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Lançamentos Musicais - 16/10 a 29/10/2017

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Músicas, videoclips ou álbuns novos... De seguida podem encontrar todas as novidades dos artistas eurovisivos das últimas semanas.

New songs, videos or albuns by eurovision artists... You can find everything from the last few weeks next.

Laura Tesoro (Bélgica/Belgium 2016) - Beast





Sergej Cetkovic (Montenegro 2014) ft. Hauser - Oci Nikad Ne Stare






Evridiki (Chipre/Cyprus 1992, 1994 & 2007) - 25 Gia Panta





Amir (França/France 2016) - Addictions





Knez (Montenegro 2015) - Ona Voli





Cleo (Polónia/Poland 2014) feat. Sitek - PALI SIE! prod. DON





Danny Saucedo (Melodifestivalen 2013) - Dansa Med Mig





Kristian Kostov (Bulgária 2017) - Glubina





Jessy Matador (França/France 2010) & DJ Almighty - FPLG





Guy Sebastian (Austrália 2015) - Bloodstone





Carola (Suécia/Sweden 1983, 1991 & 2006) - Til` The End





Tom Dice (Bélgica/Belgium 2010) - Cannonball





Molly Sanden (Melodifestivalen 2014) - Utan Dig




Fonte: ESCPedia/Vídeos: LauraTesoroVEVO, Kris Kostov, Jessy Matador, CleoVEVO, IDJVideos.TV, SERGEJ CETKOVIC, guysebastianVEVO, Warner Music Sweden

Na Luta Contra o Preconceito - O culto do corpo

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O CULTO DO CORPO

Como já foi referido inúmeras vezes, e como é do conhecimento de todos, a Eurovisão tornou-se ao longo dos tempos, uma referência que não alusiva exclusivamente ao seu contexto e qualidade musical. Uma das questões que geram polémica nesta sociedade de século XXI, também se evidencia quando falamos nos intérpretes representantes de cada país: a sua imagem estética.

Hoje em dia, e desde já há algum tempo, está enraizado o culto do corpo. Os “gordos” e os “feios” são mal vistos, discriminados, excluídos, apontados negativamente, nas mais diversas situações. Como profissional ligada à área da alimentação, este é um assunto com o qual lido diariamente, e que (ainda) continua a comover os profissionais de saúde dadas as situações com que nos deparamos. Em torno da obsessão, da vontade e do sacrifício de se querer mudar a sua imagem pessoal, estão envolvidos diversos fatores que põem em risco a saúde física e mental dos indivíduos. A pressão da sociedade ainda tem “muita culpa no cartório” com a conotação e importância que dá ao corpo bonito e visualmente bem referenciado. 

A Eurovisão é mais um exemplo de um espetáculo televisivo em que a componente visual tem um grande impacto. Poderia citar inúmeros exemplos. E poderei começar com os Portugueses, mais recentes: Vânia Fernandes (Portugal 2008) e Daniela Varela (vocalista dos Flor-de Lis – Portugal 2009). Ambas as intérpretes são dotadas de uma capacidade vocal excelente, mas não deixaram de estar na boca dos eurofãs devido à sua maior robustez comparando com os seus colegas da mesma edição. Vânia Fernandes chegou mesmo a ser “gozada” pela televisão sueca. 


Já Hera Björk, representante da Islândia em 2010, é uma cantora soul e pop muito reconhecida no seu país, e no Chile, onde reside atualmente. Nesse ano, Hera foi falada não só pela sua forma física mas também pela sua indumentária, que não favorecia em nada o seu excesso de peso. Também Chiara, representante de Malta, já por três vezes, é um exemplo de que “as aparências iludem”, e para além de carregar o peso, literalmente, carrega um notável poder vocal indescritível. 


