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Lançamentos Musicais - 12/10 a 18/10/2015

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Estas são as novidades, que foram divulgadas ao longo da última semana, dos últimos lançamentos musicais de artistas eurovisivos.



Sergej Cetkovic, que no ano passado conseguiu uma passagem inédita de Montenegro à final eurovisiva, tem novo videoclip. "Korov" é a canção presenteada com o vídeo.

Veja o vídeo:




Ruth Lorenzo, representante espanhola de 2014, também tem novo videoclip para a canção "99". O tema foi produzido por Chris Wale e desde que saiu que tem estado nos primeiros lugares dos tops musicais espanhóis.

Veja o vídeo:




Tim Schou, o vocalista da banda A Friend In London que representou a Dinamarca no ESC2011, tem novo single. "Gravity" é o nome da música que marca o regresso do cantor depois de a banda, que conseguiu o 5.º lugar na Alemanha, se ter separado. Brandon Sammons/Massive Muzik, Jussi Ilmari e o próprio Tim Schou são os autores da canção.

Veja o vídeo:


 


"Rhythm inside", a canção que conseguiu o top 10 para a Bélgica no ESC deste ano, continua a dar que falar. A música de Loïc Nottet tem novo videoclip, meses depois da Eurovisão.

Veja o vídeo:






Nicole, que em 1982 venceu a Eurovisão pela Alemanha, tem novo single intitulado "Wer Wirft Den Ersten Stein" (Quem atira a primeira pedra, em português). Esta canção marca o regresso da cantora após cinco anos de ausência da indústria musical.

Veja o vídeo:




Lembra-se de Iris, a representante belga de 2012? A música "Would You?" acabou esquecida na memória da maioria dos fãs e só a Áustria salvou a Bélgica do último lugar nesse ano. Mas a cantora está de volta. Com o nome Airis, a jovem agora com 20 anos, lançou "Heartbreaker", num estilo bastante diferente daquele de que nos lembramos.

Veja o vídeo:




A segunda classificada deste ano, Polina Gagarina, tem novo videoclip. "I will not" é o nome da canção cujo vídeo que abre com Polina de cabelo preto.

Veja o vídeo:




Talvez o nome David Feito não lhe diga muito, mas se lhe dissermos que é um dos membros dos El Sueño de Morfeo, já sabe que foi um dos representantes da Espanha em 2013. David passou os últimos tempos a preparar o seu álbum a solo, "En el otro lado", que será lançado no final deste mês.




Aminata Savadogo, representante da Letónia este ano, tem nova música intitulada "Bridges" e pode ouvi-la [AQUI]. 



Marco Mengoni, um dos cantores italianos mais aclamados da atualidade, tem novo single, que apresentará ao vivo a 24 de outubro em Milão, num concerto de antevisão dos MTV EMA's. O cantor sobe a palco como um dos nomeados para Best European Act dos MTV EMA's. Se quiser votar no representante italiano de 2013, pode fazê-lo [AQUI].

Veja o vídeo:




Lara Fabian, um dos maiores nomes da música a pisar o palco eurovisivo, vai lançar um novo álbum em breve e, para aguçar a curiosidade dos fãs, lançou um videoclip da canção "Ma vie dans al tienne".

Veja o vídeo:




Pela Eslovénia continua a preparar-se a participação no Junior Eurovision Song Contest. Foi lançado esta semana o videoclip oficial da canção que irá representar o país na Bulgária: "Prva ljubezen"

Veja o vídeo:




Molly Sandén, que já representou a Suécia no Festival Eurovisão da Canção Júnior e também já tentou a sua sorte no Melodifestivalen, tem novo single chamado "Satellites".

Veja o vídeo:




Dmitry Koldun, representante da Bielorrússia em 2007 com "Work Your Magic", está de volta! O cantor tem novo single e respetivo vídeo para "A budu lubit teba".

