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[Entrevista] Rasmussen: "Adoraria conhecer-vos e agradecer-vos cara a cara."

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VERSÃO EM PORTUGUÊS


Rasmussen irá representar a Dinamarca no Festival Eurovisão da Canção em Lisboa com "Higher Ground" mas antes disso o cantor aceitou responder a algumas perguntas feitas pelo Crónicas de Eurofestivais, que agora trazemos em exclusivo para vocês.

Crónicas de Eurofestivais (CE): Fala-nos um pouco sobre ti. Como te descreves? O que é que gostas de fazer?

Rasmussen: Tenho 33 anos, sou de Jutland, na Dinamarca, onde vivo com a minha esposa e os nossos dois filhos. Tenho um mestrado em música e teatro e trabalho como professor de música e performance com jovens adultos. Também atuo e canto em vários espetáculos pela Dinamarca. Os meus hobbies quando não estou a trabalhar com música são passar tempo com a minha família, amigos, ir ao cinema e coisas do género. Sou também um grande fã de séries de televisão; as minhas séries preferidas são Breaking Bad, Game of Thrones, The Wire, Silicon Valley, Friends, Vikings e outras tantas :)

CE: Como é que a tua carreira musical começou?

Rasmussen: Comecei quando era adolescente a tocar e a ouvir rock. Hoje em dia a música é a minha vida, como mencionei tenho estudos em música e teatro e trabalho em ambos como professor e performer.

CE: Como é que a tua aventura eurovisiva começou? Fazer parte do concurso era um sonho para ou foi algo espontâneo?

Rasmussen: Eu fui contatado e questionado sobre fazer uma audição para "Higher Ground", por isso eu enviei um vídeo de volta comigo a cantar a música. Felizmente, os escritores da música (Niclas Arn e Karl Eurén) gostaram do que ouviram e escolheram-me para cantar a música no Dansk Melodi Grand Prix 2018. E felizmente, os dinamarqueses adoraram e eu ganhei, e agora eu faço parte da história da Eurovisão. Fantástico.


CE: Qual é a sensação de saber que vais representar o teu país em tamanho evento?

Rasmussen: Dansk Melodi Grand Prix e a Eurovisão sempre foram enormes na Dinamarca, então claro que me sinto muito honrado, humilde e excitado!

CE: És fã da Eurovisão? Tens alguma música preferida do concurso?

Rasmussen: SIM claro que eu sou um fã da Eurovisão! Acho que "Euphoria" da Loreen é a minha música preferida da Eurovisão. Tão bem encenada e a performance dela ficou perto da perfeição. E claro "Waterloo" é uma das minhas favoritas. Talvez porque eu fiz um show para celebrar a música dos ABBA, mas sempre amei a música deles.

CE: Como descreves "Higher Ground"?

Rasmussen: É uma música épica inspirada pela história de um pacífico viking chamado Magnus Erlandsson, que era defensor de resolver conflitos com palavras em vez de conflitos. Acho que é uma excelente música com uma excelente mensagem e eu também adoro quão bem a performance resulta visualmente. 

CE: Depois do que vimos no palco do Dansk Melodi Grand Prix podemos esperar algo de diferente para o palco da Eurovisão?

Rasmussen: Tudo o que posso dizer é que nós amamos o que fizemos no Melodi Grand Prix :)

CE: O que achas da semifinal em que a Dinamarca ficou colocada? 

Rasmussen: Vamos estar contra músicas muito fortes, mas acho que "Higher Ground" é realmente uma boa música e espero que o resto da Europa pense isso também, então eu acredito que conseguiremos passar à final.


CE: Já ouviste as outras músicas deste ano? Quais são as tuas favoritas?

Rasmussen: A seleção este ano é muito forte. Adoro tantas músicas, então é difícil para mim apontar apenas um favorito.

CE: Quais são as tuas expectativas para a participação na Eurovisão? 

