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Apreciações Musicais - ESC 2020: Resultados

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Ao longo das últimas semanas, alguns membros da nossa equipa (Jessica Mendes, João Vermelho, Neuza Ferreira, Pedro Lopes e Tiago Lopes) comentaram as músicas do Festival Eurovisão da Canção 2020.

À semelhança dos anos passados decidimos introduzir a vossa votação para calcular o resultado final. Seguindo o modelo do Festival Eurovisão da Canção, a equipa CE e os leitores tiveram um peso de 50% cada um nos resultados finais desta rubrica. No caso de empate, o nosso voto foi decisivo.

No ano passado a Itália foi a grande vencedora da votação final onde o CE e os leitores não foram unânimes. Este ano houve unanimidade na escolha do grande vencedor. Podem ver o vídeo final de seguida e consultar os resultados detalhados.




Assim sendo o grande vencedor da rubrica "Apreciações Musicais - ESC 2020" é...:

THE ROOP  - "ON FIRE"

Podem ver os resultados completos ao pormenor AQUI.


Se quiserem ler alguma apreciação, veja aqui:

Albânia - aqui
Alemanha - aqui
Arménia - aqui
Austrália - aqui
Áustria - aqui
Azerbaijão - aqui
Bélgica - aqui
Bielorrússia - aqui
Bulgária - aqui
Chipre - aqui
Croácia - aqui
Dinamarca - aqui
Eslovénia - aqui
Espanha - aqui
Estónia - aqui
Finlândia - aqui
França - aqui
Geórgia - aqui 
Grécia - aqui
Holanda - aqui
Irlanda - aqui
Islândia - aqui
Israel - aqui
Itália - aqui
Letónia - aqui
Lituânia - aqui
Macedónia do Norte - aqui
Malta - aqui
Moldávia - aqui
 Noruega - aqui
Polónia - aqui
Portugal - aqui 
Reino Unido - aqui
República Checa - aqui
Roménia - aqui
Rússia - aqui
São Marino - aqui
Sérvia - aqui
Suécia - aqui
Suíça - aqui
Ucrânia - aqui

Apreciações Musicais - ESC 2020: Reino Unido

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JAMES NEWMAN - "MY LAST BREATH"




Jessica Mendes: É uma música pop sem grande interesse, mas que até me cativa. Odeio as transições bruscas entre os versos e refrões, mas no geral acho-a capaz de passar em qualquer rádio e, ao contrário da maioria, adoro a paragem entre “last” e “breath”. Ao mesmo tempo também a acho bastante esquecível.

João Vermelho: Gosto do instrumental, tem uma boa produção, não gosto muito das paragens antes do “My last Breath”, mas de resto é algo que estamos acostumamos ouvir neste registo.  

Neuza Ferreira: “My Last Breath” é bom, mas é só mais uma tentativa falhada do Reino Unido conseguir um resultado decente da Eurovisão.

Pedro Lopes: Não consigo explicar bem, mas há algo nesta música que me conecta em demasia com a construção melódica da mesma. Uma vez mais, é uma música a não aproveitar bem o tempo que tem, e quando chegamos ao final, nota-se que poderíamos ter tido um pouco mais. Mas gosto muito da batida, e dos consecutivos drops.

Tiago Lopes: Boa UK! Conseguiram escolher uma música actual, sem jokes e capaz de lutar por uma posição no meio da tabela. Não há nada semelhante na competição.  


Jessica Mendes: Confesso que não sabia que o John Newman tinha um irmão. Adoro a voz dele. Tem ali qualquer coisa que o distingue dos demais.

João Vermelho: James Newman tem o dos meus timbres favoritos desta edição.

Neuza Ferreira: Creio que toda a gente conhece o James Newman e sabe da sua qualidade. É um facto inegável que é um artista bastante competente.

Pedro Lopes: O James é um cantor muito competente, é algo que lhe corre nas veias e que já vem de família. O coro também encaixa muito. MAS, também tínhamos tudo isso o ano passado, que depois, transposto para a atuação ao vivo, foi ligeiramente desastroso, por isso…

Tiago Lopes: Na minha opinião, se há país que tem melhores cantores, é o Reino Unido. James Newman tem um timbre particular e seria bastante interessante vê-lo no palco da Eurovisão. 


