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EBU: funcionária demitida acusa a empresa de falta de transparência

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Depois de a European Broadcasting Union (EBU) ter aberto um concurso para apoio de eventos eurovisivos foram postas algumas críticas ao regulamento. 

A empresa Works Wow!, que tratou da realização do Festival Eurovisão Júnior da Canção (JESC) 2011 e 2012, foi afastada da realização do evento pelas fracas audiências. Devido a esse facto, a EBU proibiu a empresa de se inscrever no atual concurso aberto. Por isso, na passada terça-feira, a funcionária Kath Lockett, que era chefe de imprensa do JESC, atreveu-se a questionar a EBU sobre alguns pontos do regulamento, através do seu Facebook.

As críticas feitas levaram ao despedimento da funcionária. No entanto, foi criticado a forma como Sietse Bakker, supervisor executivo da EBU, abusa do trabalho dos voluntários no site Eurovision.tv, bem como questiona onde se encontra o dinheiro que a empresa recebe através de visualizações nas suas redes sociais: "Foi-me dito que eu estava demitida por causa dos comentários que coloquei na página pessoal do Facebook de Sietse Bakker, que supostamente eram prejudiciais para a reputação da EBU."

A EBU já confirmou o sucedido, no entanto recusa-se a comentar. Kath Lockett acusa a empresa de não ser transparente e de haver muito dinheiro e negócios envolvidos: "Eu acho que as perguntas que eu fiz devem ser respondidas." 

Os pedidos de informações sobre o concurso podiam ser enviados entre os dias 16 e 19 de outubro. Para mais informações sobre o processo de concurso e documentação de apoio, veja mais: [AQUI].

Fonte/Imagem: aftonbladet.se
23/10/2015

EBU: Sietse Bakker anuncia saída do cargo de Supervisor do Festival Eurovisão da Canção

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Sietse Bakker anunciou a sua saída do cargo de Supervisor do Festival Eurovisão da Canção após a próxima edição do concurso.

Bakker anunciou, através da sua página oficial de Facebook, que se irá retirar do cargo de Supervisor do ESC após o findar da edição de 2016 do festival.

"Dediquei mais e metade da minha vida a este fantástico evento. Após algumas conversas entre família, amigos e colegas, decidi que este é um óptimo momento para mudar, o que significa que o ESC2016 em Estocolmo será o meu último festival enquanto Supervisor do Evento", afirmou.

Sietse Bakker, iniciou a sua carreira enquanto fundador do site ESCToday, em 2000, que levou a uma vontade de criar plataformas semelhantes por todo o mundo. Assumindo o cargo de Gerente das Novas Mídias após ser contratado pela European Broadcasting Union (EBU), foi posteriormente promovido a Gerente de Comunicações e Relações Públicas do ESC, sendo este o sexto ano consecutivo enquanto Supervisor do Evento.

Fonte/Imagem: oikotimes, wiwibloggs
16/10/2015

ESC 2015: Sietse Bakker considera que Viena não ficará endividada como Copenhaga

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Sietse Bakker, gerente de eventos do Festival Eurovisão da Canção (ESC), acredita que a edição de 2015, em Viena, não terá tantos encargos financeiros e dívidas como teve a de 2014, em Copenhaga. 

Em entrevista ao site Eurosong.be, o gerente considera que as dívidas deixadas em Copenhaga foram "erros de julgamento" mas afirma que as lições foram aprendidas. Além disso, elogia a escolha da arena da edição de 2015, Wiener Stadthalle. "A sua localização - no meio de uma área residencial - tem as suas vantagens e desvantagens, mas a logística era a nossa principal preocupação."

Recordamos que os custos do ESC 2014 ultrapassaram o triplo do planeado – 112 milhões de euros – à emissora dinamarquesa.

Fonte: Oikotimes/Vídeo: Eurovision.tv
03/02/2015

EBU: supervisores executivos eurovisivos lamentam o crescimento das políticas anti-gays

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O site EurovisionIreland revelou que recebeu uma carta de Jon Ola Sand, o supervisor executivo eurovisivo, e de Sietse Bakker, supervisor de eventos eurovisivos, por causa da legislação anti-gay que está a crescer em certas partes da Europa.

       Na carta, os supervisores tendem a afirmar que o Festival Eurovisão da Canção não deve servir para mudar leis e estar em contacto directo com vários governos; no entanto, é uma boa oportunidade de unir pessoas de todas as raças, géneros e orientações sexuais diferentes. 
       Este tipo de intervenções eurovisivas em políticas têm sido constantes, ao longo dos anos. No ano passado, a Eurovisão tentou alertar as pessoas da falta de direitos humanos que existem no Azerbaijão.
       O último caso eurovisivo polémico da política anti-gay foi noticiado ontem, em que Verka Serduchka, que representou a Ucrânia em 2007, foi impedido de participar num programa russo por o regime de Putin considerar que o artista andava a influenciar a opinião pública sobre este exacto tema. 

Veja a carta que Jon Ola Sand enviou:


Fonte: Oikotimes/Imagens: Oikotimes e Google
15/08/2013
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