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Lançamentos musicais - 04/05 a 10/05

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Estas são as novidades, que foram divulgadas ao longo da última semana, dos últimos lançamentos musicais de artistas eurovisivos.


Farid Mammadov, representante azeri no Festival Eurovisão da Canção 2013, lançou uma nova música. Chama-se "I Forgot" e faz parte da banda sonora do evento First European Games.

Oiça a música:




Kaliopi, representante da Macedónia no Festival Eurovisão da Canção 2012, lançou uma nova música. Chama-se "Mojot Dom"

Veja o vídeo oficial da canção:





Edurne tem uma nova versão remix de "Amanecer". Foi produzida por Brian Cross e já está disponível para venda em plataformas como o iTunes, Napster ou Spotify.

Oiça a música:





O representante espanhol em 2010, Daniel Diges, tem uma nova música. Chama-se "Te Veo"

Oiça a música:




Lisa Angell, representante francesa do Festival Eurovisão da Canção 2015, vai lançar amanhã o seu álbum de estreia. Para promovê-lo, e também a sua entrada eurovisa, esteve presente no programa francês Le Grande Studio, onde interpretou a versão acústica da mesma.

Veja a atuação:




Elnur Huseynov, representante azeri no Festival Eurovisão da Canção 2015, lançou a versão turca da sua entrada eurovisiva - "Hour Of The Wolf".

Oiça a música:




Os Anti Social Media, representantes da Dinamarca no Festival Eurovisão da Canção 2015, vão lançar no dia 4 de Maio a nova música "More Than a Friend". A música faz parte do novo álbum que sairá no dia 11 de Maio.



Os The Makemakes, representantes austríacos no Festival Eurovisão da Canção 2015, lançaram uma nova música. Chama-se "You Are Not Alone" e o vídeo oficial da mesma já foi lançado.

Veja o vídeo da música:




John Karayiannis, representante cipriota no Festival Eurovisão da Canção 2015, lançou uma versão, divulgada pelo Eurovision.tv de "Diggiloo Diggiley", música representante da Suécia em 1984 pelos Herreys.

Oiça a música:





Anabela, representante portuguesa no Festival Eurovisão da Canção em 1990, lançou uma nova música. Chama-se "Fiz dos teus olhos os meus", letra e música de Miguel Gameiro.

Oiça a música:




The Common Linnets, representantes holandeses em 2014, lançaram uma nova música. Chama-se "We Don't Make The Wind Blow" e pode ouvir a música: [AQUI]!



Helena Paparizou, vencedora eurovisiva em 2005, lançou uma nova música. Chama-se "Angel", a versão inglesa da música de "Otan Aggeloi Klene".

Oiça a música:




Os Maraaya, representantes eslovenos em 2015, não tem parado com as inúmeras versões à música "Here For You". Desta vez, juntaram-se ao coro Popsing.

Oiça a música:





Kristina, que representou a Eslováquia em 2010, lançou uma nova música. Chama-se "No.1" e já tem vídeo oficial.

Oiça a música:


Fonte/Imagens: Eurovisionary.com, Eurovisionspain, Wiwibloggs RTVE, eurovisionireland.net, Andymuscat, ESCToday e ESCPortugal/Vídeos: FaridMammadovESC, Kaliopi KMP, Tropicization, Daniel Diges, RTL - Toujours avec vous, Elnur Huseynov Official, The Real Makemakes, Eurovision.tv, Anabela Cantora, HelenaPaparizouVEVO e Kristina Music Channel
10/05/2015

Opiniões Musicais - ESC 2015: Chipre, Eslovénia, Polónia, Alemanha e Austrália

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JOHN KARAYIANNIS - "ONE THING I SHOULD HAVE DONE"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Um tema algo descontraído, diferente de muitos outros temas e diferente do típico tema festivaleiro. Infelizmente o tema pode ser engolido pelas orquestrações mais fortes dos outros temas, mas é importante referir que John dá ao tema exatamente o que o mesmo pede, não poderia fazer mais do que está a fazer. Infelizmente a orquestração do tema não nos faz lembrar Chipre. É um tema simples, que pode surpreender por essa mesma simplicidade e pelo facto do intérprete possuir uma imagem muito honesta e humilde.

Ricardo Soler: É provável que o Chipre se qualifique para a final com uma canção deste género. Gostava muito de ouvir uma versão na língua mãe, porque com uma excelente melodia, tal como esta o é, não é preciso inglês para nada. Ponto negativo para o movimento dos braços e mãos do intérprete, que tem que aprender que: menos é mais.