Já recentemente, Bojana Stamenov interpretou, este ano, uma canção autobiográfica: “Beauty Neves Lies”, cuja letra descreve: “sou diferente e está tudo bem”. Este é um exemplo da consciência própria de que, não só na Eurovisão, mas no seu dia-a-dia, Bojana sente na pele o facto de ser apontada como sendo diferente, devido à sua notória obesidade. Este é um caso de que, apesar do enraizamento do culto do corpo esbelto, não existe preconceito próprio. 


A tentativa de transparência de algum tipo de discriminação no certame também se evidenciou na questão da idade dos intérpretes. Um exemplo bem recente centra-se no regulamento da França para o ESC 2016, em que só poderão concorrer artistas com idade inferior a 50 anos. É certo que nos últimos anos há uma tendência para maus resultados vindos de intérpretes mais velhos. São exemplos Engelbert Humperdinck e Bonnie Tyler pelo Reino Unido e Lisa Angell pela França. Nesta última, creio que a má pontuação foi uma insistência na sucessão do ano transato. Mas, e nos restantes? Terá sido o problema a idade dos intérpretes ou mesmo a má escolha musical? Pois… Em todo o mundo existem excelentes vozes maduras, como a própria Lisa Angell, que na minha opinião, fez uma exibição vocal excecional! Portanto, eliminar os mais velhos, não me parece ser a solução para todos os problemas, desde que a escolha da canção não seja feita a pensar nos anos 60!


Recuemos a 1986, em que a Bélgica venceu a Eurovisão com Sandra Kim. Na altura Sandra tinha 13 anos. Apesar de não haver uma idade mínima para participar, como acontece hoje em dia, Sandra foi apontada como uma menina que não teria capacidade de ir longe no concurso. O que é certo é que levou o troféu para casa, apesar de, na sua canção (de carácter autobiográfico) ter-se definido com 15 anos, tal como chegou a afirmar aos jornalistas. Isto não teria sido necessário se não tivesse sido tão polémica a questão da sua idade. Esta vitória ainda fez com que o segundo classificado reclamasse a vitória da Bélgica, devido a todo este enredo. A intenção da Suíça seria pedir a desclassificação da vencedora.


Na edição de 2003, as conhecidas mundialmente T.A.T.U. também despertaram a já habitual discriminação por parte dos russos, ao criticar a idade da representante alemã Lou, na altura com 40 anos. E por falar em russos, quem não se lembra das amorosas velhinhas Buranovskiye Babushki? Por ser a Rússia em Baku, pela canção/voz/postura em palco ser péssima, pelo favoritismo da Loreen, era evidente a revolta pelo facto de serem também candidatas ao título. Mas qual o fator mais apontado? A sua terceira idade, claro.  


Este assunto também não foi deixado de lado por uma das mais polémicas intérpretes eurovisivas. Entre linguagem inapropriada na letra da sua canção e discussões com jornalistas, Silvia Night (Islândia 2006) ainda ofendeu Carola (Suécia 1983, 1991 e 2006). Entre outras acusações, Sílvia chamou Carola de “velha”. Carola, que ainda a vimos em 2013 no Melodifestivalen a interpretar o seu sucesso "Främling", está “aí para as curvas” e certamente se representasse uma vez mais a Suécia, com uma boa canção, não faria má figura com certeza.


Já agora, e nesta linha da imagem irreverente transmitida por Silvia Night, podemos lembrar-nos dos Finlandeses Lordi. Os Lordi venceram em 2006 pelo seu estilo alternativo, marcante, ousado, irreverente e diferente de tudo o que tínhamos visto até então no certame. Hoje em dia são uma banda de sucesso mundial e, apesar de nunca terem mostrado a sua face, o impacto da sua imagem continua a ser um dos assuntos mais falados de sempre na história eurovisiva. 


