Mostrar mensagens com a etiqueta César Sampson. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta César Sampson. Mostrar todas as mensagens

[Entrevista] Cesár Sampson: "Esperem o inesperado, sempre!"

Sem comentários
VERSÃO EM PORTUGUÊS


Cesár Sampson já conhece um pouco as lides eurovisivas. Depois de já ter pisado o palco de Estocolmo, em 2016, e o de Kiev, em 2017, como backing vocal da equipa da Bulgária, chegou a vez de tomar o papel principal. O artista foi escolhido internamente para representar a Áustria no Festival Eurovisão da Canção, em Lisboa, e nesta pequena conversa com o Crónicas de Eurofestivais ficamos a conhecer um pouco melhor as expetativas do cantor.

Crónicas de Eurofestivais (CE): Fala-nos um pouco sobre ti. Como te descreves enquanto pessoa? 

Cesár Sampson (Cesár S) - Não gosto muito de me descrever - é por isso que tenho sorte de ter uma voz para cantar. Eu acredito que eu sou como uma espécie de livro aberto quando canto.

CE: Como começou a tua carreira musical?

Cesár S - Foi-me dada a oportunidade de estar em redor de grandes músicos logo desde muito jovem, já que minha mãe também vive no mundo das artes. Eu cresci nesta carreira sem me ter apercebido disso.

CE: De onde surgiu a oportunidade de representares a Áustria na Eurovisão?

Cesár S - Fui convidado a enviar uma música - e foi o que eu fiz - e correu bem :)

CE: Qual é a sensação de poderes pisar o palco de Lisboa, em maio próximo?

Cesár S - Ainda não sei muito bem como me sinto em relação a tudo isto. Mal posso esperar por descobrir.

CE: Já tiveste a oportunidade de viver a Eurovisão noutras edições. Estás mais nervoso desta vez ou mais relaxado porque já conheces um pouco melhor do mundo da Eurovisão?

Cesár S - Não estou particularmente nervoso por ir 'cantar à Eurovisão'. Eu sempre gostei de grandes palcos, adoro a atmosfera de uma grande produção. E, na realidade, só tenho a sensação geral de que estou a entrar numa nova etapa da minha vida, e esse é realmente um sentimento bastante entusiasmante. Quase que sinto 'borboletas' sempre que penso nisso!


CE: Costumavas acompanhar este espetáculo noutras edições?

Cesár S - Só nos últimos anos, sim.

CE: Podemos saber qual a tua canção favorita de sempre? E porquê essa escolha?

Cesár S - Jamala, 1944. É uma canção bonita, no estilo edgy.

CE: Como nos descreves a tua canção?

Cesár S - Divertida, energética, uma canção 'com espaço' e bastante groovy.

CE: O que poderemos esperar da tua atuação no palco da Eurovisão?

Cesár S - Esperem o inesperado, sempre!

CE: Já tens alguma(s) canção/canções favoritas este ano?

Cesár S - Até ao momento, ainda não tenho. Tinha talvez um primeiro favorito, na seletiva nacional da Alemanha, mas essa não foi a canção vencedora. Mas também, a própria canção que ganhou, é também bastante forte e sólida - acho que a Alemanha teve muitas canções fortes este ano! :)


CE: Qual é a tua opinião sobre a participação portuguesa neste ano? 

Cesár S - Infelizmente, ainda não ouvi a escolha portuguesa. Eu não tenho tido muito tempo para ouvir os lançamentos mais recentes, o que é uma pena, costumava gostar bastante dessa fase antes do concurso!

CE: Apesar de teres estado integrado na equipa da Bulgária o ano passado, concordaste com a vitória do Salvador Sobral em 2017?

Cesár S - Compreendi porque é que ele ganhou, e quase que se podia sentir esse prenúncio de vitória naquela atmosfera eurovisiva. E gosto da canção.

CE: Depois da Eurovisão, quais serão os planos futuros?

Cesár S - Há alguns projetos já no horizonte, e algumas músicas prestes a sair cá para fora :)

CE: Gostarias de deixar alguma mensagem aos nossos leitores e aos fãs portugueses e não só?

Cesár S - SIM - Mal posso esperar para visitar o vosso belo país novamente! Já tenho muitas saudades de Portugal!

Ouça a canção "Nobody But You":


Imagens: oe3.orf.at/ media.rtp.pt/ esctoday/ Vídeo: Eurovision Song Contest


ENGLISH VERSION


Cesmar Sampson already knows a little about Eurovision. Having already stepped on the stage of Stockholm, in 2016, and the stage of Kiev, in 2017, as backing vocal for the Bulgarian team, it was time to take the lead role. The artist was chosen internally to represent Austria at the Eurovision Song Contest in Lisbon, and in this small conversation with the Crónicas de Eurofestivais we get to know the singer's expectations a little better.