Rasmussen: Espero ter o melhor tempo da minha vida e conhecer muitas pessoas excelentes. Para o concurso, estou primeiro e sobretudo focado em passar à final. Se formos bem sucedidos nisso, qualquer coisa pode acontecer :)

CE: Alguma vez visitaste Portugal?

Rasmussen: Apenas para gravar o postcard. E o que tive como experiência foi maravilhoso, por isso mal posso esperar para voltar muito em breve :)

CE: Queres dizer alguma coisa para os nossos leitores e para os fãs portugueses em geral?

Rasmussen: Estou tão satisfeito e agradecido por todo o apoio que tenho recebido de tantas pessoas; e por favor, se me virem em Lisboa, não hesitem em vir falar comigo. Adoraria conhecer-vos e agradecer-vos cara a cara.

Ouça "Higher Ground":


Imagens: Wiwibblogs, eurovision.addict, dr.dk/Vídeo: Eurovision.tv


ENGLISH VERSION


Rasmussen will represent Denmark in the Eurovision Song Contest in Lisbon with "Higher Ground", but before that the singer accepted to answer some question made by Crónicas de Eurofestivais, which we now bring as an exclusive to you.

Crónicas de Eurofestivais (CE): Tell us a little about yourself. How do you describe yourself? What do you like to do?

Rasmussen: I’m 33 years old, and from Jutland, Denmark, where I live with my wife and our two kids. I hold a master’s degree in music and theatre, and work as a performance and song coach for young adults. I also perform and sing in various shows around in Denmark. My hobbies when not working with music are spending time with my family, friends, going to the movies and things like that. I’m also a big fan of television series; favourite shows are Breaking Bad, Game of Thrones, The Wire, Silicon Valley, Friends, Vikings and so many more :)

CE: How did your musical career start?

Rasmussen: I started as a teenager to to play and listen to rock. Today music is my life, as mentioned I’m educated in music and theatre, and work as both a teacher and performer.

CE: How did your Eurovision adventure start? Be part of this contest was a dream for you or it was something spontaneous?

Rasmussen: I was contacted and asked if I would audition for ‘Higher Ground’, so I sent back a video of me singing it. Fortunately, the songwriters (Niclas Arn and Karl Eurén) liked what they heard and picked me to perform with the song at Dansk Melodi Grand Prix 2018. And fortunately, the Danes loved it and I won, so now I get to be a part of the Eurovision history. Amazing.


CE: What’s the feeling of knowing that you’re going to represent your country in such a big event?

Rasmussen: Dansk Melodi Grand Prix and Eurovision have always been huge in Denmark, so of course I feel very honored, humbled, and excited! 

CE: Are you an Eurovision fan? Do you have any favourite songs from the contest?

Rasmussen: YES of course I’m an Eurovision fan! I think Loreens “Euphoria” probably is my all-time favourite Eurovision song. So well put together, and her performance was close to perfect. And then of course “Waterloo” is also one of my favorites. Maybe because I did a show celebrating the music of ABBA, but I’ve always loved their music. 

CE: How do you describe “Higher Ground”? 

Rasmussen: It’s an epic song, inspired by the story of a peaceful Viking called Magnus Erlandsson, which advocate solving conflicts with words instead of fighting. I think it’s a great song with a great message, and I also love how well put together the performance is visually. 

CE: After what we saw on the Dansk Melodi Grand Prix stage can we expect something different for the Eurovision stage?

Rasmussen: All I can say is that we loved how we did it at Dansk Melodi Grand Prix :) 

CE: What do you think about the semi-final that Denmark were allocated?

Rasmussen: We are up against so many strong acts, but I think that ‘Higher Ground’ is a really great song and I hope that the rest of Europe will think that as well, so I believe that it can make it to the finale.


CE: Have you already listened the other songs from this year? What are your favourites?

Rasmussen: The selection this year is so strong. I love so many of the songs, so it’s hard for me to point out a single favourite.

CE: What are your expectations for the participation on Eurovision?

