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ESC 2017: participação da Irlanda custou 331 mil euros

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A emissora nacional irlandesa, RTÉ, revelou que no total gastou 331 mil euros com a participação de Brendan Murray no Festival Eurovisão da Canção 2017.

Depois da RTÉ ter recebido um pedido de liberdade de informação por parte do jornal, The Sun, foram confirmados os custos que a emissora teve com o concurso, "A RTÉ teve um custo de aproximadamente 331 mil euros com o programa Festival Eurovisão da Canção 2017" revelou um representante da emissora, sendo que o valor pode aumentar, "As contas de 2017 ainda não foram finalizadas, sendo que os custos não incluem encargos de mão-de-obra e suporte da RTÉ, e os mesmos só serão contabilizados no final do ano".

O responsável pelo anúncio relembrou ainda que o valor está na mesma ordem do custo do ano passado, mas a comitiva de este ano era composta por dezasseis pessoas: "Junto com a taxa de participação, o valor inclui os pagamentos dos artistas e designers, o custo da encenação, dos ensaios, gráficos, adereços, pirotecnia, figurinos, coreografia, filmagens do postcard e a gravação do tema", sendo o único tema que não expôs foi a quantia que Louis Walsh, o responsável pela escolha do cantor e do tema para o certame, recebeu pelos serviços prestados, sendo que o jornal avança que "todos os serviços enquanto consultor foram pagos".

A Irlanda estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1965 e já ganhou sete vezes: em 1970, com Dana e a canção “All Kinds of Everything”, em 1980, com Johnny Logan e a canção “What’s Another Year?”, em 1987, com Johnny Logan e a canção “Hold Me Now”, em 1992, com Linda Martin e a canção “Why Me?”, em 1993, Niahm Kavanagh e a canção “In Your Eyes”, em 1994, com Paul Harrington & Charlie McGettingan e a canção “Rock ‘n’ Roll Kids”, e em 1996, com Eimear Quinn e a canção “The Voice”. Em 2017 o país foi representado por Brendan Murray e a canção “Dying to Try”, alcançando o 13º lugar na segunda semifinal com um total de 86 pontos.

Fonte: eurovoix



ESC 2017: conheça as reações dos não-finalistas da 2ª semifinal

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A segunda semifinal do Festival Eurovisão da Canção 2017 aconteceu ontem e 8 países não conseguiram a passagem para a final.

Apesar de não terem conseguido a passagem, os artistas são grandes nomes nos seus próprios países de origem e tem muitos fãs e admiradores que os apoiam. Por agora, os únicos artistas que não vieram a público pronunciar-se foi Jana Burceska (Macedónia), Valentina Monetta & Jimmie Wilson (São Marino) e Fusedmarc (Lituânia)

Conheça as reações dos não-finalistas, nos seus Twitter, Instragam e Facebook oficiais:

Tijana Bogicévic (Sérvia): "Obrigada pelo apoio. É claro que queríamos estar na final, mas estamos orgulhosos do nosso desempenho de ontem à noite. Parabéns a todos aqueles que passaram e desejamos toda a sorte do mundo na final! Eu amo-vos. P.s.. não estou triste, porque todos nós ficámos muito unidos e eu estava aqui com uma equipa maravilhosa. Seria egoísta da minha parte, tenho de ficar grata por ter tido esta oportunidade. A Sérvia vai no próximo ano voltar mais forte e melhor, tenho a certeza."

Claudia Faniello (Malta): "Eu estou tão feliz por estar aqui, apesar de os resultados não serem os expectáveis. Eu carrego esta bandeira com imenso orgulho. Obrigado a todos pelo apoio e espero ter o mesmo em Malta. Sinto-me abençoada por ter representado a Malta. Fico feliz por todos terem gostado aqui da minha atuação. Nunca irei esquecer."

Brendan Murray (Irlanda): "Não consigo descrever como me sinto com toda esta experiência! Eu nunca pensei que, com 20 anos, representasse o meu país numa das maiores plataformas do mundo! A vida está cheia de quedas, mas são elas que te fazem ser mais forte! Eu voltarei!!!"