Veja o vídeo:


Fonte/Imagem: ESCToday.com, eurovision planet, eurovisionary, Wiwibloggs, Soundcloud, Melty, Eurovision.tv, allmusicitalia/Vídeos: sergejcetkovicvideo, TIMSHOUONLINE, Ruth Lorenzo, Telamo, Infinite Videography, LoicNottetVevo, ELLO, Marco Mengoni Vevo, Molly Sandén, Junior Eurovision Song Contest, Lara Fabian, Dmitry Koldun Official Channel
18/10/2015

Da Eurovisão aos Palcos - 17/08 a 23/08/2015

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Estas são as novidades, que foram divulgadas ao longo da última semana, dos anúncios ou das últimas apresentações musicais de artistas eurovisivos.


No dia 31 de Outubro irá realizar-se o Eurovision Gala Nigh, no Luxembrugo, e são já vários os confirmados, sendo que os mais recentes são as Sestre, representantes da Eslovénia no Festival Eurovisão da Canção 2002. Já confirmados estão também Ruslana, vencedora do Festival Eurovisão da Canção 2004, András Kállay-Saunders, representante da Hungria no Festival Eurovisão da Canção 2014, Gigliola Cinquetti, representante da Itália no Festival Eurovisão da Canção 1964 e os Sinplus, representantes da Suíça no Festival Eurovisão da Canção 2012.



José Cid, o representante português no Festival Eurovisão da Canção 1980 e participante do Festival da Canção 1988, encerrou a segunda edição do "Nisa Em Festa". Gonçalo Tavares, participante no Festival da Canção em 2010 e em 2015, também participou no espectáculo.



Löic Nottet, representante da Bélgica no Festival Eurovisão da Canção, esteve presente no NRJ Music Tour em Liège, na Bélgica, onde interpretou o seu tema eurovisivo "Rythm Inside" e cantou uma cover da música "Chandelier", da cantora Sia.

Fonte/Imagem: ESCBubble, ESCPortugal, Oikotimes
23/08/2015

Opiniões Musicais - ESC 2015: Moldávia, Arménia, Bélgica, Holanda e Finlândia

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EDUARD ROMANYUTA - "I WANT YOUR LOVE"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Uma típica canção pop, com uma melodia que fica no ouvido, o que pode beneficiar a canção no certame. Mas não aparenta ser uma novidade em relação ao que a Eurovisão nos tem habituado. Não apresenta qualquer elemento na sua orquestração que nos leve a identificar o país a que pertence. Podia ser um tema de pop de qualquer país. Pela atuação ao vivo, na final nacional, pode-se verificar que o cantor é seguro e competente - embora o tema não seja muito exigente a nível vocal. E tem noção da performance que quer proporcionar.  

Ricardo Soler: Que canção irritante! O vocalista tem um timbre horrível, apesar de se mexer bem em palco. O visual não ajuda fazendo com que a canção tenha todo um ar boysband dos anos 90. O refrão fica no ouvido, mas espero que a Europa tenha melhor gosto que isto.

Suzy: Aqui se encontra um tema que nem aquece nem arrefece.




GENEALOGY - "FACE THE SHADOW"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Até é diferente ter vários cantores a interpretarem o tema, mas acabamos por nos perder um pouco devido aos vários timbres. Acaba por ser um pouco tudo de mais, e algo confuso. Parece que o refrão não conjuga com os versos do tema, os versos são mais interessantes do que o refrão. Será interessante ver como irão os seis cantores interpretar o tema ao vivo, se irá estar tudo conjugado ou algo confuso. 

Ricardo Soler: Se é para se cantar com uma dicção terrível em inglês mais vale cantar-se na língua materna. É mais uma balada de forte componente dramática e a vozes distintas (há inclusive uma voz lírica). Na recta final da canção o instrumental assume algo de tradicional, o que é algo positivo. É capaz de passar à final.

Suzy: Compreende-se o objectivo do grupo Genealogy. De facto, a linha melódica está confusa, as harmonias vocais não estão bastante enquadradas entre elas - apesar de cada elemento individualmente ter grandes capacidades vocais e serem grandes cantores. Mas penso que não será uma canção bem conseguida para o ESC 2015. Porém, é tudo uma incógnita. Esta canção tem um feeling de musicais, e o Festival da Eurovisão, cada vez mais, tem temas mais pop ou étnicos, para depois passarem nas rádios a fim de serem publicitados e incluídos em álbuns.