Suzy: O tema de Chipre é uma balada bastante calma bem construída, muito simplista - e acho que é este o objectivo que se pretende neste tema. A nível interpretativo acho que o cantor tem uma voz mediana, faltava um pouco mais de interpretação. Uma coisa é cantar bem um tema, outra é interpretar. Acho que não é o um tema, para mim, que me surpreenda, mas facilmente passará nas rádios. 




MARAAYA - "HERE FOR YOU"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Maraaya tem um timbre muito interessante. É um tema que pode surpreender, pois parece que os fãs apreciam o mesmo, o que é sempre positivo. A imagem da intérprete sempre com os headphones é interessante, e distingue-a de certa forma dos restantes candidatos. A melodia fica muito no ouvido, e isso pode ser muito bom para a intérprete. A nível da orquestração não é muito surpreendente, mas é um tema bem construído e concebido. 

Ricardo Soler: Surpresa bastante agradável, com esta canção cantada com um timbre invulgar - mas que resulta na perfeição. Precisa de uns aperfeiçoamentos a nível cénico, mas de resto pode resultar muito bem!

Suzy: É peculiar como o timbre da cantora da intérprete é tão similar ao da Duffy, o tema também dentro do mesmo género que a Duffy interpreta nos seus álbuns - e é sempre de certa maneira uma aposta segura porque é uma melodia catchy, fácil de se ouvir, é uma canção alegre, moderna e que penso que até poderá ficar bem classificada. Tudo depende da performance ao vivo.



MONIKA KUSZYNSKA - "IN THE NAME OF LOVE"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Apesar de ser um tema bem concebido, com uma boa orquestração e crescer, parece-nos algo antiquado e a intérprete por vezes é engolida pela orquestração do tema. O inglês da intérprete pode também ser algo melhorado. Apesar de tudo isso, é um tema que pode obter uma boa classificação, pois também fica no ouvido e tem uma melodia bonita. 

Ricardo Soler: Regressa ao certame a pisar forte com uma balada com qualidade. "In The Name Of Love" é uma composição agradável, que só peca por não explodir mais. A intérprete tem uma missão muito nobre ao fazer com que a Europa ganhe mais consciência sobre a deficiência.

Suzy: O tema da Polónia é uma balada clássica, que não traz grande surpresas. A Monika tem uma voz agradável, mas também a nível de interpretação um pouco clássica. Tanto a nível de cantora como a nível de tema, não trazem grandes surpresas.



ANN SOPHIE - "BLACK SMOKE"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Um tema interessante enviado pela Alemanha. Apesar de Ann Sophie ter uma imagem interessante, pensamos que ainda pode melhorar muito vocalmente, sobretudo nas notas mais agudas, e na sua prestação em palco. Ann tem um timbre muito bonito e diferente dos restantes concorrentes. O tema pop está muito bem concebido, mas não se distingue assim tantos dos restantes, e não transmite muito da cultura alemã, o que é pena. Pode ser um tema que surpreenda, pois até fica no ouvido e tem uma orquestração bem executada. 

Ricardo Soler: Um dos timbres mais bonitos a concurso e que poderia ter uma canção que o servisse um pouco melhor. Contudo é uma canção com qualidade e que até veria ser passada nas rádios. A intérprete tem força e creio que, tal como na final alemã, iremos assistir a uma apresentação em palco muito clean.

Suzy: A cantora está muito à vontade no palco, é ela própria, o que poderá cativar, sem dúvida, os telespectadores presentes na arena, porque é jovem, é natural, é transparente. Gosto muito da interpretação da Ann Sophie no início do tema, no refrão não é tanto do meu agrado. Se vai vencer o ESC 2015? Penso que não, porque não é uma das minhas favoritas. 



GUY SEBASTIAN - "TONIGHT AGAIN"


Luís Sousa & Vânia Fernandes: Que agradável surpresa ver a Austrália no certame, o que abre ainda mais as fronteiras internacionais do evento. A Austrália traz um tema muito orelhudo e quer oferecer algo diferente dos restantes, o soul. Os restantes candidatos têm de ter muito em atenção este tema e o intérprete Guy Sebastian, pois o mesmo é um artista aclamado e respeitado, com uma excelente capacidade vocal e que tem em atenção a qualidade musical dos temas que apresenta. O tema tem uma orquestração forte e muito bem concebida., com momentos suaves e momentos dançantes viciantes. O tema tem um cheirinho a old school, o que é tão bom de se ouvir.  

Ricardo Soler: Continuo sem perceber o porquê da participação da Austrália e a achar que não faz qualquer sentido. No entanto a canção é orelhuda e muito bem defendida pelo Guy Sebastian, que já tenho no meu iPad há anos e que tem sempre um bom desempenho vocal e canções radio-friendly.