Timebelle (Suíça): "Obrigado a todos pelo apoio! Estamos muito desapontados! Mas amanhã é um novo dia."

Koit Toome & Laura (Estónia): "Obrigado!"

A final será transmitida no sábado, dia 13 de maio, e Portugal é um dos países favoritos à vitória.

Fonte: Facebook, Twitter e Instragam oficiais dos artistas/Imagem: eurovision.tv





Apreciações Musicais - ESC 2017: Irlanda

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BRENDAN MURRAY - "DYING TO TRY"



André Sousa: Este tema não é algo que me seduza. Acredito que tenha potencial, o instrumental é bem conseguido, contido não me diz nada. 

Andreia Valente: O início é muito interessante. E depois repete-se durante três minutos, mas morre nos primeiros 30 segundos. A tentativa de clímax é bem executada, mas o público já foi todo repor as batatas fritas antes de a canção chegar lá. Não deixa de ser uma balado muito bonita.

Catarina Gouveia: Desde que ficaram em último, em 2013, que o país não vai à final. E a qualidade musical caiu, igualmente, em flecha. Não é que “Dying to Try” seja má, mas simplesmente não acrescenta nada. Já tentei ouvi-la algumas vezes, mas tive mesmo de me forçar a ouvir até ao fim pela primeira vez para escrever esta apreciação. É tão esquecível que dói.

Daniel Fidalgo: Eu não gosto nada disto. A Irlanda já mostrou à Europa, há muitos anos atrás, que apresenta uma cultura musical étnica muito bonita e interessante. No entanto, insiste nestas coisinhas sem originalidade nenhuma. 

Diogo Canudo: “Dying to Try” faz-me lembrar alguns instrumentais de Ed Sheeran. De originalidade tem zero, mas também não é um instrumental de mau gosto. É acessível, mas nunca para uma Eurovisão poderosa.

Elizabete Cruz: Mas que coisa sem sal. Por vezes menos é mais, mas isso não se aplica a tudo! Neste caso falta alguma coisa que torne a música especial porque assim é só um monte de nada.

Jessica Mendes: Com tanta balada este ano é difícil que uma se consiga destacar, mas pelo menos houve um esforço de não ir pela estrutura mais básica o que me agrada. Acho que o instrumental em si podia explodir mais no final e não guardar essa explosão apenas para a voz.

Joana Raimundo: Muito desinteressante, facilmente adormece as pessoas. 

Neuza Ferreira: Um instrumental relaxante adequado à letra e que satisfaz a voz jovem do intérprete.


André Sousa: O intérprete tem uma voz bastante clara e limpa. Falta-lhe um pouco de intensidade. Mas no seu conjunto é um tema que aposta no seguro. Nada de especial.

Andreia Valente: O charme de Brendan Murray há de ter o seu público alvo. A voz tem um tom interessante e dramático, mas os meus ouvidos gostariam de ouvir isto três oitavas a baixo. 

Catarina Gouveia: Quando ouço isto só me consigo lembrar do Kurt, da série Glee! Até eu tenho voz mais grave, como é possível? É um timbre diferente, que certamente se destaca de todos os outros.

Daniel Fidalgo: Não me agrada minimamente. Não gosto do timbre e os vocais são relativamente fracos.

Diogo Canudo: Brendan ainda tem uma voz de menino, no entanto não deixa de ser boa, bonita e melódica. Ganha pontos mesmo pelo pormenor de um jovem cantar tão intensamente sobre amor.

Elizabete Cruz: O moço é afinadito, é, mas de entre a categoria “crianças a cantar” este está na sub-categoria “crianças mesmo irritantes a cantar que já se calavam”.

Jessica Mendes: Eu tentei gostar da voz dele, juro que tentei, mas não consigo. No entanto, é bastante afinado.

Joana Raimundo: Este miúdo rebenta-me os tímpanos. Ele começa bem, mas depois tem uns agudos que a sério, até tenho pena das pessoas que estiverem na arena. Mas adoro o timbre diferente. 

Neuza Ferreira: É uma voz extraordinária. Nota-se que é uma voz ainda bastante jovem, mas isso confere autenticidade ao tema tornando-o diferente das outras baladas.