LOIC NOTTET - "RHYTHM INSIDE"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Um tema diferente dos restantes, com uma substância interessante, mas a verdade é que lembra um pouco a Lorde, sobretudo a batida. Há uma clara noção e sensibilidade artística, até no vídeo do tema - resta ver como irá ser transmitida essa noção artística na performance ao vivo. Loic tem uma excelente extensão vocal e uma musicalidade apurada. 

Ricardo Soler: Canção de atmosfera dark, semelhante a "Royals" de Lorde. O vocalista tem uma voz excepcional e o refrão fica no ouvido graças ao "rapapapa". Consigo ver esta canção na final.

Suzy: No início parece uma cópia do "Royals" da Lorde, é um tema bastante alternativo que, para o ambiente eurovisivo, não sei se se adequa. E saliento que os temas apresentados  na Eurovisão, principalmente em 2015, têm uma componente bastante radiofónica. É uma música "out of the box", comparativamente aos temas que os fºas eurovisivos gostam de ouvir. Mas é um tema atual, eclético com uma vertente pop mas alternativa que me agrada. A voz do intérprete não é comum a nível auditivo, tendo uma extensão vocal, a nível dos agudos, bastante grande - mas, a título pessoal, não me surpreende.



TRIJNTJE OOSTERHUIS - "WALK ALONG"



Luís Sousa & Vânia Fernandes: Um tema com uma musicalidade que a Holanda nos tem habituado, com uma melodia simples e que nos fica no ouvido. Soa a um tema pop, com uma cantora muito competente. Mas é mais um dos temas que se ouvíssemos na rádio podia pertencer a qualquer país, não o associamos à cultura holandesa. Trijntje é uma excelente cantora, pensamos que apenas pode melhorar a sua performance ao vivo, estar mais presente no que diz respeito à expressão corporal. 

Ricardo Soler: Canção muito inferior à do ano passado, no entanto a cantora que a defende é ótima e tem uma das melhores vozes a concurso. O refrão é super orelhudo mas acaba por tornar a canção repetitiva. No geral é uma boa canção tipicamente eurovisiva.

Suzy: O tema "Walk Along" faz jus ao seu título. No início achei o tema bastante agradável, que se pode muito bem ouvir no carro com as janelas abertas a apreciar a paisagem; é um tema que; ao longo dos 3 minutos, se torna bastante repetitivo.




PERTTI KURIKAN NIMIPAIVAT - "AINA MUN PITAA"



Luís Sousa & Vânia Fernandes: A Finlândia traz, uma vez mais, um tema ligado à vertente do rock, mais concretamente ao punk rock. Um aspeto positivo a ressaltar é o facto de o tema ser cantado na língua do seu país. O cantor é competente, faz exatamente o que o tema pede, mas, do que vimos na performance ao vivo, pensamos que pode melhorar a nível da expressão corporal. O tema apenas tem um minuto e meio, o que é algo estranho no certame. Não é um tema que se coadune com o que temos presenciado no certame, e pode pecar pelo facto de já não ser uma “novidade” rock, pois está muito presente na memória das pessoas o facto de um tema finlandês rock ter vencido o certame em 2006.

Ricardo Soler: Não é assim tão surpreendente esta escolha da Finlândia, visto que sempre foi o país mais metaleiro - e isso já lhes valeu uma vitória. O género faz-me lembrar Motörhead mas muito mais fraco. A condição dos elementos da banda pode ser uma boa chamada de atenção para uma Europa atenta.

Suzy: ??? NO COMMENTS! Compreendo a tentativa ou a mensagem que querem transmitir, mas...



Vídeos: Eurovision.tv
29/04/2015

Apreciações Musicais - ESC 2015: Bélgica

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LOÏC NOTTET – “RHYTHM INSIDE”



André Sousa: O instrumental é uma inovação para o mundo eurovisivo. Foge ao tradicional e ao que se costuma ouvir. Apostam em algo mais simplista e mais “clean” que, na minha perspetiva, pode jogar em dois sentidos: ou ir à final bem destacado ou então, ficar pela semifinal, por ser uma novidade.