Jessica Mendes: Parabéns, conseguiram uma música que fica na cabeça sem repetirem a mesma palavra 50 vezes. Era assim tão difícil?

João Vermelho: A letra fica na cabeça, bem construída, mas acaba por ser um pouco mais do mesmo e o refrão acaba por ser um pouco repetitivo. 

Neuza Ferreira: Muito repetitiva e chatinha. Não me conveceu.

Pedro Lopes: O que vale é que este ano toda a gente ia respirar como deve ser… Mas aqui, a mensagem é mais encantadora. Acho que é uma nova forma de dizer ‘amo-te’. Eu iria adotar… 

Tiago Lopes: Acho que a música no geral é tão fácil de se ouvir que nem se percebe que a letra é só repetitiva. Não há nada aqui de extraordinário. 


Jessica Mendes: 8 pontos.

João Vermelho: 6 pontos.

Neuza Ferreira: 5 pontos.

Pedro Lopes: 7 pontos.

Tiago Lopes: 6 pontos.

Total: 32 pontos


Jessica Mendes: Iam ficar no bottom 5 na mesma, mas foi uma boa tentativa.

João Vermelho: O que nós todos não queremos dizer/fazer nesta pandemia…

Neuza Ferreira: Enfim, sempre a mesma coisa Reino Unido.

Pedro Lopes: Logo agora que o Reino Unido ia sair do Bottom 5…

Tiago Lopes: Se há país que está habituado a profundezas é o Reino Unido. Basta ver os scoreboard do últimos anos.

1.º Lituânia - 53 pontos; 2.º Islândia - 47 pontos; 3.º Suécia - 46 pontos; 4.º Noruega - 44 pontos; 5.º Bulgária - 43 pontos; 6.º Rússia - 42 pontos; 7.º Suíça - 40 pontos; 8.º Azerbaijão - 39 pontos; 9.º Holanda - 37 pontos; 10.º Austrália - 37 pontos; 11.º Itália - 36 pontos; 12.º Ucrânia - 36 pontos; 13.º Irlanda - 35 pontos; 14.º Alemanha - 35 pontos; 15.º Roménia - 34 pontos; 16.º Malta - 33 pontos; 17.º Israel - 32 pontos; 18.º Reino Unido - 32 pontos; 19.º Dinamarca - 31 pontos; 20.º Finlândia - 31 pontos; 21.º Portugal - 29 pontos; 22.º Bélgica - 28 pontos; 23.º Polónia - 28 pontos; 24.º Arménia - 27 pontos; 25.º Grécia - 27 pontos; 26.º Espanha - 25 pontos 27.º Sérvia - 24 pontos; 28.º Áustria - 23 pontos; 29.º Albânia - 22 pontos; 30.º Estónia - 22 pontos; 31.º Letónia - 22 pontos; 32.º Chipre - 21 pontos; 33.º São Marino - 20 pontos; 34.º República Checa - 19 pontos; 35.º Bielorrússia - 19 pontos; 36.º Geórgia - 19 pontos; 37.º Eslovénia - 18 pontos; 38.º Croácia - 18 pontos; 39.º Macedónia do Norte - 17 pontos; 40.º França - 14 pontos; 41.º Moldávia - 14 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2020: Itália

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DIODATO - "FAI RUMORE"




Jessica Mendes: Ano após ano a Itália apresenta músicas de qualidade superior. É inevitável e é por isso que costuma estar sempre entre os meus favoritos. “Fai rumore” parece-me inferior ao que esperamos do país. É um pouco desinteressante e demora demasiado tempo até desenvolver. Há mais foco na voz e menos na música e a Itália costuma ter uma mistura muito saúdavel de ambas.