Por fim, não poderia deixar de referir o uso da imagem sexual dos intérpretes em prol de sucesso, polémica e até bons resultados. Recentemente, no regresso da Polónia após uma longa ausência, surgem as “Slavic Girls”, tão admiradas na apresentação de Cleo & Donathan, em 2014. Sem dúvida que a apresentação em palco, os decotes e a beleza foram o foco para o sucesso da canção. E existem tantos outros exemplos… Ucrânia e Grécia dominam as conversas sobre estilo sensual: Helena Paparizou (Grécia 2005), Ani Lorak (Ucrânia 2008), Kalomira (Grécia 2008), Sakis Rouvas (Grécia 2009), Svetlana Loboda (Ucrânia 2009), Eric Saade (Suécia 2011) e Eduard Romanyuta (Moldávia 2015). Por detrás de cada um destes cantores está uma história acerca da exploração da sua imagem durante a eurovisão, ou por fazerem questão de a realçar, ou por serem naturalmente sensuais, ou por criarem uma apresentação em palco que marcasse visualmente os telespectadores. 


Apesar de, em alguns casos a imagem ser utilizada em benefício do espetáculo, infelizmente encontramos muitos comentários negativos de telespetadores acerca da discriminação entre “gordos e feios” ou em relação à idade e, muitas vezes, atribuem uma relação, não lógica, à canção que é defendida. Todos concordamos que as votações não devem ser influenciadas por este aspeto, que não existe muito sentido para que assim seja. Um cantor não deixa de ser bom pelas rugas que transporta, nem uma canção se torna espetacular só porque vem de dentro de um corpo escultural. Quer queiramos quer não, por mais anos que passem, e por mais desenvolvida que a sociedade se vá tornando em relação à discriminação, o conceito físico e jovial e a modelação corporal vão estar sempre lado a lado como referência nos media. 

Nós somos contra a discriminação, e tu?:



Vídeos: Eurovision.tv
13/12/2015

Autoria:

Da Eurovisão aos Palcos - 22/06 a 28/06/2015

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Estas são as novidades, que foram divulgadas ao longo da última semana, dos anúncios ou das últimas apresentações musicais de artistas eurovisivos.


Måns Zelmerlöw, o vencedor do Festival Eurovisão da Canção 2015, continua a sua tour europeia e publicou na sua conta oficial do Instagram quais são as próximas cidades a serem visitadas.

Confira a lista:

22/9 Irlanda, Dublin – Olympia Theater
24/9 Reino Unido, Londres – Heaven
25/9 Holanda, Amesterdão – Paradiso
26/9 Alemanha, Munique – Kesselhaus
27/9 Áustria, Viena – Ottagrkinger Brauerei
29/9 Alemanha, Hamburgo – Grosse Freiheit
30/9 Suíça, Zurique – Volkshaus
02/10 Alemanha, Colónia – E-Werk
03/10 França, Paris – Maroquinerie
04/10 Alemanha, Offenbach (Frankfurt) – Capitol
09/10 Alemanha, Berlim – Columbiahalle
15/10 Finlândia, Turku – Logomo
16/10 Finlândia, Helsínquia – Circus
26/10 Dinamarca, Copenhaga – Store Vega



Carola foi a grande protagonista do primeiro programa do Allsång på Skansen 2015, o festival sueco realizado ao ar livre que comemora o início do Verão. A cantora apresentou vários temas conhecidos do público e foi a mais aplaudida do espectáculo.



Ana Zanatti, apresentadora do Festival da Canção em 1976, 1980, 1986, 1987 e 1992, está de volta à televisão portuguesa. A actriz fará parte do elenco da novela "Coração D'Ouro", que irá estrear na SIC em Setembro.



Suzy, representante portuguesa no Festival Eurovisão da Canção 2014, esteve no passado Sábado no Brasil, onde marcou presença no concurso Miss Mundo Brasil 2015, programa patrocinado pela Rede Globo de Televisão.



Guy Sebastian, representante da Austrália no Festival Eurovisão da Canção 2015, esteve em Oslo, onde deu um concerto íntimo para apenas 100 pessoas. Participou ainda do VG Lista, onde também estiverem presentes Margaret Berger, representante norueguesa no Festival Eurovisão da Canção 2013, e Måns Zelmerlöw.