Crónicas de Eurofestivais (CE): Tell us a little bit about yourself, How you describe yourself as a person?

Cesár Sampson (Cesár S) - I don´t like to describe myself - thats why I am lucky I have a voice that can sing. I believe I am like an open book when I sing.

CE: How did your musical career begin?

Cesár S - I was given opportunity to be around serious musicians at a very young age, since my mother is an artist herself. i grew into this career without noticing it.

CE: From where did the opportunity come to represent Austria in the Eurovision?

Cesár S - I was invited to submit a song- I did - and it did well :)

CE: What is the main feeling to be able to step the Lisbon stage in May?

Cesár S - I don´t know yet how it will feel! I can´t wait to find out!

CE: You have already been able to be in the Eurovision stage in past editons. Are you more nervous this time or more relaxed because you already know a little of the Eurovision world?

Cesár S - I am not particularly nervous about singing at Eurovision I love big stages, I love the athmosphere of a big production. I just have the general sense that I am entering a new stage of my life, and that is really quite an exciting feeling. Sends my emotions into a spin every once in a while!


CE: Did you use to follow this contest in other editions?

Cesár S - In recent years- yes!

CE: Can I ask you your favourite Eurovision song of all time? And why that choice? 

Cesár S - Jamala, 1944. It´s a beautiful and edgy song!

CE: How do you describe your song?

Cesár S - Groovy, large, energetic, fun!

CE: What can we expect from you on the Eurovision stage?

Cesár S - Expect the unexpected, always!

CE: Do you have already any favourite song from this year’s competition?

Cesár S - I don´t have one at the moment. I had an early favorite but the song didn´t make it through the german national selection. The song that made it instead, is also solid - I guess germany had too many good entries this year:)


CE: What is your opinion about the portuguese participation this year? 

Cesár S - Unfortunately, I haven´t heard the portuguese choice yet. I don´t have time to listen to the recent releases anymore, which is a pity, as I usually enjoyed that phase before the contest!

CE: Even though you were in the Bulgarian team last year, did you agree to Salvador Sobral's victory in 2017? 

Cesár S - I understood why he won. and you could feel it in the air, that he would win. I like the song!

CE: After Eurovision, what are the future plans? 

Cesár S - There are a couple of projects already on the horizon, and a couple of songs waiting for completion :)

CE: Would you like to leave a message to our readers and to the Portuguese fans and others?

Cesár S - YES - I can´t wait to visit your beautiful country again! I´ve missed you!

Listen to "Nobody But You":


Imagens: oe3.orf.at/ media.rtp.pt/ esctoday/ Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2018: Áustria

Sem comentários


Cesár Sampson - "Nobody But You"




André Sousa: Mais uma vez volto a frisar, que este ano encontro estilos de música muito mais variados. A Áustria é um caso desses. O tema levado a cabo por Cesár mistura o gospel e as raízes quentes das vozes africanas. No que concerne ao instrumental, é algo que só permite que toda a mensagem seja passada através dos sentimentos. 

Andreia Valente: Adoro tudo da aposta da Áustria. O instrumental de “Nobody But You” é fenomenal e tem elementos de pop, R&B, soul e gospel. É impossível ficar indiferente, especialmente ao último quarto da canção – é arriscado, energético, inovador. Adoro gospel. Adoro R&B. Adoro soul. Adoro “Nobody But You”.

Catarina Gouveia: “Nobody But You” é a canção que vem para fazer com que paremos todos de pedir pelo regresso da Conchita a cada vez que a Áustria revela a sua proposta para o festival. O seu género musical é diferente do que costumamos ver na Eurovisão e propício a que toda a gente adore, se não for à primeira, é à segunda.

Daniel Fidalgo: Consigo imaginar o Sam Smith a interpretar este tema e, embora não seja fã, reconheço-lhe o talento e a qualidade musical. A Áustria tem vindo a acertar o seu caminho na Eurovisão e este ano não é exceção. “Nobody But You” é um tema bastante atual, com elementos pop e gospel e com um refrão muito contagiante e bem composto, aliás, como toda a canção. 

Diogo Canudo: Normalmente não gosto das músicas austríacas, mas esta surpreendeu-me pela positiva. Uma música pop-gospel com um instrumental contemporâneo, bem construído e um refrão bastante forte. Eu gosto.

Elizabete Cruz: Não sendo uma das minhas músicas preferidas do ano, não lhe nego a qualidade. Acho que tem potencial para surpreender.