João Vermelho: Acho o instrumental incrível e com uma melodia muito bonita que ajuda imenso o tema a ganhar a força que tem, há apenas uns sons perto e durante o primeiro refrão que me incomodam um pouco… 

Neuza Ferreira: Nem vale a pena reforçar a ideia que a Itália consegue sempre ter instrumentais decentes. No entanto, “Fai Rumore” não é decente. É uma masterpiece.

Pedro Lopes: É bom, mas está um bocadinho próximo de tocar no limiar do antiquado. Acredito que até possa ser esse o objetivo, de tornar a música ‘intemporal’. Gosto muito do grande acompanhamento ao piano, e a parte em que aparece mais isolado. Ou seja, quando está mesmo sem a voz por trás… é! 

Tiago Lopes: Faz lembrar um genérico de uma novela ou simplesmente um tema do Pedro Abrunhosa. Este ano ficam abaixo do habitual.


Jessica Mendes: Diodato tem uma voz incrível sem dúvida. Se gosto de ouvir tanta berraria? Nem por isso e não é a isso que estou habituada por parte da Itália.

João Vermelho: Gosto muito do timbre do Diodato, mas ainda não consegui perceber se gosto ou não da voz dele no refrão, há vezes que gosto outras que não. 

Neuza Ferreira: Quando idealizo uma ótima voz e um ótimo intérprete, nunca chego a nenhuma única conclusão porque há n artistas de qualidade que me passam pela cabeça. Não conheço o trabalho do Diodato para além de “Fai Rumore”, mas completamente que está nessa lista de n artistas.

Pedro Lopes: O Diodato é dono de uma voz forte e competente. Exequível do início ao fim, se bem que acho que a música até pedia alguma maior contenção vocal no refrão… mas essa é só a minha visão, eles lá sabem o que fazem. E tem de ir ao encontro do que ele diz, não é? 

Tiago Lopes: Diodato tem lá as qualidades. Só lhe pedia um bocadinho de força a mais.


Jessica Mendes: Não sei se é por o italiano ser naturalmente uma língua bonita, mas todas as canções de amor me soam ao mesmo exceto as italianas. Esta é só mais uma letra lindíssima. Não há grande história nem grande inovação, mas é maravilhosamente escrita.

João Vermelho: Uma das melhores letras deste ano, e em Italiano também era difícil de eu não gostar.

Neuza Ferreira: Se há letra que este ano me tocou, foi sem dúvida esta. “Fai Rumore” tem algo de especial.

Pedro Lopes: As músicas italianas são sempre feitas a pensar em tudo, no pacote completo. E a letra nunca é descurada, e muito bem, evidentemente. É muito bom estar em italiano, como deve estar sempre, e é característica de tantas histórias de casal e relações amorosas. Esta, capaz de marcar muitos que a escutam.

Tiago Lopes: É italiano! Podia estar escrito a pior coisa do mundo, que não é o caso,  e ainda assim iria ser apreciado. Fai Rumore é uma composição muito bonita. 


Jessica Mendes: 6 pontos.

João Vermelho: 10 pontos.

Neuza Ferreira: 10 pontos.

Pedro Lopes: 6 pontos.

Tiago Lopes: 4 pontos.

Total: 36 pontos


Jessica Mendes: Faz o barulho que quiseres, mas não ao pé de mim.

João Vermelho: “Mas talvez seja essa tempestade, o que me leva a você,
E eu sei, eu não deveria estar por perto, Sem escudo” alguém não anda a respeitar o isolamento social…

Neuza Ferreira: Que nunca deixemos de fazer barulho.

Pedro Lopes: Mal ele sabia que a Eurovisão 2020 se ia tornar num silêncio assombroso…

Tiago Lopes: Che non lo posso sopportare sem a Itália ganhar mais um ano.