André Sousa: Mesmo sem ter visto nada ao vivo, acredito que irá ser uma presença bastante fraca em palco. 

Andreia Valente: Ainda não se viu Brendan Murray em palco, mas esta canção não pedirá muito movimento. Penso que a decisão acertada seria colocar os backing vocals por detrás do cantor para realmente impulsionar a parte vocal do clímax. A decisão errada seria colocar dois dançarinos contemporâneos a fazerem acrobacias. 

Catarina Gouveia: A canção tem pouca margem de manobra, é certo. Prevejo uma atuação aborrecidinha.

Daniel Fidalgo: Até pode aterrar no palco de para-quedas e fazer malabarismo. Duvido muito que alguma coisa dê brilho a uma canção tão datada quanto esta. 

Diogo Canudo: Não prevejo um bom futuro neste campo para a Irlanda. Não conheço o Brendan ao vivo, mas temo que, pela sua inexperiência, deixe muito a desejar. Esperemos para ver…

Elizabete Cruz: Eu só consigo imaginar isto a ser a coisa mais esquecível de sempre.

Jessica Mendes: É a Irlanda, não é como se estivemos à espera de uma genialidade.

Joana Raimundo: Eu acho que ele vai morrer a tentar (pun intendend) fazer algo de jeito que resulta com esta música. 

Neuza Ferreira: Não sei como isto vai ser apresentado em palco. Tenho curiosidade em saber como irão captar a atenção do púlbico... Se é que irão, de todo, conseguir captá-la.


André Sousa: Fala de força, de luta. Uma mensagem bastante positiva. Este é mesmo o ponto mais forte de toda a composição. 

Andreia Valente: Algumas frases de amor bonitas coladas com mel.

Catarina Gouveia: Uma letra que fala sobre inseguranças nas relações, e só se tentarmos iremos saber se dá certo. Está bem, então.

Daniel Fidalgo: Para um país cuja língua materna é inglês, espera-se muito mas muito mais. 

Diogo Canudo: “Eu sou teu e tu és minha”. Mas que linda poesia! Originalidade pede-se e exige-se para um concurso tão bom como a Eurovisão o é!

Elizabete Cruz: Eu não preciso de prestar atenção em mais nada, “Dying to Try” é o meu hino para o festival deste ano. Eu morro a tentar ouvir estas coisas.

Jessica Mendes: É uma letra de amor mas não nos remete para os contos de fadas que as músicas geralmente contam. Gosto dessa vertente mais honesta.

Joana Raimundo: Amigo, desiste disto, a sério. Não tentes tanto. 

Neuza Ferreira: É uma letra bonita, emotiva e simples. Talvez até simples demais. Não me convence plenamente.

André Sousa: Não sei muito bem o que achar disto. 

Andreia Valente: Na segunda semifinal está também a Bulgária com um cantor muito jovem que, comparado com Brendan, é superior. Não vejo a Irlanda a passar à final ou a distinguir-se de alguma forma.

Catarina Gouveia: Não sei se será desta que a Irlanda se verá livre da bruxaria… mais um ano sem ir à final.

Daniel Fidalgo: Fica pela semifinal... outra vez!

Diogo Canudo: Deve ficar pela semifinal.

Elizabete Cruz: A Irlanda vai continuar no buraco.

Jessica Mendes: Talvez seja desta que a Irlanda volta à final.

Joana Raimundo: Não penso que vá à final. 

Neuza Ferreira: Talvez passe à final.


André Sousa: 3 pontos.

Andreia Valente: 4 pontos.

Catarina Gouveia: 4 pontos.

Daniel Fidalgo: 0 pontos.

Diogo Canudo: 4 pontos.

Elizabete Cruz: 2 pontos.

Jessica Mendes: 6 pontos.

Joana Raimundo: 4 pontos.

Neuza Ferreira: 6 pontos.

Total: 33 pontos.


André Sousa: Gostava de ver este tema numa outra voz. 

Andreia Valente: Muito mel e uma cara prepubescente jeitosa. 

Catarina Gouveia: Ai, Irlanda… quando é que tu vais sair desse buraco fundo?