Rasmussen: I expect to have the time of my life and meet a lot of great people. As for the contest, I’m first and foremost focused on making it to the finals. If we succeed in that, anything can happen :) 

CE: Have you ever visited Portugal before? 

Rasmussen: Only for the Postcard shooting; And what I got to experience was amazing, so I can’t wait to go back very soon :)

CE: Do you want to say something to our readers and portuguese fans in general?

Rasmussen: I am so pleased and grateful for all the support I’ve received from so many people; and please, if you see me in Lisbon, don’t hesitate to come talk to me, I would love to meet you and say thank you to you guys face to face.

Listen "Higher Ground":



Photos: Wiwibblogs, eurovision.addict, dr.dk/Video: Eurovision.tv

Apreciações Musicais - ESC 2018: Dinamarca

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Rasmussen - "Higher Ground"



André Sousa: Dos melhores instrumentais deste ano. Ao ouvir este tema, recordo os tempos áureos da Eurovisão. Um instrumental envolvente, penetrante, um instrumental que agarra desde o primeiro momento. Gosto imenso desta proposta da Dinamarca.

Andreia Valente: Se alguma vez se perguntaram: “O que aconteceria se os suecos criassem uma canção sobre vikings, como seria?”, aqui têm a resposta. Um refrão simples, mas poderoso e, de certa forma, mainstream. Se a key change fosse mais uns quantos sustenidos, “Higher Ground” seria perfeita.

Catarina Gouveia: É só a mim que isto parece uma versão sóbria e desintoxicada da “Wolves of the sea” (Letónia, 2008)? É uma proposta que tem tanto de foleiro e datado como de fantástico e para mim é um completo sim. Aquele middle 8 é tudo de bom. 

Daniel Fidalgo: Soa a algo resgatado da Eurovisão 2005/2006, altura em que vários países apostavam em canções com instrumentais épicos e marcantes. Não sendo, portanto, inovador, é, no entanto, bastante eficaz. Apesar de não ser fã deste género, confesso que “Higher Ground” apresenta uma intensidade e sonoridades interessantes e que me fazem querer ouvir a canção até ao fim.

Diogo Canudo: Quando ouvi a primeira vez “Higher Ground” não entendi a mensagem que queriam passar. Após ver a atuação na final dinamarquesa, percebi o seu sentido e tem vindo a subir na minha consideração, dia após dia. “Higher Ground” tem um instrumental forte, muito bem trabalhado com as vozes do coro, e orelhudo, principalmente no refrão. Além disso, uma coisa boa é que é uma música que não enjoa: quanto mais ouvimos, mais gostamos.

Elizabete Cruz: Este instrumental foi amor à primeira vista. A Dinamarca foi buscar as suas raízes e trouxe para o palco uma música inspirada na cultura viking. Simplesmente amo como soa diferente!

Jessica Mendes: Místico, épico mas um pouco repetitivo a partir de certo ponto. Não fugindo muito ao estilo nórdico, é suficientemente diferente para se destacar.

João Vermelho: Um instrumental bem conseguido, a melodia leva-nos para uma história épica e acaba por ser algo misterioso - o que costuma funcionar.

Neuza Ferreira: Todo este instrumental meio alternativo, meio eletrónico, entra-me pelos ouvidos a dentro como uma obra prima.

Patrícia Leite: Um instrumental forte. Quando se ouve pela primeira vez, faz lembrar um instrumental da série “Guerra dos Tronos”. A adição do sintetizador pelo meio acrescenta um estilo pop à canção. Gosto!

Pedro Anselmo: O instrumental desta canção é sempre certinho e vai sendo cada vez mais forte. Os coros dão vida a esta música e tornam-na épica.

Pedro Lopes: Não é, possivelmente, o elemento mais forte. Isto porque o instrumental não é demasiado exagerado. Mas está suficientemente bem elaborado para nos levar numa viagem com sucesso às melhores sonoridades que, tal como sabemos reconhecer, identificam claramente a cultura nórdica.

Tiago Lopes: Uma melodia que imediatamente nos transporta para outra atmosfera, que conta a história da canção.