1.º Lituânia - 53 pontos; 2.º Islândia - 47 pontos; 3.º Suécia - 46 pontos; 4.º Noruega - 44 pontos; 5.º Bulgária - 43 pontos; 6.º Rússia - 42 pontos; 7.º Suíça - 40 pontos; 8.º Azerbaijão - 39 pontos; 9.º Holanda - 37 pontos; 10.º Austrália - 37 pontos; 11.º Itália - 36 pontos; 12.º Ucrânia - 36 pontos; 13.º Irlanda - 35 pontos; 14.º Alemanha - 35 pontos; 15.º Roménia - 34 pontos; 16.º Malta - 33 pontos; 17.º Israel - 32 pontos; 18.º Dinamarca - 31 pontos; 19.º Finlândia - 31 pontos; 20.º Portugal - 29 pontos; 21.º Bélgica - 28 pontos; 22.º Polónia - 28 pontos; 23.º Arménia - 27 pontos; 24.º Grécia - 27 pontos; 25.º Espanha - 25 pontos 26.º Sérvia - 24 pontos; 27.º Áustria - 23 pontos; 28.º Albânia - 22 pontos; 29.º Estónia - 22 pontos; 30.º Letónia - 22 pontos; 31.º Chipre - 21 pontos; 32.º São Marino - 20 pontos; 33.º República Checa - 19 pontos; 34.º Bielorrússia - 19 pontos; 35.º Geórgia - 19 pontos; 36.º Eslovénia - 18 pontos; 37.º Croácia - 18 pontos; 38.º Macedónia do Norte - 17 pontos; 39.º França - 14 pontos; 40.º Moldávia - 14 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2020: Holanda

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JEANGU MCROOY - "GROW"




Jessica Mendes: Este é O instrumental. Apesar de mínimo, é absolutamente estonteante. A única coisa que mudava é o fim abrupto, mas tudo o resto me encanta e arrepia. Adoro a maneira como os instrumentos são postos progressivamente sem que a música nunca cresça muito e ainda assim se mantenha interessante.

João Vermelho: Apesar de achar o instrumental bonito e bem produzido, sinto que é um pouco monótono até meio da canção e só para o final é que se transforma em algo mais interessante, e após ouvir a canção sinto que faltou qualquer coisa.

Neuza Ferreira: O instrumental é, muitas das vezes, aquilo que me prende à canção. “Grow” está pouco elaborado e não chamou à atenção. Esta é uma canção que fica esquecida no meio das 41 apresentadas.

Pedro Lopes: Ao início, fiquei um pouco cético pela maior falta de instrumental nesta canção, por considerar que a sua maior retirada é um fator negativo. Mas comecei a apreciar mais o seu pequeno surgimento e a evolução ao longo do tema. Acho-o muito bonito, com sons que não deixam de ser, simultaneamente, clássicos e contemporâneos. No entanto, há ainda uma nota: dá-nos a falsa e estranha sensação de que a música é mais curta do que o que realmente é, e não sei se isso é bom…

Tiago Lopes: Não é uma música para qualquer ouvido. É preciso ter concentração para se escutar e apreciar o tema. É das melhores, mesmo melhores, melodias a concurso. 


Jessica Mendes: Uau. Que voz maravilhosa e que transmite tudo aquilo que tem para transmitir. Quero acordar com a voz dele todos os dias.

João Vermelho: Jeangu é um excelente interprete e tem uma voz muito bonita.

Neuza Ferreira: Jeangu Macrooy tem um timbre interessante. Ao vivo é muito competente e consegue transmitir o sentimento da canção.

Pedro Lopes: Para além da voz do Jeangu ser extraordinária, ainda temos um coro incrível com ele. Tinha medo de como isto podia resultar ao vivo, porque o público que vê a Eurovisão nem sempre vai nestas coisas… mas, quanto a mim, tenho a certeza que me ia encantar.

Tiago Lopes: Jeangu tem uma voz hipnotizadora e dá outra vida a esta música. Curioso para o que vai mostrar no próximo ano. 


Jessica Mendes: Perdoem-me a palavra, mas foda-se, é exatamente isto. É isto que eu sinto, é isto que todas as pessoas desta geração sentem. Estamos a crescer e não é bem o que esperávamos. É pior. É uma merda. É isto. 

João Vermelho: Para mim uma das melhores letras desta edição. 