Jessica Mendes: Pelo início parecia-me que vinha aí uma música cheia de influências jazz mas acabou por evoluir para um pop bastante normal com toques de soul e gospel. Gosto mais dos versos que do refrão, mas não deixa de ser uma boa música.

João Vermelho: Adoro, adoro. O instrumental é lindíssimo. A Áustria volta a não me desiludir, o instrumental combina perfeitamente com os coros e a voz do Cesár, uma construção melodicamente muito bem estruturada.

Neuza Ferreira: O início é interessante e depois vai crescendo. Gosto. Não sei se é de mim, mas há uma parte que me faz lembrar músicas de Natal.

Patrícia Leite: Este é o tipo de canções que, mesmo que só fossem tocadas apenas num piano eram apaixonantes! De certeza que a versão acústica seria um arraso! A canção apresenta um instrumental calmo no início, dando mesmo a sensação de tristeza, mas rapidamente progride e explode no refrão, reproduzindo sentimentos de uma certa liberdade e “sofrimento” ao mesmo tempo por ainda não ter atingido aquilo que quer. Muito bem, a Áustria está a voltar ao topo!

Pedro Anselmo: Inicialmente faz-me lembrar Hozier, o que me leva uma desilusão ao longo da canção. É interessante, até pelos coros, mas não me deu o clique.

Pedro Lopes: Contemporâneo nível máximo. Mas, não sei, há qualquer coisa nesta que marca também pela diferença. Vamos todos bater palmas ao longo dos três minutos, não vamos?

Tiago Lopes: Uma sonoridade bastante agradável, facilmente encontramos algo parecido a tocar na rádio nos dias de hoje. Ainda assim, é uma aposta pouco comum no palco eurovisivo e que se destacará das outras propostas a concurso.


André Sousa: A voz com que nos brinda o Cesár é algo de outro mundo. A voz quente dos estilos africanos, faz com o tema ganhe um outro encanto. Gosto mesmo muito, e destaco como um grande ponto positivo de toda esta composição. Com raízes claras de gospel, a intensidade dada à canção é óptima. Uma grande aposta, a meu ver, da Áustria, este ano.

Andreia Valente: A grande surpresa do ano, para mim. Cesár Sampson tem vocal range extremamente dinâmico e um timbre ao qual estou pronta para louvar para o resto desta temporada eurovisiva. Aqueles agudos? Divinais. Produto dO Espírito Santo que abençoa os nossos ouvidos.

Catarina Gouveia: Ouvir o César cantar é o equivalente a ter uma manta macia nos pés num dia de inverno. É confortante, aconchegante. Arrisco dizer que é a melhor voz masculina do ano.

Daniel Fidalgo: Dá para notar as potencialidades vocais de Cesár. Vai, sem sombra de dúvidas, arrasar em Lisboa com a sua voz calorosa e marcante. 

Diogo Canudo: Acho que o César vai estar muito confortável a cantar esta música em palco. Gostei da forma também como os coros desta música foram utilizados, sem pecarem em excesso. Escolha inteligente!

Elizabete Cruz: É para mim uma das vozes mais interessantes do ano. Não sei como vai funcionar ao vivo, mas estou expectante.

Jessica Mendes: Cesár tem uma excelente voz e um timbre muito jazz que fica perfeito nos versos da canção. 

João Vermelho: A voz do Cesár não podia encaixar melhor nesta canção, amo a voz dele, encaixa na perfeição com a letra e o instrumental, espero que ao vivo seja tão bom quanto na versão estúdio!

Neuza Ferreira: Adoro o timbre do César, não sei explicar porquê, é algo que me parece diferente. Espero que ao vivo consiga mostrar um bom poder vocal.

Patrícia Leite: A voz é simplesmente espetacular para este tema. Nada a apontar, é segura e bem colocada. Faz lembrar o Sam Smith. Os coros em versão gospel combinam muito bem com a música. 

Pedro Anselmo: Tem uma boa voz, é competente.

Pedro Lopes: Excelente voz! Mais um cantor que domina bastante bem os agudos… e sabemos bem o quanto pode encantar os nossos júris! Ah, e não esqueçamos os coros, que vão dar uma grande ajuda à música em sim.

Tiago Lopes: Tendo sido requisitado por duas vezes para ser back vocal na Eurovisão, Cesár tem a experiência vocal necessária para defender este tema. É uma voz grave e bastante segura.


André Sousa: Aguardo por ver. Mas acredito que seja algo enérgico, algo muito vibrante mas, cima de tudo, algo muito verdadeiro e despido de grandes efeitos visuais. 

