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FC 2018: José Cid apresenta-se a solo no Festival da Canção 2018

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Contrariamente ao que inicialmente se tinha apresentado, José Cid irá estar a solo no Festival RTP da Canção 2018, ficando posta de parte a sua participação ao lado do sobrinho, Gonçalo Tavares.

José Cid foi um dos nomes revelados na divulgação da lista dos 26 compositores que este ano iriam fazer parte do Festival da Canção. Mais tarde, soube-se que o mesmo iria assumir a canção que escrevera, ao lado do seu sobrinho e também já repetente no Festival, Gonçalo Tavares, como pode recordar [AQUI].

Mas agora, José Cid vem a público dizer que irá estar sozinho no palco do Festival. Numa pequena declaração ao site Festivais da Canção, Cid esclareceu que: "vou sozinho, não vou com o meu sobrinho… Não chegámos a acordo em termos de vocalização e na produção do álbum e do tema e eu resolvi arrancar sozinho".

Relembre que José Cid irá interpretar o tema "O som da guitarra é a alma de um povo", na primeira semifinal do Festival da Canção 2018, no dia 18 de fevereiro. No entanto, amanhã, dia 12, serão revelados pequenos excertos das canções em competição nesta semifinal.

Fonte: Festivais da Canção/ Imagem: Público.pt

Da Eurovisão aos Palcos - 17/08 a 23/08/2015

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Estas são as novidades, que foram divulgadas ao longo da última semana, dos anúncios ou das últimas apresentações musicais de artistas eurovisivos.


No dia 31 de Outubro irá realizar-se o Eurovision Gala Nigh, no Luxembrugo, e são já vários os confirmados, sendo que os mais recentes são as Sestre, representantes da Eslovénia no Festival Eurovisão da Canção 2002. Já confirmados estão também Ruslana, vencedora do Festival Eurovisão da Canção 2004, András Kállay-Saunders, representante da Hungria no Festival Eurovisão da Canção 2014, Gigliola Cinquetti, representante da Itália no Festival Eurovisão da Canção 1964 e os Sinplus, representantes da Suíça no Festival Eurovisão da Canção 2012.



José Cid, o representante português no Festival Eurovisão da Canção 1980 e participante do Festival da Canção 1988, encerrou a segunda edição do "Nisa Em Festa". Gonçalo Tavares, participante no Festival da Canção em 2010 e em 2015, também participou no espectáculo.



Löic Nottet, representante da Bélgica no Festival Eurovisão da Canção, esteve presente no NRJ Music Tour em Liège, na Bélgica, onde interpretou o seu tema eurovisivo "Rythm Inside" e cantou uma cover da música "Chandelier", da cantora Sia.

Fonte/Imagem: ESCBubble, ESCPortugal, Oikotimes
23/08/2015

[Crónica FC 2015]: 'houve um maior esforço por parte da RTP este ano'

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Aconteceu sábado a final do Festival RTP da Canção 2015. Leonor Andrade foi a vencedora da noite com o tema "Há um mar que nos separa", autoria de Miguel Gameiro.

Comparando a edição de 2015 com a anterior, temos de admitir que houve um esforço por parte da RTP mas também dos apresentadores e dos artistas (compositores e cantores). É de louvar a aposta e a diversidade dos apresentadores - apresentadores esses com um enorme currículo e com renome no panorama televisivo português. Além disso, a presença de grandes génios da indústria musical, como Simone de Oliveira, Sara Tavares, Adelaide Ferreira, Renato Júnior, Nuno Feist e José Cid. 


O local escolhido para a realização do evento, estúdio da RTP, foi muito melhor, e também acredito que mais barato, que, por exemplo, no Convento do Beato. Por vezes, mais vale jogar pelo seguro e apresentar o Festival dentro da própria casa. Além disso, houve um maior esforço em relação aos planos de câmara, apesar de não terem sido perfeitos. 

Em relação aos interval acts, a destacar a atuação fenomenal de Suzy, que calou, mais uma vez, imensas pessoas que não têm mais nada para fazer na vida do que falar mal dos outros; bem como a humilde e simpática Lúcia Moniz. No entanto, os reis da noite foram Paulo de Carvalho e Agir - principalmente, este último porque foi o único que conseguiu puxar pelo público. Por mim, até o Agir podia ir à Eurovisão, não me importava minimamente. Qualidade é o seu nome do meio.


Aos não-apurados, destaca que a final precisava da presença da fantástica Adelaide Ferreira, mas também de Filipe Gonçalves. Este último trouxe ao Festival uma das músicas mais orelhudas dos últimos tempos - e é sempre ótimo investir em novos estilos musicais. Uma das melhores coisas deste ano foi a variedade de estilos.


Em relação aos seis finalistas, foi mostrada ao público uma final nacional razoável. Penso que o Festival subiu alguns degraus em termos de qualidade. Simone de Oliveira trouxe-nos uma música sentida e com um excelente poema e instrumental, mostrando que ainda está para durar! Teresa Radamanto fez jus ao que tem vindo a mostrar nos últimos anos ao público português, não desiludindo. José Freitas, bem no seu estilo musical, foi o que teve melhor presença em palco e arrebatou em termos vocais com o público. 

No entanto, não entendo a presença de Gonçalo Tavares na finalíssima. Apesar de o mesmo ter feito uma excelente atuação e de ter uma excelente voz, considero que foi a mais fraca da noite e notou-se claramente que os compositores escolheram a proposta mais fraca para evitar a concorrência feroz. Se assim o foi, é triste, porque uma pessoa não deve temer os outros - mas sim acreditar no que realmente acredita.



Pensei mesmo que este ano fosse o ano dos Feist, que eles já bem merecem. Nuno Feist trouxe Yola Dinis, com a fantástica "Outra Vez Primavera", o que equiparo, em certa medida, com a nossa "Senhora do Mar". Muitos dizem que a música é para comércio interno. A "Senhora do Mar" também o é, e conseguiu a melhor classificação portuguesa na década 21. Por vezes, temos deixar de lado o "comércio internacional" e apostar mais em "qualidade". Se os Feist não ganharam com a Yola, não sei mesmo se algum dia o irão conseguir...



Por fim, Leonor Andrade! Apesar de adorar a proposta de Nuno Feist, não desgosto de "Há um mar que nos separa". Era a proposta mais arrojada da noite, e também mais moderna, e a Leonor esteve fantástica. Melhor que a semifinal, esteve com a voz melhor colocada e uma presença de palco mais forte. Além disso, a sua imagem vende, a cara dela é bastante comercial. Talvez não consiga um ótimo lugar, por também ser já um estilo musical que é repetido imensas vezes nas rádios europeias (o que não traz nada de novo). No entanto, estamos, este ano, na final! 

Só tenho a desejar boa sorte a Leonor Andrade e a Miguel Gameiro, e que consigam a melhor classificação de sempre portuguesa!  

Vídeos: Jaime Aragão da Rocha e GeorgePap
09/03/2015
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