Neuza Ferreira: Obviamente, o aspeto relevante desta proposta. A letra de “Grow” é das melhores deste ano, se não a melhor mesmo. A simplicidade da mensagem é brilhante.

Pedro Lopes: É um tema com alma verdadeira, e isso está visível também na letra do tema. Fala do tema central não de uma maneira subtil, e com o bom recurso a um léxico variado.

Tiago Lopes: Digo uma asneira sempre que acaba a música. Isto é uma obra de arte.


Jessica Mendes: 12 pontos.

João Vermelho: 6 pontos.

Neuza Ferreira: 5 pontos.

Pedro Lopes: 7 pontos.

Tiago Lopes: 7 ponto.

Total: 37 pontos


Jessica Mendes: O Jeangu nunca me conheceu e está a cantar uma música sobre mim.

João Vermelho: Sinto que esta canção ia crescer imenso no meu top depois das atuações ao vivo. 

Neuza Ferreira: Queria dizer que tem um olho na minha lágrima, para ficar bonito, mas a verdade é tem só olho no meu olho.

Pedro Lopes: Queremos mais temas à capella!

Tiago Lopes: Os Países Baixos sabiam que não iam ganhar outra vez e portanto decidaram enviar uma música. Sim, música.

1.º Lituânia - 53 pontos; 2.º Islândia - 47 pontos; 3.º Suécia - 46 pontos; 4.º Noruega - 44 pontos; 5.º Bulgária - 43 pontos; 6.º Rússia - 42 pontos; 7.º Suíça - 40 pontos; 8.º Azerbaijão - 39 pontos; 9.º Holanda - 37 pontos; 10.º Austrália - 37 pontos; 11.º Ucrânia - 36 pontos; 12.º Irlanda - 35 pontos; 13.º Alemanha - 35 pontos; 14.º Roménia - 34 pontos; 15.º Malta - 33 pontos; 16.º Israel - 32 pontos; 17.º Dinamarca - 31 pontos; 18.º Finlândia - 31 pontos; 19.º Portugal - 29 pontos; 20.º Bélgica - 28 pontos; 21.º Polónia - 28 pontos; 22.º Arménia - 27 pontos; 23.º Grécia - 27 pontos; 24.º Espanha - 25 pontos; 25.º Sérvia - 24 pontos; 26.º Áustria - 23 pontos; 27.º Albânia - 22 pontos; 28.º Estónia - 22 pontos; 29.º Letónia - 22 pontos; 30.º Chipre - 21 pontos; 31.º São Marino - 20 pontos; 32.º República Checa - 19 pontos; 33.º Bielorrússia - 19 pontos; 34.º Geórgia - 19 pontos; 35.º Eslovénia - 18 pontos; 36.º Croácia - 18 pontos; 37.º Macedónia do Norte - 17 pontos; 38.º França - 14 pontos; 39.º Moldávia - 14 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2020: França

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TOM LEEB - "MON ALLIEE (THE BEST IN ME)"




Jessica Mendes: França tem cerca de 67 milhões de habitantes. Em 67 milhões de pessoas não havia ninguém capaz de fazer uma música para o Tom? Ninguém? Podem fazer quantos revamps quiserem nisto que nunca se vai tornar interessante. Para o próximo ano arranjem alguém não-sueco. Ambiciono uma eurovisão em que os países não se inferiorizam face a um país que, ano após ano, manda músicas iguais ao concurso.

João Vermelho: O instrumental acaba por ser algo que já ouvimos várias e várias vezes, apesar de gostar bastante de algumas partes, alguns momentos com instrumentos de cordas e o piano mais para o final da canção.

Neuza Ferreira: Bastaram vinte segundos para eu pensar “coisa horrível” e perceber que não ia gostar. Foram buscar isto ao baú das velharias?

Pedro Lopes: Eu gosto, porque aprecio registos clássicos. Mas entendo as críticas e também eu as faço, porque apesar de interessante, é uma música estanque, ou seja, precisava de um crescimento em níveis de intensidade que não existem, nem mesmo o final da canção, que tenta fazer uma aproximação a, consegue lá chegar. Infelizmente.