Andreia Valente: Não temos muito para nos basearmos quando falarmos em como Cesár poderá domar um palco. Pelo videoclip, é claro que Cesár movimenta-se de forma natural e experiente. Eu aposto que ele vai ser extraordinário no palco – confiante, expressivo e, sejamos sinceros, extremamente jeitoso.

Catarina Gouveia: Se a Áustria em 2017 inseriu elementos no cenário para ofuscar a mediocridade da canção, este ano não há razões para o fazer. Quero toda uma performance digna de participar numa cena do “Sister Act”.

Daniel Fidalgo: Espero uma apresentação sóbria e que o foco vá para o cantor e para a beleza do seu timbre. 

Diogo Canudo: Espero algo imaginativo em palco, além do comum artista no centro do palco e dos coros no canto. O uso de um bom cenário também vai fazer a diferença em maio. 

Elizabete Cruz: É difícil prever como vai ser em palco, mas a Áustria tem música suficiente para criar um bom ambiente em palco.

Jessica Mendes: Não me parece que vá sair daqui algo memorável, mas tenho confiança nas capacidades dele de encher o palco.

João Vermelho: Acho que a Áustria deveria se inspirar no seu videoclip e tentar explorar algumas ideias, como aquelas luzes e aqueles recortes nas estatuas, acho que seria interessante ver algo do género em palco!

Neuza Ferreira: Estou curiosa com o que vão fazer em palco. Não me ocorre nada que possa ter um efeito “wow”.

Patrícia Leite: Estou ansiosa para ver como a atuação ao vivo se vai sair. A música é fantástica e penso que poderá dar-se muito bem se tudo for feito com ponderação. 

Pedro Anselmo: Estou à espera de uma actuação dinâmica, com todo um coro gospel no fundo do palco.

Pedro Lopes: Para alguém que já esteve no palco da Eurovisão nos últimos dois anos, mesmo que como backing vocal, espero que esteja já habituado a lidar com o tamanho da Eurovisão.

Tiago Lopes: Para além de cantor, o artista austríaco é também modelo, o que poderá levar a ter uma boa interação com as câmaras. A nível de palco espero algo simples com um coro a acompanhar.  


André Sousa: Mais uma letra que gosto, contudo nada assim de muito especial. É uma letra que faz com que as pessoas se identifiquem com ela, mas nada mais do que isso.

Andreia Valente: Uma letra to the point. Ele está decidido em convencê-la de que ela deveria ficar com ele porque ele não consegue ver-se com mais ninguém. “So am I right giving my all making you stay tonight?” – consigo sentir a intensidade.  

Catarina Gouveia: Esta é uma canção escrita por alguém que simplesmente ignorou as regras da Dua Lipa. Ainda que seja um tema mais do que batido em canções do festival e não só, está escrita de uma forma brilhante. O refrão é divinal.

Daniel Fidalgo: Um poema que fala sobre o amor incondicionalmente, tão forte que é capaz de mudar a vida de alguém. Algo já ouvido, mas que se adequa muito bem na voz de César e neste tema apaixonante.  

Diogo Canudo: Pode não ser o melhor poema do mundo, mas, para o instrumental que apresenta, até está bem construído. Nota-se que perderam tempo a escrevê-la, e isso já é bastante positivo. 

Elizabete Cruz: Cesár não consegue partir para outra e escreveu uma letra longe de ser especial sobre isso.

Jessica Mendes: É mais uma música de amor entre outras tantas repleta de clichés.

João Vermelho: Acho que é a letra mais bem composta. Não é uma letra muito repetitiva, sabe brincar com a melodia e a letra e o refrão é lindo: “It wouldn’t be right letting you go running away from love/Ain’t nobody but you I can hold on to”

Neuza Ferreira: Gosto desta letra, neste instrumental e nesta voz. Penso que iria odiar isto noutras circunstâncias.

Patrícia Leite: A letra fala-nos de um amor difícil de esquecer. Apesar de ser um tema um bocadinho melancólico, combina com o instrumental, na medida em que no início, tal como a letra, o instrumental é um pouco triste, mas à medida que vai progredindo dá a ideia que o cantor não desiste do que quer, tal como o instrumental, que dá a sensação de liberdade. 

Pedro Anselmo: Uma letra um bocado repetitiva, mas que não é muito difícil de cantar.

Pedro Lopes: A letra está bem construída, é bem orelhuda, e fixámos o refrão num pestanejar.

Tiago Lopes: Mais uma letra sobre o amor. Desta vez, Cesár canta sobre uma relação prestes a terminar e declara-se de modo a salvar esse amor. Fica bem com o instrumental.