André Sousa: A voz é algo que vem completar toda a magia em torno deste tema. Os coros estão completamente soberbos. Acho que toda esta conjunção veio resultar em algo mesmo muito bom, sendo que a Dinamarca foi bastante inteligente na escolha do tema que leva à Eurovisão – ou não estivéssemos nós a falar de Portugal e da sua fixação pelo mar. 

Andreia Valente: Rasmussen tem uma voz excelente para “Higher Ground”. Aguenta os agudos e tem graves poderosos. 

Catarina Gouveia: Adoro os graves do Rasmussen. Os agudos, nem tanto, mas só por ser um artista que consegue cantar a própria música dentro do tom (este ano há poucos) já ganha pontos.

Daniel Fidalgo: A voz, apesar da técnica, não é propriamente o aspeto mais forte desta aposta. Numa canção destas, acredito que uma voz mais intensa e marcante, daria uma nova vida a “Higher Ground”. No entanto, não deixa de ser um timbre agradável de se ouvir.

Diogo Canudo: Rasmussen não apresenta quaisquer falhas vocais e corresponde às expectativas nas partes mais exigentes da canção. Além disso tem uma voz muito límpida e característica, o que faz ainda mais gostar de ouvi-lo.

Elizabete Cruz: Rasmussen tem voz para fazer exatamente aquilo que a música pede. Os backing vocals também ajudam bastante na mística da música.

Jessica Mendes: Adoro a voz dele e acho que se encaixa que nem uma luva na música, mas o início dos versos dele é completamente ao lado.

João Vermelho: Uma voz que me agrada bastante ao ouvido.

Neuza Ferreira: A voz do Rasmussen não é propriamente algo de extraordinário, mas tem a potência exigida pelo tema e o seu timbre é bastante bonito.

Patrícia Leite: Os coros estão espetaculares! Transportam-nos mesmo para a época dos vikings. A voz principal também combina com o instrumental. Começa calminha e do meio em diante revela a sua “essência”. A Dinamarca está em força!

Pedro Anselmo: A voz de Rasmussen pode não ter a maior capacidade vocal mas não inventa e é muito seguro.

Pedro Lopes: Alguns consideram que a ‘live performance’ do Rasmussen esteve aquém daquilo que será a voz dele na versão estúdio. Não concordo muito com isso… não será certamente dos melhores cantores a passar por esta edição do ESC, mas tem voz mais que suficiente para agarrar o tema ‘com unhas e dentes’. 

Tiago Lopes: Rasmussen dá conta do recado e dá um toque especial à música.


André Sousa: Não mudaria nada. Mantinha esta grande performance. Achei das melhores apresentadas numa final nacional. 

Andreia Valente: Não haverá nenhuma canção que se encaixará no palco do ESC 2018 melhor. Adoro o excesso de azul e adoro o excesso de fumo e vento, que são as ideias perfeitas para um ano sem leds. 

Catarina Gouveia: Esta performance parece mesmo ter sido feita para o palco de Lisboa. Adoro a escuridão, as luzes, tudo. Não estraguem a maravilha que já fizeram, por favor.

Daniel Fidalgo: Gostei bastante da apresentação em palco no decorrer da final nacional dinamarquesa. As tonalidades azuis, os elementos cénicos e o vestuário deverão encaixar perfeitamente no palco eurovisivo português. 

Diogo Canudo: Uma das melhores apresentações em palco deste ano. Cada pormenor é baseado no instrumental e no visual que tentam passar através da música. Tudo ali faz sentido, cada movimento, cada gesto, cada plano de câmara. O telespectador envolve-se de tal maneira que parece que está a ver um filme de vikings ou até mesmo a viver a celebração da vitória.

Elizabete Cruz: Esta performance é para mim épica. Algumas coisas têm que ser trabalhadas, mas o lado misterioso da actuação é fantástico.

Jessica Mendes: Se há país que levou o tema marítimo à séria, foi a Dinamarca. Talvez faltem mais elementos cénicos do que os apresentados no DMGP, mas a “coreografia” está como se quer.

