturar. Gostei bastante deste estilo mais ópera e começo a achar que tenho um fetiche por malta que vai à Eurovisão gritar, pois gosto de praticamente todas. Surpreende-me o facto de a Monroe ser uma miúda, mas espero que vá estar à altura e que a interpretação ao vivo seja tão boa como a versão estúdio.

Pedro Lopes: tenho dois problemas essenciais – primeiro, não consigo dizer que este ‘REGARDE !’ é mau, porque está longe disso. Mas também não sou capaz de apreciar a canção em demasia, mais que não seja porque se torna cansativo ver a França apostar vezes e vezes sem conta na mesma fórmula, a ver se cola. E lá porque resulta na Eurovisão Júnior, porque é que tem de funcionar aqui? Lembro-me também, em 2018, de apreciar muito o tema da Estónia, que tinha bastante ópera. Mas já aqui, há algo que não encaixa… e não ajuda ainda o facto de estar a ver uma miúda de 17 anos a interpretar um tema assim, denso, pesado, e ainda por mais sujeita, daqui a uns dias, a enfrentar uma competição que tem falhado na proteção dos seus artistas. Mas aqui quem falha, em primeira mão, é mesmo o canal francês. O ano passado depositei muitas fichas na Louane, e este ano jamais voltarei a fazer igual!


PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 7 pontos

João Vermelho: 7 pontos
 
Neuza Ferreira: 7 pontos

Pedro Lopes: 6 pontos

27 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Chéquia - 29 pontos; 9.º Chipre - 28 pontos; 10.º Suíça - 28 pontos; 11.º Luxemburgo - 27 pontos; 12.º França - 27 pontos; 13.º Suécia - 26 pontos; 134.º Sérvia - 26 pontos; 15.º Letónia - 26 pontos; 16.º Croácia - 26 pontos; 17.º Malta - 25 pontos; 18.º Ucrânia - 24 pontos; 19.º Lituânia - 22 pontos; 20.º Noruega - 21 pontos; 21.º Polónia - 19 pontos; 22.º Bélgica - 18 pontos; 23.º Alemanha - 17 pontos; 24.º Geórgia - 16 pontos; 25.º Portugal - 16 pontos; 26.º Montenegro - 16 pontos; 27.º Arménia - 13 pontos; 28.º Áustria - 13 pontos; 29.º Estónia - 13 pontos; 30.º Bulgária - 11 pontos; 31.º Azerbaijão - 11 pontos; 32.º São Marino - 8 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2026: Áustria

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Cosmó - "Tanzschein"


OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: eu queria chamar a isto de o país anfitrião acabar sempre em último uma maldição, mas, neste caso, foi uma escolha. A Áustria olhou para a péssima seleção nacional que tinha e escolheu mesmo uma das piores opções. É que nem podemos ir pelo divertido da música/atuação, porque não há aqui nada de divertido. Parabéns pela audácia, porque noção não têm.

João Vermelho: percebo que a Áustria está a jogar pelo seguro, para ter a certeza absoluta que não ganha novamente este ano. A canção é alternativa e diferente o suficiente para não agradar ao público geral, contudo, eu gosto bastante. Gosto que seja em alemão, gosto da sonoridade e do refrão, é algo diferente e criativo. O meu único problema é com a atuação ao vivo na final nacional, que não foi boa de todo. Acho que ficará nos últimos 5 lugares da final.

Neuza Ferreira: alguém tem de fazer um estudo sobre o país anfitrião levar (quase) sempre músicas más. A letra é estupidamente engraçada e não posso negar que isto irá dar espetáculo ao vivo no palco do ESC, ainda para mais jogando em casa... Pelo menos vamos ter alguma coisa com que nos rir nesta edição. O CÓSMO até sabe interpretar e atuar, portanto, não nos podemos queixar. Apesar de não ser muito do meu agrado, acredito que fugirá aos últimos lugares.

Pedro Lopes: aconteceu há 10 anos, quando sediaram pela última vez, e volta a acontecer agora. Mas não é algo inédito. Falo da ‘síndrome do país anfitrião’, no sentido em que interessa apenas pensar no ESC enquanto espetáculo, e vamos esquecer o facto de que temos de ter alguma canção de jeito para a referida competição. A final nacional que organizaram foi perda de tempo, e a canção vencedora foi, quiçá, das vitórias mais aleatórias deste ano. Acho que vai passar completamente ao lado de qualquer espectador, porque não só o tema é estranho, como também aquilo que se viu em palco – pelo menos na final nacional. Pior é pensar que o espetáculo vai acabar, precisamente, com esta música…


PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 0 pontos

João Vermelho: 5 pontos
 
Neuza Ferreira: 5 pontos

Pedro Lopes: 3 pontos

13 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Chéquia - 29 pontos; 9.º Chipre - 28 pontos; 10.º Suíça - 28 pontos; 11.º Luxemburgo - 27 pontos; 12.º Suécia - 26 pontos; 13.º Sérvia - 26 pontos; 14.º Letónia - 26 pontos; 15.º Croácia - 26 pontos; 16.º Malta - 25 pontos; 17.º Ucrânia - 24 pontos; 18.º Lituânia - 22 pontos; 19.º Noruega - 21 pontos; 20.º Polónia - 19 pontos; 21.º Bélgica - 18 pontos; 22.º Alemanha - 17 pontos; 23.º Geórgia - 16 pontos; 24.º Portugal - 16 pontos; 25.º Montenegro - 16 pontos; 26.º Arménia - 13 pontos; 27.º Áustria - 13 pontos; 28.º Estónia - 13 pontos; 29.º Bulgária - 11 pontos; 30.º Azerbaijão - 11 pontos; 31.º São Marino - 8 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2026: Alemanha

Sem comentários

 

Sarah Engels - "Fire"



OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: parabéns, Alemanha, escolheram a música que todos os eurofãs queriam e vão acabar no bottom 5 ainda assim. "Fire" é uma música básica, com uma letra básica (e cheia de frases soltas e incongruências, como todas as letras das músicas que os eurofãs adoram) e uma atuação também básica. Ela canta melhor do que eu esperava e, não sendo a melhor cantora do mundo, é bastante competente para o que se pede (que é pouco). A coreografia parece-me pouco trabalhada, sobretudo para uma proposta que vai viver inteiramente da performance, já que a música é zero memorável.

João Vermelho: para mim a pior canção deste ano e da Alemanha dos últimos largos anos. Nem tenho muito por onde pegar, letra e refrão super genéricos, instrumental e produção de má qualidade e um pouco datado, a performance ao vivo não gostei e é isso. Alemanha seja bem-vinda de novo aos últimos 5 lugares da final.

Neuza Ferreira: não há coisa mais pop eurovisivo genérico que esta “Fire”... A letra, o instrumental, a coreografia, tudo. Acho que é uma música de agrado fácil, mas bastante simples, que não aquece nem arrefece. Estava à espera que a Sarah não fosse conseguir dançar e cantar ao mesmo tempo, mas até fiquei com surpreendida com o facto dela ter essa capacidade. Vai ser uma atuação mediana no palco do ESC, mas que assegurará mais que o bottom 5 à Alemanha, o que, por si só, já é uma vitória para o país.

Pedro Lopes: haverá maior cliché eurovisivo ou a típica cheesy song este ano? Sabemos bem que não. O que ainda mais me agrada nesta escolha da Alemanha é saber que grande parte dos seguidores do certame ficou irritado com o facto da música pop típica do ESC, com letra absurda, mas com ritmo contagiante venceu. Como se isto não continuasse a ser preciso no Festival. Não precisamos de 30 temas assim, mas nem que seja um, todos os anos, para isto não perder a sua essência. Brincadeiras à parte, sei que é uma canção pouco trabalhada, mas que até causa impacto ao vivo, já que a Sarah se revelou numa intérprete à altura. Longe de ser das minhas favoritas, mas há muito piores este ano, portanto…


PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 4 pontos

João Vermelho: 1 ponto
 
Neuza Ferreira: 6 pontos

Pedro Lopes: 6 pontos

17 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Chéquia - 29 pontos; 9.º Chipre - 28 pontos; 10.º Suíça - 28 pontos; 11.º Luxemburgo - 27 pontos; 12.º Suécia - 26 pontos; 13.º Sérvia - 26 pontos; 14.º Letónia - 26 pontos; 15.º Croácia - 26 pontos; 16.º Malta - 25 pontos; 17.º Ucrânia - 24 pontos; 18.º Lituânia - 22 pontos; 19.º Noruega - 21 pontos; 20.º Polónia - 19 pontos; 21.º Bélgica - 18 pontos; 22.º Alemanha - 17 pontos; 23.º Geórgia - 16 pontos; 24.º Portugal - 16 pontos; 25.º Montenegro - 16 pontos; 26.º Arménia - 13 pontos; 27.º Estónia - 13 pontos; 28.º Bulgária - 11 pontos; 29.º Azerbaijão - 11 pontos; 30.º São Marino - 8 pontos.


Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2026: Ucrânia

Sem comentários


Leléka - "Ridnym"



OPINIÃO GERAL

Jessica Mendes: comentar as músicas ucranianas é meio inútil porque todos sabemos que é um país que vai acabar no top 10 independentemente do que enviar. Esta música estava longe de ser a preferida dos eurofãs (ou a minha) e confesso que a voz dela me irrita um pouco (odeio aquele início meio susurrado). Acho que há pontos interessantes nesta música, mas, quando juntos, não formam uma canção coerente, com transições lógicas. A expressão facial dela é a mesma da Lili Caneças depois das plásticas todas, portanto, não me transmite absolutamente nada. Dito isto, se fosse outro país qualquer, ficaria na semifinal.