Andreia Fonseca: Instrumental demasiado idêntico ao do tema “Royals”. É verdade que fica no ouvido, mas por motivos menos interessantes, dado que soa a plágio. Ignorando todas estas semelhanças, temos um instrumental banal, repetitivo e aborrecido.

Catarina Gouveia: É um instrumental engraçado, que se consegue diferenciar das imensas baladas do ano. Lembra muito o género musical da Lorde, que acaba por ser muito atual e fácil de gostar. Nota positiva para o facto de o cantor ter feito toda a canção sozinho.

Cláudia Peres de Matos: É um pop beat muito agradável e tenho quase a certeza que se vai destacar nesta edição. Dou por mim, do nada, a cantarolar esta canção, e isso pode ser bom sinal.

Diogo Canudo: Finalmente vejo países a ganharem juízo e apostarem na diferença. As baladas e as europop já não servem. A Eurovisão tem de estar próxima do que os consumidores ouvem. Além das semelhanças a Lorde, o instrumental tem personalidade.

Elizabete Cruz: No início da música até achei o instrumental atual e muito boa onda, mas acho que fui odiando à medida que fui ouvindo a música. É demasiado linear, não cresce, não arrisca, não nada. É bater palmas e ouvir uns sons eletrónicos.

Jessica Mendes: É um género muito inspirado na Lorde e muito pouco na Eurovisão e, mesmo não sendo eu fã do estilo, parece-me uma música muito bem construída.

Joana Martins: Não me atrai. Devia de achar isto moderno mas acho uma verdadeira treta.

Rita Pereira: Com um som minimalista, qual Royals, a canção faz-nos lembrar também as novas tendências da música americana.


André Sousa: A voz é bastante agradável, uma voz forte já que tem de incorporar toda a força da música devido ao instrumental básico que apresenta. Um estilo bem demarcado e muito ao jeito da conhecida Lorde.

Andreia Fonseca: Justin Bieber… És tu? Não, que este rapaz parece saber cantar minimamente – vá lá, nem tudo está perdido.

Catarina Gouveia: É uma voz diferente e com o seu quê de única. É uma voz um bocado imatura, o que não é necessariamente mau pois condiz bastante com o instrumental.

Cláudia Peres de Matos: Desconhecendo-se a interpretação desta canção ao vivo, confio na capacidade vocal do intérprete uma vez que também foi descoberto num talent show (e estes programas caçam grandes talentos no mundo inteiro).

Diogo Canudo: Adoro a voz. É diferente, e chama-me logo à atenção pela estranheza. Espero que seja idêntica à voz do estúdio, porque, se for, vou amar o refrão cantado ao vivo, cheio de força e de garra.

Elizabete Cruz: O moço consegue fazer uns agudos interessantes, por vezes até acho que estou a ouvir várias pessoas a cantar, mas não me convence. Algo me diz que em palco vai correr terrivelmente mal.

Jessica Mendes: A primeira vez que ouvi a música achei que era uma mulher a cantar. Entretanto olhei para o vídeo e percebi que estava enganada.

Joana Martins: Apesar de ser uma voz algo esquisita, não me soa muito má.

Rita Pereira: A voz competente  e afinada de Loïc deverá manter-se assim ao vivo, caso contrário teremos um desastre.


André Sousa: Sem conhecer a atuação desta musica ao vivo e vendo já outras atuações do mesmo, espero que não seja tão contido em palco, o que é bastante complicado pela música em si.

Andreia Fonseca: Já imagino pessoas a estalar os dedos, e a fazer breakdance em palco.

Catarina Gouveia: Num tema como este, só consigo pensar num Loïc sozinho em palco, com um bom background e um bom jogo de luzes. Nestes casos, menos é mais.

Cláudia Peres de Matos: Ainda não imagino como será, mas tem margem para ter uma boa apresentação, ajudada pelo carisma e dança do intérprete (deu para perceber que além de cantor também é bailarino).

Diogo Canudo: Espero uma atuação à la Lorde, meio amalucada e muito pessoal para o cantor, e que nos leve a entrar no seu mundo interior.

