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Lançamentos Musicais - 12/03 a 01/04/2018

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Músicas, videoclips ou álbuns novos... De seguida podem encontrar todas as novidades dos artistas eurovisivos das últimas semanas.

New songs, videos or albuns by eurovision artists... You can find everything from the last few weeks next.



JOWST (Noruega/Norway 2017) & Kristian Kostov (Bulgária 2017) - Burning Bridges





Marija Serifovic (Sérvia/Serbia 2007) - Nije Ljubva To




Francesca Michielin (Itália/Italy 2016) - Bolivia





Emmelie de Forest (Dinamarca/Denmark 2013) - History





Paula Seling (Roménia/Romania 2012 & 2016) - Ridica-te





Justs (Letónia/Latvia 2016) - Uz palodzes





Jacques Houdek (Croácia/Croatia 2017) - Srce




Ira Losco (Malta 2017) - One In A Million





Dihaj (Azerbaijão/Azerbaijan 2017) ft. Uran - We Shall See Them Sometimes





Nina Zilli (Itália/Italy 2012) - 1xUnAttimo


Vídeos: Kris Kostov, Dihaj, FrancescaMVEVO, NinaZilliVEVO, Paula Seling, Ira Losco, JACQUES HOUDEK, EmmelieDeForestVEVO, Marija Serifovic, Justs

Portugal: Dihaj no Porto em Julho

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A representante do Azerbaijão no Festival Eurovisão da Canção 2017 (ESC) estará no convívio da OGAE Portugal, que se realizará no dia 8 de julho no Porto.

A equipa da OGAE Portugal revelou no Facebook a presença da cantora azeri no evento "Eurovisão à moda do Porto". Este evento compor-se-à de um jantar e de uma festa de tema eurovisivo, no clube Pérola Negra.
As inscrições para este evento podem agora ser feitas a contacto: geral@ogaeportugal.pt.

O Azerbaijão estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 2008 e já ganhou uma vez: em 2011, com Ell & Nikki e a canção “Running Scared”. Em 2017 o país foi representado por Dihaj e a canção “Skeletons”, alcançando o 14º lugar na final com um total de 120 pontos, sendo a favorita do júri português. 

Reveja a atuação de Dihaj:




Apreciações Musicais - ESC 2017: Azerbaijão

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DIHAJ - "SKELETONS"



André Sousa: Destaco o instrumental como algo de bastante positivo neste tema. A inovação e a criatividade acabam por ditar a sua peculiaridade desta canção. Pessoalmente, agrada-me muito.  

Andreia Valente: O Azerbaijão não é conhecido por trazer música inovadora para a Eurovisão mas este ano é a excepção! “Skeletons” não é apenas mais uma música eletrónica como muitos a intitulam. O instrumental está muito bem conseguido e os backing vocals dão um sabor de Eurovisão a esta canção. Simplesmente brilhante!

Catarina Gouveia: Quase 10 anos após a sua primeira participação, esta é a primeira vez que vemos este país a arriscar verdadeiramente, finalmente incluindo um compositor azeri . E correu tão bem! É um instrumental electro bastante moderno mas que se diferencia de tudo o resto. 

Daniel Fidalgo: A par da Bélgica e da Macedónia, Azerbaijão possui um dos instrumentais mais interessantes da edição. Dos três, é o mais obscuro e misterioso. Uma grande surpresa este tom mais alternativo.

Diogo Canudo: No início fez-me lembrar algumas músicas mais calmas da banda The Within Temptation, mas “Skeleton” é uma canção moderna, não muito eurovisiva mas ao mesmo tempo comercial o suficiente para fazer estragos na competição.

Elizabete Cruz: Num ano repleto e músicas calmas, o Azerbaijão fez a escolha certa ao enviar um pop moderno e sobretudo distinto e memorável! Estou absolutamente rendida!

Jessica Mendes: É uma música mais dark e, de certa forma, diferente daquilo que vemos usualmente na Eurovisão, mas não deixa de ir de encontro à fórmula usada pelo Azerbaijão desde 2009 (que é como quem diz, importar músicas suecas).

Joana Raimundo: Mais um instrumental pop, que já se ouviu, mas está bem construído e soa muito bem.

Neuza Ferreira: Não sei até que ponto este instrumental meio eletrónico meio pop pode ser vantajoso, mas gosto. Assenta na letra.


André Sousa: Defendo que a esta voz não é a mais indicada para este tema. Espero estar enganado mas a voz Dihaj não atinge o que é necessário para se realçar e se brilhar nesta composição. Uma pena. 

Andreia Valente: Dihaj terá de mostrar mais garra vocal em palco do que mostrou no estúdio. 

Catarina Gouveia: Lembro-me de detestar a Diana Hajiyeva numa tentativa sua de representar o Azerbaijão há uns anos. Demasiado estridente! Atualmente, e certamente após muito trabalhar, Dihaj aprendeu a ser estridente mas controlada, o que resulta às mil maravilhas nesta canção.

Daniel Fidalgo: Frágil, bonita e vai de encontro ao que a canção pede. Não sendo a melhor voz da edição, é com certeza uma voz com as suas características especiais. 

Diogo Canudo: Se Dihaj cantar da mesma forma como canta na versão estúdio, será, de certeza, algo surreal e mágico. No entanto, como é o Azerbaijão, que leva constantemente más vozes, fico sempre com receio de criar muitas expectativas.

Elizabete Cruz: Já é hábito as cantoras do Azerbaijão deixarem a desejar ao vivo portanto estou bastante curiosa para ver como vai ser este ano.