André Sousa: Eu só espero que a Áustria passe à final e que fique num bom lugar. É só o que espero.

Andreia Valente: Mundo, ouve-me. A Áustria não só merece um lugar na final, embora esteja na semifinal mais difícil, mas merece ficar no top 10 da final. Lembram-se dos 0 pontos para o Nathan Trent em 2017? Não se atrevam. 

Catarina Gouveia: Acredito que a Áustria pode alcançar o seu melhor resultado desde 2014.

Daniel Fidalgo: Espero que a Áustria termine a corrida num merecido top 10. 

Diogo Canudo: Top 15 na final.

Elizabete Cruz: Acredito que esta música consiga um lugar na final.

Jessica Mendes: Bottom 5 da final.

João Vermelho: Acredito na passagem à final, mas dado ao histórico da Áustria penso que não vai ficar no lado esquerdo da tabela.

Neuza Ferreira: Passa à final.

Patrícia Leite: Um top 5 será muito bem merecido. Será que lutará pelo 1º lugar?

Pedro Anselmo: Passa as semifinais, mas fica pelos últimos 10 da final.

Pedro Lopes: Consegue qualificar-se para a final, com um top 15 no final da noite de sábado.

Tiago Lopes: Poderá ser um outsider na competição. Acredito na classificação para a final e um top 10.


André Sousa: 8 pontos.

Andreia Valente: 12 pontos.

Catarina Gouveia: 8 pontos.

Daniel Fidalgo: 10 pontos.

Diogo Canudo: 8 pontos.

Elizabete Cruz: 5 pontos.

Jessica Mendes: 10 pontos.

João Vermelho: 8 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Patrícia Leite: 12 pontos.

Pedro Anselmo: 3 pontos.

Pedro Lopes: 7 pontos.

Tiago Lopes: 8 pontos.

Total: 107 pontos


André Sousa: Esta é daquelas que depois da Eurovisão, continua presente na minha playlist.

Andreia Valente: Maravilhoso. Fenomenal. Estou conquistada dos pés às minhas pontas espigadas.

Catarina Gouveia: Já dizia a Madonna: “I’m not religious, but it makes me wanna pray.”

Daniel Fidalgo: Aposto que Sam Smith iria amar “Nobody But You”. 

Diogo Canudo: A Áustria está a esforçar-se!

Elizabete Cruz: Tenho a certeza que escrever uma música a dizer que não consegue ultrapassar alguém não o vai ajudar com isso, mas tudo bem.

Jessica Mendes: Para uma música com nome de álbum do Michael Bublé, não está nada mau.

João Vermelho: A Áustria novamente no meu top 10!

Neuza Ferreira: Não importava que isto passasse na rádio umas 10x por dia.

Patrícia Leite: De ouvir e chorar por mais!

Pedro Anselmo: Pede a Deus um milagre. Amén!

Pedro Lopes: Porque é que penso em gospel aqui? Coros? Não sei, só sei que me agrada!

Tiago Lopes: Depois do top 10 não precisas de correr mais atrás dela. 


1.º Estónia - 144 pontos; 2.º Bélgica - 115 pontos;  3.º Israel - 112 pontos; 4.º Áustria - 107 pontos; 5.º Bulgária - 105 pontos; 6.º Arménia - 100 pontos; 7.º República Checa - 86 pontos; 8.º Lituânia - 77 pontos; 9.º Albânia - 76 pontos; 10.º Azerbaijão - 69 pontos; 11.º Bielorrússia - 48 pontos; 12.º Islândia - 31 pontos. 

Faça parte do resultado final das Apreciações Musicais e vote nas músicas do ESC 2018 AQUI.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Áustria: César Sampson irá revelar canção a oito de março

Sem comentários

A canção representante da Áustria para o Festival Eurovisão da Canção 2018, “Nobody But You” irá ser apresentada oficialmente no dia oito de março.

Escolhido internamente para representar a Áustria, o cantor Cesár Sampson apresentará a sua candidatura para Lisboa, “Nobody But You” no programa Unser Song Für Lissabon, que será transmitido pela ORF no dia oito de março.


A Áustria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1957 e já ganhou duas vezes: em 1966, com Udo Jürgens e a canção "Mérci, Chérie”, e em 2014, com Conchita Wurst e a canção "Rise Like a Phoenix", que alcançou um total de 290 pontos. Em 2017 o país foi representado por Nathan Trent e a canção “Running on Air”, alcançando o 16º lugar na final com um total de 93 pontos.

Fonte: escpedia
A não perder
© all rights reserved