João Vermelho: Consegue transmitir a postura de viking a cantar e, ao mesmo tempo, ser bastante expressivo.

Neuza Ferreira: Toda esta ideia dos vikings me cativa imenso e pode resultar muito bem no palco eurovisivo... só precisa de ser bem pensado.

Patrícia Leite: Este é o ponto forte da Dinamarca. Para além do instrumental e das vozes, só faltavam os adereços para irmos até à época dos vikings por três minutos! O palco transforma-se numa Nau e, o painel de leds, juntamente com as luzes, transportam-nos para o meio do mar. Parece-me que eles partiram à conquista da Europa. Será que vão conseguir?

Pedro Anselmo: A atuação da final nacional foi épica, o cenário foi espectacular, o fumo, o vento… um autêntico desembarque viking. É repetir a dose no ESC.

Pedro Lopes: Gosto bastante que o Rasmussen esteja acompanhado em palco pelos restantes vikings. Dado o tema deste ano da Eurovisão, e tendo em conta a temática da canção, vai ser das que melhor poderá resultar no palco do Altice Arena. Forte presença de todos em palco, dando-nos mesmo a ideia de estarmos a viajar no tempo.

Tiago Lopes: Prevejo algo mais elaborado do que a performance no Dansk Melodi Grand Prix. O intérprete por si só já consegue despertar à atenção.


André Sousa: Gosto. Mais um ponto positivo a juntar a todos os outros que esta composição tem.

Andreia Valente: É importante realçar que “Higher Ground” não é uma qualquer canção de vikings. A canção é inspirada no Magnus, o Mártir, que lutou pelo ideal que a violência não deverá ser a resposta a conflito – uma nova abordagem para canções Kumbaya na Eurovisão e eu adoro.

Catarina Gouveia: Uma canção que faz referência a uma lenda onde a moral da história é responder às batalhas com a paz em vez de armas. É algo diferente e escrito de forma excelente.

Daniel Fidalgo: Vai de encontro ao instrumental épico desta aposta. Poderia perfeitamente ser o testemunho de um navegador português em época de Descobrimentos. Faz referência a viagens marítimas, ao incerto e ao regresso a terra. Quem sabe se Portugal não ficará conquistado com este tema!

Diogo Canudo: Uma letra de sofrimento mas ao mesmo tempo de esperança de um dia o guerreiro conseguir a vitória que tanto deseja. No entanto, para vencer, precisa de ultrapassar os obstáculos que lhe aparecem pelo caminho. Digamos que é uma letra diferente e inspiradora.

Elizabete Cruz: Convenhamos, esta música pedia para ser cantada em dinamarquês, não acham? De qualquer maneira, a letra segue a linha heróica do resto da música. Não é propriamente memorável, mas é bastante interessante.

Jessica Mendes: Conquistar novas terras e viajar pelo mar? É gira, mas tinha muito mais para explorar.

João Vermelho: Das letras mais marcantes e bem construídas e que facilmente a decorei. Gosto da mensagem em si e do seu significado.

Neuza Ferreira: “Men gone forever more/Boarding and setting sail/Yet victory won't prevail”. Eu acho que é impossível ficar indiferente a este “poema”. 

Patrícia Leite: A letra parece um “livro de instruções” sobre como ser bem-sucedido na sociedade viking. Ao mesmo tempo transmite-nos a mensagem de não desistir dos objetivos e de encarar a realidade tal como ela é. 

Pedro Anselmo: A letra incentiva-nos à concretização de objectivos e para não desistir deles, pegando nas origens vikings. É bastante interessante e bem feita.

Pedro Lopes: Transporta uma mensagem de força, que se enquadra bem na temática construída à volta da canção! A ideia de abrirmos os braços e não de os cruzarmos perante uma hipotética inércia, que se encaixa bem nas temáticas que vivemos na atualidade!