Suzy: Palavras para quê? A Austrália entrou em grande no ESC 2015, pela voz incrível do cantor Guy Sebastian, um tema pop com uma mixagem de R&B e soul. Sem dúvida que o ESC 2015 não está preparado para um tema assim, porque nota-se grandes influências norte-americanas. Mas, bravo! 
Este cantor tem uma voz incrível e apresenta um tema energético para quebrar as inúmeras baladas que o ESC 2015 tem. Um tema muito bem construído e produzido, a linha melódica é fantástica. Não é de todo o estereótipo de um tema eurovisivo, mas também, cada vez mais, se está a deixar de compor e produzir os chamados temas eurovisivos - cada vez as canções são mais urbanos, mais comerciais, temas que facilmente passam na rádio, e este será um deles. Poderá ser um hit internacional, acompanhado de uma boa imagem e um bom videoclip.



Vídeos: Eurovision.tv
05/05/2015

Apreciações Musicais - ESC 2015: Chipre

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JOHN KARAYIANNIS - "ONE THING I SHOULD HAVE DONE"



André Sousa: O instrumental é a única coisa que se safa e mesmo assim nada de especial. Parece uma canção que se ouve num pub inglês em que só estão velhotes sentados a beber a sua cerveja e a vaguear nos pensamentos da vida.

Andreia Fonseca: Pode existir quem considere esta música relaxante, calma ou até “fofinha”. Para mim, não passa de um tema aborrecido, incaracterístico e que parece uma cover de um de uma boysband qualquer.

Catarina Gouveia: O Chipre continua a ser um país que dá a impressão de que tanto pode estar na Eurovisão como não, porque parecem sempre marimbar-se para os temas que mandam, salvo raras exceções. Isto, para mim, não tem ponta por onde se pegue. É mesmo para dormir.

Cláudia Peres de Matos: Não é que eu odeie assim tanto esta balada. Mas compreendo o seu insucesso, por ser tão enfadonha.

Diogo Canudo: O instrumental pouco ou nada tem de interessante. Parece algo copiado de uma música de há 20 anos.

Elizabete Cruz: Sei que muitas pessoas acham este instrumental extremamente chato, no entanto eu gosto bastante dele. A questão é que não o considero enquadrado com a Eurovisão. Ainda assim, adoro fechar os olhos e ficar a relaxar com a música.

Jessica Mendes: É uma melodia simples e bonita mas podia ser bem melhor aproveitada. A parte em que supostamente a canção “explode” a meu ver está mal construída. Além disso o refrão soa-me a outra música qualquer (não sei especificar qual, mas soa).

Joana Martins: Boring todos os dias. 

Rita Pereira: Muito simples, faz-nos viajar a 2004 e a “Stronger every minute”, com menor qualidade, claro.


André Sousa: Quando à voz o que há para dizer? Monocórdica, insossa, chata e parece que estou a ouvir uma declaração de amor à janela de quem se derrete por pouco.

Andreia Fonseca: É verdade que o intérprete não desafina muito, mas também a música é tão linear que acaba por nem se tornar desafiante. 

Catarina Gouveia: Normalíssima, uma voz romântica meets abichanada.

Cláudia Peres de Matos: A voz do intérprete é boa, mas o instrumental não é o adequado para a fazer sobressair. 

Diogo Canudo: Uma voz boa, mas que não tem nada de especial.

Elizabete Cruz: A voz é perfeitamente adequada com o instrumental. É extremamente suave, quase diria romântica, e é um prazer ficar a ouvi-la. 

Jessica Mendes: Fraquinha. Parece-me muito “falsificada” para a música em si. Não é capaz de acompanhar a explosão da música.

Joana Martins: É fofa, mas nada por aí além. 

Rita Pereira: Uma boa voz masculina, mas nada de extraordinário.


André Sousa: O que posso esperar disto? Algo insonso e sem qualquer tipo de piada.

Andreia Fonseca: Aborrecido… Este vai ser o momento onde vou dar banho ao gato.

Catarina Gouveia: Estou a prever uma atuação muito Bélgica 2010 – músicas e atuações igualmente aborrecidas que dói.

Cláudia Peres de Matos: Penso que falta alguma expressividade e a transmissão de sentimentos para o público. 

Diogo Canudo: Não acredito que algo vá ser melhorado neste campo. Deve ser ele em frente ao microfone e cantar.

Elizabete Cruz: Não aconteceu nada naquele palco, mas sinceramente não acho que possa acontecer. A música é tão calminha que qualquer coisa que façam vai ficar desenquadrada. É só colocar lá o cantor e esperar que ele dê o melhor de si!