João Vermelho: a Ucrânia costuma ser dos meus países favoritos, e apesar de achar que esta é a canção que menos interessante desde 2018, soar algo muito negativo, eu até gosto bastante da canção, mas de facto não é das minhas favoritas. Leléka tem uma excelente voz e presença em palco, e é sem dúvida o ponto forte desta canção. O instrumental há partes que não gosto tanto, acho até um pouco datado e mal produzido, mas ao mesmo tempo aquele som de cordas tem o seu charme. Há momentos da canção em que existe mais dinamismo e que eu gosto, mas o resto apesar de ter uma melodia bonita, me parece no geral se torna um pouco monótona e repetitiva. Ainda assim, passará facilmente à final, e poderá ficar bem colocada na final, mas não chocaria se ficasse fora do top 10.

Neuza Ferreira: não consigo comentar “Ridnym” sem me lembrar que a minha favorita do Vidbir seria a minha favorita desta edição da Eurovisão. Não posso dizer que desgosto. É uma ótima canção por parte da Ucrânia, com uma grande produção e uma encenação bastante bem conseguida, como o país nos vem habituando há alguns anos. No entanto, há um ponto que, a meu ver, estraga um pouco, que é o facto de ter partes da letra em inglês. Facilmente conseguirá o seu lugar na final do ESC e talvez alcance o top 15. Acredito que a delegação vá trabalhar para aprimorar o staging face ao apresentado pela LELÉKA na final nacional, que é algo no qual o país não costuma vacilar.

Pedro Lopes: havia tão melhor no Vidbir deste ano – olá novamente, Jerry Heil – mas percebo a escolha segura quanto a Leleka. Nada a anotar quanto à cantora em si, que demonstra eficazmente todas as suas capacidades. Também não tenho críticas quanto ao tema, apenas não me aquece nem arrefece. A performance, ainda assim, precisa de ser trabalhada, porque carece de impacto visual. Facilmente está na final, mas que isso me vá agradar em demasia…



PONTUAÇÃO FINAL

 
Jessica Mendes: 6 pontos

João Vermelho: 7 pontos
 
Neuza Ferreira: 6 pontos

Pedro Lopes: 5 pontos

24 pontos


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1.º Finlândia - 36 pontos; 2.º Roménia - 36 pontos; 3.º Austrália - 32 pontos; 4.º Moldávia - 32 pontos; 5.º Dinamarca - 31 pontos; 6.º Albânia - 31 pontos; 7.º Grécia - 29 pontos; 8.º Chéquia - 29 pontos; 9.º Chipre - 28 pontos; 10.º Suíça - 28 pontos; 11.º Luxemburgo - 27 pontos; 12.º Suécia - 26 pontos; 13.º Sérvia - 26 pontos; 14.º Letónia - 26 pontos; 15.º Croácia - 26 pontos; 16.º Malta - 25 pontos; 17.º Ucrânia - 24 pontos; 18.º Lituânia - 22 pontos; 19.º Noruega - 21 pontos; 20.º Polónia - 19 pontos; 21.º Bélgica - 18 pontos; 22.º Geórgia - 16 pontos; 23.º Portugal - 16 pontos; 24.º Montenegro - 16 pontos; 25.º Arménia - 13 pontos; 26.º Estónia - 13 pontos; 27.º Bulgária - 11 pontos; 28.º Azerbaijão - 11 pontos; 29.º São Marino - 8 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

ESC 2026: Portugal sobe nas casas de apostas e aproxima-se da hipótese de qualificação

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Ainda que sem mais aparições ao vivo, nem presença nas festas eurovisivas, Portugal tem estado a subir, nos últimos dias, na sua percentagem de hipótese de qualificação para a final da Eurovisão.

Portugal subiu um lugar dentro da lista de países da primeira semifinal, sobre as hipóteses de passagem à grande final do Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2026.

Há cerca de uma semana, quando o site EurovisionWorld abriu esta sondagem, os Bandidos do Cante encontravam-se em 13.º lugar (entre 15) e, por isso, fora das crenças dos apostadores sobre uma possível qualificação.

No entanto, o tema 'Rosa' conseguiu, para já, conquistar mais algumas certezas, ao crescer de 39 para 48% de percentagem de hipótese, e subindo ainda um lugar, para a 12.º posição.

O nosso país não fica muito longe da Polónia, com 51%, nem da Geórgia, que está em 10.º lugar - e, por isso, dentro dos finalistas, para os apostadores - com 57% de possibilidades.

Vejam todos os dados aqui.

Fonte: EurovisionWorld/ Imagem: ESC


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