Maria-Elena, representante da Grécia no Festival Eurovisão da Canção 2015, esteve na final da segunda edição do The Voice Greece, onde cantou a música "One Last Breath".



Molly Sandén e Isa, ambas participantes no Melodifestivalen, a selectiva nacional sueca, foram as estrelas da abertura do Sommarkrysset  2015, em Estocolmo. Ace Wilder, Måns Zelmerlöw, Mariette, Darin e Samir & Viktor também irão subir ao palco deste evento.



Conchita Wurst, vencedora do Festival Eurovisão da Canção 2014 esteve no La fête de la musique em Nice, França. A cantora apresentou os seus temas “You are unstoppable” e “Firestorm”.



Helena Paparizou, vencedora do Festival Eurovisão da Canção 2005, vai estrear-se nos musicais este inverno. A grega terá um papel secundário no musical "Nine" onde interpretará Saraghina que canta a conhecida música "Be Italian". Saraghina é uma prostituta que na versão americana mais recente foi interpretada por Fergie. 



Filipe La Féria vai estrear um novo musical chamado "República das Bananas" em data ainda por definir, mas que será depois do Verão. Ainda não se conhecem todos os actores, mas na lista dos conhecidos encontram-se alguns bem conhecidos do mundo eurovisivo: Rui Andrade (FC2011/2012/2014), Ricardo Soler (FC2008/2012), Cláudia Soares (ESC2007), Bruna Andrade (FC2011) e Joana Almeida (FC2008, FC2014).

Fonte/Imagem: Oikotimes, Nordpop, ESCPortugal, Wiwibloggs/Paparizou Forum
28/06/2015

Lançamentos e novidades: Suzy, Axel Hirsoux, Carola, Danny Saucedo, Darin, Aliona Moon, Anna Bergendahl

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   Carola, Danny Saucedo e Darin, personalidades ligadas à Eurovisão, nomeadamente pela Suécia, e ao Melodifestivalen, celebraram os dez anos do programa Ídolos da Suécia, com atuações durante o show em que a celebração desse marco foi feita. Relembramos que algumas das estrelas do Melodifestivalen tiveram o arranque da carreira graças ao Ídolos sueco, como é o caso de Loreen, Danny Saucedo, Anna Bergendahl, Måns Zelmerlöw, Darin e Agnes.


   A representante portuguesa e o representante belga na Eurovisão de 2014 apresentaram o seu dueto ao vivo pela primeira vez no programa Há Tarde, na RTP1. Assista ao vídeo AQUI.


   Aliona Moon, representante da Moldávia em 2013, está atualmente a participar como concorrente no The Voice da Roménia. Durante a última gala, Aliona interpretou a canção Titanium, o que a possibilitou de alcançar um lugar na semifinal do concurso.


   A única representante sueca a não ter conseguido levar o país à final na Eurovisão de 2010 está de volta com uma colaboração, desta vez na área da dance music, juntamente com o duo norueguês Broiler.

Fonte/Imagens: wiwibloggs, escportugal

09/12/2014


Eurofestival em Histórias - Quarto Texto

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À semelhança do que aconteceu em 1969, em 1991 verificou-se um empate no primeiro lugar, já que Suécia e França terminaram com uma pontuação de 146 pontos. No entanto, para resolver os empates que pudessem surgir e evitar mais vitórias a quadriplicar, em 1970 foi criada uma regra de desempate. Esta regra era simples: em caso de empate, o país vencedor seria aquele que recebesse mais vezes os 12 pontos. Em 1991, os dois países receberam os 12 pontos o mesmo número de vezes, e então o país vencedor foi o que recebeu mais vezes os 10 pontos. A Suécia foi assim consagrada vencedora, já que tinha recebido os 10 pontos cinco vezes, enquanto a França tinha recebido apenas duas vezes. No entanto, hoje em dia a Suécia não teria sido vencedora, já que actualmente o país vencedor é aquele que é votado por mais países. A França foi votada por dezoito países, ao passo que a Suécia foi votado por dezassete. Assim sendo, aos olhos das regras de desempate actuais, a França seria o país vencedor.