Tiago Lopes: Este tema nem com o revamp lá vai. É uma seca.


Jessica Mendes: Tom Leeb tem uma voz lindíssima, é inegável, mas nem a melhor voz salva uma musiquinha destas.

João Vermelho: Gosto muito do timbre do Tom Leeb, e é talvez por isso que acabo por até gostar da canção.

Neuza Ferreira: Tom Leeb tem um timbre muito bom e é uma pena que lhe tenham dado esta canção. É assim que se desperdiça a voz de um grande cantor.

Pedro Lopes: É indiscutível, o Tom tem uma voz bastante boa e até dá pena que não esteja relativamente melhor aproveitada no tema em questão, apesar de eu gostar. Mesmo assim, a amplitude vocal do cantor é visível e aprecio bastante as partes em que o Tom ascende às notas mais agudas.

Tiago Lopes: Não sei se é da música em si, mas não gosto da voz de Tom. Espero que leve outro registo no próximo ano.


Jessica Mendes: Do mais básico possível. E sabem como é que percebi isto? Porque sou péssima a francês e não precisei de ir ver a tradução. Que clichés atrás de clichés.

João Vermelho: Isto em Francês até que me convence um pouco, mas em inglês torna-se super genérico. 

Neuza Ferreira: A piroseira das piroseiras que já não se aguenta. Tom Leeb merecia muito mais do que isto.

Pedro Lopes: As estrofes pré-refrão até que não são más de todo, mas as repetições constantes saturam (ainda mais) a música. Pelo menos, é engraçado ver que o Tom não é apologista da apneia.

Tiago Lopes: Uma declaração de amor, um bocadinho cliché. Next.


Jessica Mendes: 3 pontos.

João Vermelho: 4 pontos.

Neuza Ferreira: 1 ponto.

Pedro Lopes: 5 pontos.

Tiago Lopes: 1 ponto.

Total: 14 pontos


Jessica Mendes: Já ouvi avecs nas festas de verão da terrinha a cantar Quim Barreiros que certamente escreveriam uma música melhor.

João Vermelho: Sinto que esta canção é uma declaração amorosa à Torre Eiffel e nada vai mudar a minha opinião. 

Neuza Ferreira: Se era para mandarem isto, mais valia nem participarem.

Pedro Lopes: Chamar suecos e chapar a Torre Eiffel atrás. Acham que nos enganam, ou quê?

Tiago Lopes: És o pior desta composição. 

1.º Lituânia - 53 pontos; 2.º Islândia - 47 pontos; 3.º Suécia - 46 pontos; 4.º Noruega - 44 pontos; 5.º Bulgária - 43 pontos; 6.º Rússia - 42 pontos; 7.º Suíça - 40 pontos; 8.º Azerbaijão - 39 pontos; 9.º Austrália - 37 pontos; 10.º Ucrânia - 36 pontos; 11.º Irlanda - 35 pontos; 12.º Alemanha - 35 pontos; 13.º Roménia - 34 pontos; 14.º Malta - 33 pontos; 15.º Israel - 32 pontos; 16.º Dinamarca - 31 pontos; 17.º Finlândia - 31 pontos; 18.º Portugal - 29 pontos; 19.º Bélgica - 28 pontos; 20.º Polónia - 28 pontos; 21.º Arménia - 27 pontos; 22.º Grécia - 27 pontos; 23.º Espanha - 25 pontos; 24.º Sérvia - 24 pontos; 25.º Áustria - 23 pontos; 26.º Albânia - 22 pontos; 27.º Estónia - 22 pontos; 28.º Letónia - 22 pontos; 29.º Chipre - 21 pontos; 30.º São Marino - 20 pontos; 31.º República Checa - 19 pontos; 32.º Bielorrússia - 19 pontos; 33.º Geórgia - 19 pontos; 34.º Eslovénia - 18 pontos; 35.º Croácia - 18 pontos; 36.º Macedónia do Norte - 17 pontos; 37.º França - 14 pontos; 38.º Moldávia - 14 pontos.


Vídeo: Eurovision Song Contest
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