Daniel Fidalgo: Pensar que a Irlanda já dominou a Eurovisão…

Diogo Canudo: Continua a tentar lutar pelos últimos lugares da semifinal, Irlanda!

Elizabete Cruz: Parabéns Irlanda, estão a fazer um trabalho impecável para serem maus todos os anos.

Jessica Mendes: I’m dying to like some songs

Joana Raimundo: Eu quase que adormecia a ouvir isto, mas com os berros, assustei-me. 

Neuza Ferreira: Realmente a Irlanda não se esforça para alcançar uma boa posição no ESC.


1.º Azerbaijão - 77 pontos; 2.º Portugal - 77 pontos; 3.º Dinamarca - 70 pontos; 4.º Finlândia - 68 pontos; 5.º Polónia - 65 pontos; 6.º Suécia - 65 pontos; 7.º Hungria - 64 pontos; 8.º Bélgica - 63 pontos; 9.º Arménia - 60 pontos; 10.º Austrália - 60 pontos; 11.º Islândia - 59 pontos; 12.º Holanda - 58 pontos; 13.º Albânia - 56 pontos; 14.º Áustria - 49 pontos; 15 Geórgia - 46 pontos; 16 Moldávia - 45 pontos; 17 Montenegro - 41 pontos; 18.º Grécia - 37 pontos; 19.º Irlanda - 33 pontos; 20.º Chipre - 32 pontos; 21.º República Checa - 30 pontos; 22.º Letónia - 29 pontos; 23.º Eslovénia - 14 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Irlanda: ouça "Dying to Try"

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Raidió Teilifís Éireann (RTÉ) revelou "Dying to Try", a música que vai ser interpretada por Brendan Murray no Festival Eurovisão da Canção 2017.

O tema foi composto pelo sueco Jörgen Elofsson e pelo britânico James Newman, tendo sido escolhido de entre as mais de 300 candidaturas que a emissora recebeu.

A Irlanda estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1965 e já ganhou sete vezes: em 1970, com Dana e a canção “All Kinds of Everything”, em 1980, com Johnny Logan e a canção “What’s Another Year?”, em 1987, com Johnny Logan e a canção “Hold Me Now”, em 1992, com Linda Martin e a canção “Why Me?”, em 1993, Niahm Kavanagh e a canção “In Your Eyes”, em 1994, com Paul Harrington & Charlie McGettingan e a canção “Rock ‘n’ Roll Kids”, e em 1996, com Eimear Quinn e a canção “The Voice”. Em 2016 o país foi representado por Nicky Byrne e a canção “Sunlight”, alcançando o 15º lugar na segunda semifinal com um total de 46 pontos.

Ouça "Dying to Try":



Fonte/Imagem: ESCPortugal/Vídeo: Ilya Rey

Irlanda: 330 temas para Brendan Murray

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A Raidió Teilifís Éireann (RTÉ), emissora irlandesa, divulgou que recebeu 330 temas para Brendan Murray interpretar no Festival Eurovisão da Canção 2017.

As inscrições para submissão dos temas estiveram abertas até ao dia 16 de janeiro no entanto a canção que irá ser interpretada por Brendan Murray pode nem fazer parte deste lote. Louis Walsh, o responsável pela escolha do representante irlandês, contactou alguns compositores e produtores, pelo que há a hipótese de estes serem os criadores do tema que será defendido em Kiev. 

A Irlanda estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1965 e já ganhou sete vezes: em 1970, com Dana e a canção “All Kinds of Everything”, em 1980, com Johnny Logan e a canção “What’s Another Year?”, em 1987, com Johnny Logan e a canção “Hold Me Now”, em 1992, com Linda Martin e a canção “Why Me?”, em 1993, Niahm Kavanagh e a canção “In Your Eyes”, em 1994, com Paul Harrington & Charlie McGettingan e a canção “Rock ‘n’ Roll Kids”, e em 1996, com Eimear Quinn e a canção “The Voice”. Em 2016 o país foi representado por Nicky Byrne e a canção “Sunlight”, alcançando o 15º lugar na segunda semifinal com um total de 46 pontos.

Reveja "Sunlight":



Fonte/Imagem: ESCPortugal/Vídeo: Eurovision.tv
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