Tiago Lopes: Esta composição faz lembrar o passado em que o Mar era o meio de chegar a territórios, onde se travavam batalhas para os conquistar.


André Sousa: Espero um ótimo resultado na final para a Dinamarca. Para mim, um top 10.

Andreia Valente: A Dinamarca ficará entre o 15º e o 20º.

Catarina Gouveia: Ficará algures no lado direito da tabela da final.

Daniel Fidalgo: Penso que a Dinamarca passa à final. No entanto, tenho verificado um decréscimo do interesse pela canção. Pode ser que surpreenda no dia 12.

Diogo Canudo: O melhor resultado da Dinamarca desde a Emmelie de Forest.

Elizabete Cruz:  Não sei como esta música será aceite, mas gostava de ver um bom resultado para isto.

Jessica Mendes: Primeira metade da tabela na final.

João Vermelho: Acredito que poderá alcançar a final facilmente e na final quem sabe um top 15, mas não vai ter a vida facilitada.

Neuza Ferreira: Talvez consiga um top 15.

Patrícia Leite: Infelizmente será um top 15.

Pedro Anselmo: Consigo reconhecer o valor desta canção, no entanto ainda não me deu aquele “clique”. Prevejo um top 15.

Pedro Lopes: Quero ouvir, várias vezes, ‘12 points goes to Denmark’. Portanto, se é várias, convém que no final a Dinamarca fique bem lá para cima na tabela.

Tiago Lopes: Passa à final e terá um Top 20.


André Sousa: 10 pontos.

Andreia Valente: 10 pontos.

Catarina Gouveia: 7 pontos.

Daniel Fidalgo: 6 pontos.

Diogo Canudo: 10 pontos.

Elizabete Cruz: 6 pontos.

Jessica Mendes: 7 pontos.

João Vermelho: 8 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Patrícia Leite: 10 pontos.

Pedro Anselmo: 5 pontos.

Pedro Lopes: 12 pontos.

Tiago Lopes: 7 pontos.

Total: 106 pontos


André Sousa: Isto é a versão turbinada do tema “Sou rei do mar".

Andreia Valente: Acho que tenho um soft spot por vikings.

Catarina Gouveia: Nada mau para um reject do Melodifestivalen, não é?

Daniel Fidalgo: É quase tão boa quanto o tema do genérico de “Game of Thrones”. 

Diogo Canudo: Uma vénia ao El-Rei Rasmussen, o Homem-Viking.

Elizabete Cruz: Esta música pode não ganhar mais nada, mas ganhou o meu respeito só por existir.

Jessica Mendes: Estão um bocado atrasados para abordar o tema das conquistas marítimas. Portugal já fez isso umas 30 vezes.

João Vermelho: Eu amo a série Vikings e esta música faz-me lembrar muito dela.

Neuza Ferreira: Yas! Viva a era viking!

Patrícia Leite: A música perfeita para a série vikings.

Pedro Anselmo: Vamos ter Vikings a chegar num “Drakkar” a Lisboa 

Pedro Lopes: Vikings! I want to meet the Vikings!!

Tiago Lopes: Este barco vai atracar num lugar bem seguro.

1.º Estónia - 144 pontos; 2.º Finlândia - 117 pontos; 3.º Bélgica - 115 pontos;  4.º Israel - 112 pontos; 5.º Áustria - 107 pontos; 6.º Dinamarca - 106 pontos; 7.º Bulgária - 105 pontos; 8.º Grécia - 103 pontos; 9.º Arménia - 100 pontos; 10.º República Checa - 86 pontos; 11.º Suíça - 83 pontos; 12.º Austrália - 82 pontos; 13.º Lituânia - 77 pontos; 14.º Albânia - 76 pontos; 15.º Chipre - 75 pontos; 16.º Macedónia - 70 pontos; 17.º Azerbaijão - 69 pontos; 18.º Croácia - 66 pontos; 19.º Irlanda - 61 pontos; 20.º Bielorrússia - 48 pontos; 21 Islândia - 31 pontos. 

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