Jessica Mendes: Também muito fraca. O Chipre que não pense que passa à final com um geek com uma lambidela de vaca no cabelo no meio de um palco a tentar encantar as raparigas. A mim pelo menos não me encantou minimamente.

Joana Martins: Espero que trabalhem nisto, senão isto vai ser uma tragédia cipriota… 

Rita Pereira: O artista é competente na forma como se move em palco, para a canção


André Sousa: O amor reina em toda a letra mas… não poderiam ter apostado numa sonoridade mais apelativa? Numa coisa mais “profissional”?

Andreia Fonseca: A típica e banal letra romântica. No entanto, acredito que possa emocionar os corações mais sensíveis.

Catarina Gouveia: Letra e instrumental feitos um para o outro. Sem sal e aborrecidos!

Cláudia Peres de Matos: O poema está muito bem construído. Há uma ordem de ideias engraçada. E é o que mais gosto desta proposta. 

Diogo Canudo: Apesar de estar bem escrito, é um poema sem criatividade e algo que parece copiado de tantas músicas dos Backstreet Boys.

Elizabete Cruz: A típica letra do “deste-me tudo e eu não retribuí”. É uma letra bonita, que combina bem com a melodia, mas nada de especial.

Jessica Mendes: Espero que ela (se ela existir) não o desculpe pelas coisas que ele não fez e devia ter feito. As desculpas não se pedem…

Joana Martins: Para fazerem letras pirosas ao menos que seja na língua materna. 

Rita Pereira: Mais uma simples mas bonita letra sobre o tema preferido dos letristas eurovisivos: o amor.


André Sousa: Espero bem que fique pela semi-final. Isto é música de embalar ou de “fazer bebés”.

Andreia Fonseca: Embora seja aborrecido, este tema tem o perfil ideal para surpreender na hora da votação – típico tema desinteressante que desperta interesse nos mais distraídos.

Catarina Gouveia: Quero continuar a acreditar que isto não passa.

Cláudia Peres de Matos: Fica na semifinal.  

Diogo Canudo: Fica pela semifinal.

Elizabete Cruz: Apesar de gostar da música, não acho que passe à final.

Jessica Mendes: O Chipre vai ficar-se novamente pela semifinal.

Joana Martins: Não acredito que passe à final. 

Rita Pereira: Uma passagem assegurada – e merecida – à final.


André Sousa: 1 ponto

Andreia Fonseca: 4 pontos

Catarina Gouveia: 2 pontos

Cláudia Peres de Matos: 4 pontos

Diogo Canudo: 1 pontos

Elizabete Cruz: 5 pontos

Jessica Mendes: 2 pontos

Joana Martins: 3 pontos

Rita Pereira: 7 pontos

Total: 29 pontos


André Sousa: “Oh, Chipre, tu desgraças-te a ti próprio filho.”

Andreia Fonseca: Intervalo para um belo xixizinho. 

Catarina Gouveia: Uma coisa que devias ter feito? Ficado em casa!

Cláudia Peres de Matos: Não quero mais almofadas, tenho muitas no meu sofá. 

Diogo Canudo: Por amor da Santa Pechenica!

Elizabete Cruz: Simplicidade também é bom!

Jessica Mendes: Uma coisa que devias ter feito era calares-te. 

Joana Martins: Alguém que compare isto com o Tom Dice e é esganado no minuto a seguir. 

Rita Pereira: “Less is more”


 Azerbaijão - 87 pontos;  Israel - 86 pontos;  Suécia - 80 pontos;  Estónia - 79 pontos;  Montenegro - 73 pontos;  Albânia - 73 pontos;  Bielorrússia - 70 pontos;  Noruega - 68 pontos;  Geórgia - 61 pontos; 10º Islândia - 58 pontos; 11º Rússia - 58 pontos; 12º Malta - 56 pontos; 13º Irlanda - 55 pontos; 14º Roménia - 54 pontos; 15º Lituânia - 54 pontos; 16º Suíça - 52 pontos; 17º Portugal - 51 pontos; 18º Letónia - 50 pontos; 19º Grécia - 50 pontos; 20º Macedónia - 48 pontos; 21º Sérvia - 47 pontos; 22º Bélgica - 46 pontos; 23º República Checa - 45 pontos; 24º Holanda - 43 pontos; 25º Dinamarca - 35 pontos; 26º Arménia - 35 pontos; 27º Chipre - 29 pontos; 28º Moldávia - 23 pontos; 29º Hungria - 22 pontos; 30º São Marino - 16 pontos; 31º Finlândia - 5 pontos.


Vídeo: Eurovision.tv
24/04/2015
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