Jessica Mendes: Não é nenhum prodígio mas de cada vez que me lembro da Samra não consigo deixar de achar a Dihaj uma cantora excecional. Pelo menos consegue cantar.

Joana Raimundo: Esperemos que não seja como anos anteriores do Azerbaijão em que soa mais do que fantástico na versão estúdio e chega ao vivo e bem… Não há nada que se possa dizer.

Neuza Ferreira: A voz é boa na versão estúdio e tem tudo para arrasar ao vivo.


André Sousa: Não conheço nenhuma performance. Contudo, espero que se esforcem. 

Andreia Valente: Esperemos que o Azerbaijão se esmere no fator multimédia, que será decisivo para o sucesso desta canção. De certeza será um momento grandioso. 

Catarina Gouveia: Adoraria ver algo semelhante ao que a Noruega fez em 2013. Simples. Pouco precisa de ser feito quando temos uma excelente canção com uma intérprete com um visual arrasador.

Daniel Fidalgo: Espero um jogo de luzes que vá ao encontro do tom obscuro da canção.

Diogo Canudo: É o Azerbaijão, vai fazer algo fantástico em palco. Com uma atuação poderosa e com a postura em palco correcta, vai surpreender.

Elizabete Cruz: Se o Azerbaijão sempre arrasou em palco com músicas bem piores do que esta, não é este ano que vai falhar. 

Jessica Mendes: Já sabemos que o Azerbaijão é sempre muito forte neste aspeto e esta música tem muito que explorar.

Joana Raimundo: Adoro o visual de Dihaj, e penso que terá uma presença em palco fabulosa.

Neuza Ferreira: Que tenha bastantantes leds e que seja dinâmica. Algo menos que isso será horroroso.


André Sousa: Fraca. Não me diz rigorosamente nada. 

Andreia Valente: Adoro a estrutura que esta letra tomou para contar uma história. “Have my skeletons /
Have my lungs, my millions” é uma das minhas estrofes favoritas de todas as músicas do ano.

Catarina Gouveia: Não vou dizer que é uma obra-prima, até porque a parte “now I’m into daydreams, 
amazed by torn jeans” me assombra a cada vez que ouço esta música. É boa para o género, ainda que seja um pouco try hard demais.

Daniel Fidalgo: Foge da banalidade, ao contrário da maioria. Enquadra-se no dark da canção.

Diogo Canudo: Uma agradável surpresa por parte do Azerbaijão. Uma letra de arrependimentos, de dor, que foge aos habituais clichés e inova com a sua irreverência. Eu gosto muito, das melhores letras de sempre do Azerbaijão.

Elizabete Cruz: Até a letra desta música é excelente! Uma letra complexa que sabe ser catchy nos momentos mais importantes, de forma a ficar na cabeça. Adoro!

Jessica Mendes: Para mim é o ponto mais fraco de toda a proposta. Podiam ter apostado mais na temática sombria e deixar de lado as referências amorosas óbvias. 

Joana Raimundo: É sempre bom ver alguém afastado do tema do amor e sofrimento.

Neuza Ferreira: É meio diferente das outras a concurso... Gosto. Destaca-se também através da ajuda do instrumental.


André Sousa: Desconfio que poderá ficar pela semifinal. 

Andreia Valente: Será impossível o Azerbaijão não passar à final. Na final, “Skeletons” deverá ficar bem classificada. 

Catarina Gouveia: Acredito plenamente que o Azerbaijão vai ser dos países que mais irá surpreender este ano. Um top 5, quem sabe.

Daniel Fidalgo: Final e top 10!

Diogo Canudo: Se for bem apresentada, o top 10 na final é certo.

Elizabete Cruz: Facilmente um top 5!

Jessica Mendes: O Azerbaijão passava à final até com um cão em palco a uivar. E, com a falta de qualidade que há este ano, parece-me que chega ao top 5.

Joana Raimundo: Top 5.

Neuza Ferreira: Top 15... com sorte, top 10.


André Sousa: 5 pontos.

Andreia Valente: 10 pontos.

Catarina Gouveia: 12 pontos.

Daniel Fidalgo: 8 pontos.

Diogo Canudo: 10 pontos.

Elizabete Cruz: 8 pontos.

Jessica Mendes: 6 pontos.

Joana Raimundo: 10 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Total: 77 pontos


André Sousa: Este ano foste uma desilusão, Azerbaijão!

Andreia Valente: “Have my skeletons. Have my lungs, my millions”- brilhante!

Catarina Gouveia: Mas por que razão Dihaj fica embevecida com calças rasgadas?

Daniel Fidalgo: Azerbaijão funde Lorde e Lana del Rey e obtém Dihaj. 

Diogo Canudo: Vamos rezar para que Dihai saiba cantar…

Elizabete Cruz: Finalmente o Azerbaijão volta a ser um dos meus preferidos!

Jessica Mendes: Como um esqueleto vou ficar eu enquanto espero por músicas boas este ano.

Joana Raimundo: Tão bom ouvir algo decente este ano na Eurovisão.

Neuza Ferreira: Que não sejam injustiçados!


1.º Azerbaijão - 77 pontos; 2.º Austrália - 60 pontos; 3.º Albânia - 56 pontos.



AVALIA TU TAMBÉM AS MÚSICAS DO ESC 2017! - ATÉ DIA 3 DE ABRIL

Este ano, a pontuação final será descoberta pela junção de votos do público (os nossos leitores) e do júri (a equipa CE). Para isso, basta apenas pontuar de 0 a 12 cada música a concurso [AQUI].

Vídeo: Eurovision Song Contest
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