A Irlanda é, actualmente, o país com mais vitórias no Festival Eurovisão da Canção. Apesar de os resultados mais recentes não terem sido muito favoráveis para o país, já que este ano a Irlanda nem esteve na final do concurso, a verdade é que o país teve os seus anos de ouro, o que lhe conferiu o título de país com mais vitórias. A primeira vitória da Irlanda foi em 1970, ganhando novamente em 1980 e 1987. Mas foi nos anos 90 que a Irlanda foi rainha, ao arrecadar quatro vitórias, nomeadamente em 1992, 1993, 1994 e 1996. Para além destes brilhantes resultados, foi ainda o primeiro e único país a conseguir três vitórias consecutivas. É ainda de realçar que até 2000 o país nunca tinha ficado classificado abaixo do 20º lugar. Infelizmente, a Eurovisão não tem sorrido para a Irlanda, mas este continua a ser o país que provavelmente mais fez história no festival.


Se no início do festival o aspecto visual tinha uma importância irrelevante, hoje em dia o que acontece é exactamente o contrário. Uma cara bonita faz milagres, um vestido torna uma actuação mais brilhante ou um fato de gala faz os olhos saltarem das órbitas. E foi no âmbito de avaliar as roupas, neste caso, as piores, que foi criado o Barbara Dex Award, em 1993. O prémio recebeu este nome quando Barbara Dex, representante belga em 1993, se apresentou com um vestido que foi, digamos, escolhido por alguém com muito pouco bom gosto. Apesar de ser um prémio que nada acrescenta ao festival, a moda pegou, e todos os anos os fãs escolhem o representante mais mal vestido. Digamos que é o preço a se pagar por não se ter espelhos em casa. Portugal pode nunca ter ganho o festival, mas já conta com um Barbara Dex Award, conseguido em 2006 pelas Nonstop.


Sim, já falamos aqui de como a Irlanda é a rainha da Eurovisão. No entanto, não é só de vitórias que se faz este país, que inúmeras vezes nos provou o seu talento. A ocasião mais sonante foi provavelmente em 1994, com a apresentação de um espectáculo de música e dança tradicional irlandesa, conhecido como riverdance. A apresentação surgiu no interval act e teve a duração de sete minutos. Michael Flatley e Jean Butler, campeões de dança, fizeram parte do espectáculo, bem como a Orquestra de Concertos da RTÉ e o grupo coral céltico Anúna. Apesar de este ter sido um festival realizado com baixo orçamento, teve um dos interval act mais bem sucedidos de sempre. O espectáculo recebeu uma ovação de pé e mais tarde a BBC encomendou uma repetição do acto para o Real Variety Show de 1994.



Curiosamente, vinte anos depois, ou seja, este ano, o riverdance esteve de novo no palco eurovisivo. Os Can-Linn, grupo musical irlandês, presentearam todos os espectadores com uma performance de dança tradicional irlandesa mas infelizmente não se qualificaram para a final.
 


Corria o ano de 1996 quando Lúcia Moniz venceu o Festival da Canção com a sua música “O meu coração não tem cor”. Devido ao grande número de países a concurso, os vinte e nove países concorrentes tiveram que passar por uma semi-final, da qual vinte e dois passariam à final. Lúcia Moniz ficou no 18º lugar, com 32 pontos, o que foi suficiente para ditar a passagem à final. No entanto, e face ao resultado obtido na semi-final, não era de todo previsível o que acabou por acontecer na final. Com um total de 92 pontos, Lúcia Moniz conseguiu o 6º lugar da tabela classificativa e o melhor resultado para Portugal até hoje. É um marco para a história de Portugal na Eurovisão e para os fãs portugueses.



Fontes: eurovision.tv; en.wikipedia/ Imagem: Google /Vídeos: Youtube
22/10/2014


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