Elizabete Cruz: Eu só imagino o Loic a cantar sozinho no meio do palco, a estalar os dedos e a abanar o corpo para um lado e para o outro enquanto finge que está a cantar algo muito sentimentalista. Bélgica, surpreende-me, por favor.

Jessica Mendes: Esperemos algo estranho e sombrio até que faça perdurar a canção na memória dos europeus.

Joana Martins: O que não lhes faltou foi tempo para preparar isto, mas tenho medo.

Rita Pereira: Tal como o minimalismo da canção, a presença do artista também não deverá ser muito exuberante.


André Sousa: Toda a letra parece que foi desenhada e enquadrada em toda a canção. Penso que o conjunto resulta bem.

Andreia Fonseca: Ra-pa-pa…? É preciso dizer mais? Qual Camões…

Catarina Gouveia: Só por não ter uma letra óbvia, já ganha pontos por isso. Contudo, acaba por não ser muito forte e numa canção como estas a mensagem acaba por ter a sua importância. 

Cláudia Peres de Matos: O que mais fica no ouvido é o “rapapap”, isto é, o balançar, o dançar, o ritmo, o divertir hoje porque amanhã podemos já não estar cá.

Diogo Canudo: É uma letra bastante diferente e com uma mensagem cheia de requinte e de subtilezas. Eu gosto bastante.

Elizabete Cruz: A parte da letra que mais me chama a atenção foi com certeza o rapapa e pelo menos nessa parte eu sei acompanhar. De resto, eu acho que a ideia é ele descobrir o ritmo e rapar a noite toda, mas acho que há ali muita coisa que não faz sentido.

Jessica Mendes: É mais um “carpe diem” disfarçado de “letra completamente banal igual a outras tantas neste mundo”.

Joana Martins: É a letra típica para uma música destas. Podiam falar sobre porcos que nem tinha notado.

Rita Pereira: Uma letra interessante que nos faz reflectir sobre a nossa existência.


André Sousa: Uma passagem à final, nem que seja por um triz.

Andreia Fonseca: Só as adolescentes, com alta carga hormonal, podem salvar isto do desastre iminente.

Catarina Gouveia: Penso que uma passagem à final e uma classificação a meio da tabela. 

Cláudia Peres de Matos: É uma incógnita devido ao resultado do ano passado, uma das injustiças da edição. Contudo, merece, mais uma vez, a passagem à final.

Diogo Canudo: Passa à final e fica a meio da tabela.

Elizabete Cruz: Chega-me ouvir uma vez. Semifinal.

Jessica Mendes: Talvez consiga chegar à final por ser diferente, mas não conseguirá um grande lugar.

Joana Martins: Deve chegar à final, mas só com uma boa atuação em palco.

Rita Pereira: Uma garantida passagem à final caso os elementos cénicos estejam bem adaptados à canção e à atuação.


André Sousa: 5 pontos

Andreia Fonseca: 3 pontos

Catarina Gouveia: 7 pontos

Cláudia Peres de Matos: 7 pontos

Diogo Canudo: 7 pontos

Elizabete Cruz: 3 pontos

Jessica Mendes: 3 pontos

Joana Martins: 4 pontos

Rita Pereira: 7 pontos

Total: 


André Sousa: Inovação!

Andreia Fonseca: Ra-pa-pa ra-pa-pa, raspa-te daqui!

Catarina Gouveia: You will never be royals, royaaals.

Cláudia Peres de Matos: A Bélgica continua a apostar forte. É pena é que a Europa não a valorize.

Diogo Canudo: Mais uma vez, a Bélgica a mostrar diferença.

Elizabete Cruz: Acho que vais mas é rapar da final para fora.

Jessica Mendes: Tenho que destacar que “rapapa rapapa rapapa” era exatamente aquilo que pensei fazer esta noite. Curioso que ele tenha pensado no mesmo.

Joana Martins: Se adotar as bailarinas do Bellarosa, ao menos temos comédia…

Rita Pereira: Já ouvi isto nalgum lado.


1º Bélgica - 46 pontos; 2º Arménia - 35 pontos; 3º Moldávia - 23 pontos.



Vídeo: Eurovision.tv
27/03/2015
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